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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Um encontro engraçado

Aqui há uns tempos, por ocasião do casamento da nossa querida Mula, umas quantas pessoas da blogosfera juntaram-se e decidiram fazer-lhe uma surpresa. Elaborámos dois postais, e colocámos os mesmos a circular. (podem ver aqui a surpresa)

 

Combinei com a Ana Rita encontrarmo-nos, e para ser mais fácil, quando ela chegasse diria algo.

Ora, eu já estava no local, já tinha visto uma pessoa que se assemelhava a ela (a ideia que eu tinha), mas como é óbvio não queria enganar-me e aparecer ao pé dela a perguntar se era a Ana. Subi as escadas e fiquei a olhar para a vítima da parte de cima do shopping, já passava da hora combinada e ela nada dizia.

 

Enviei-lhe mensagem: “Já passam 3min da hora, diz-me, devo ativar algum sistema de segurança? Localização? Estás em apuros?

 

E fiquei à espera que alguém pegasse no telemóvel para eu confirmar as suspeitas, mas nada. A pessoa que eu estava a espiar não tinha pegado no telemóvel. Tratei de ligar para o número em questão, chamou, chamou e ninguém atendeu.

 

Dou mais umas quantas voltas da parte de cima, sempre a olhar para baixo, desço as escadas e, tal e qual a pantera cor de rosa, comecei a espreitar pelas esquinas, fazendo uma figura tão ridícula que achei que estava na hora de acabar com aquilo. Ganhei coragem, desloquei-me para ela, eu sorri, ela sorriu de volta e era a Ana.

 

Chic’ Ana: Olá! Já te tinha mandado mensagem;

Ana Rita: Não tenho nada no telemóvel.

Chic’ Ana: Olha aqui, (a mostrar o telemóvel) mandei sim.

Ana Rita: Não me digas que te dei o número do meu marido!

Chic’ Ana:  Acabei de mandar sms e telefonar para o teu marido?!

Ana Rita: Ah não, afinal dei-te o número errado….

 

Como vêm, não sou a única desastrada por aí, há bem pior, e desta vez a culpa de andar por aí a fazer tristes figuras não foi minha!

 

Se dependesse da Ana, o Hermes ainda tinha o seu emprego.

 

usq-cracolandia.jpg

 

 

6 comentários

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    Chic'Ana 19.10.2016 09:27

    Eu nem queria acreditar quando ela disse com a maior das naturalidades: "será que te dei o número do meu marido? Deixa ver"... eu já a pensar: mandei sms, telefonei, vai pensar que sou doida!
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    Heidiland 19.10.2016 09:32

    Quem faz uma coisa destas!? Cá para mim ela não queria dar-te o número e por isso deu o do marido. Em conclusão a rapariga não te curte
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    Chic'Ana 19.10.2016 09:50

    Foi o que eu pensei, mas também não faz sentido. Não me curte e dá-me o número do marido?
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    Heidiland 19.10.2016 10:00

    O marido atendia e dizia que era engano e pronto O "problema" estava resolvido
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    Chic'Ana 19.10.2016 10:13

    Provavelmente diria era que era o marido da Ana Rita! E eu teria perguntado: e sabe onde ela está?
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