Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Será possível haver tanta distração?

Eu posso ser bastante desastrada, mas quanto a pessoas despassaradas a minha irmã bate-me aos pontos.

 

Ora, ela vai estagiar para um lugar novo e mal sabe que transportes utilizar. Domingo à noite, bastante nervosa com os preparativos: colocou o telemóvel a carregar, organizou a mala e combinou com uns colegas apanhar o mesmo autocarro, mas em paragens distintas, consoante fosse mais fácil.

Na manhã seguinte, estávamos as duas a apanhar o metro quando a minha mãe me liga a informar que a K tinha deixado o telemóvel em casa. Escusado será dizer que entrou logo em pânico, pois não tinha como coordenar com os restantes. Depois de uns quantos “ai, ai”, “e agora?”, “não tenho tempo para voltar para trás…”, lembrei-me que tinha o número da colega dela gravado no meu telemóvel e emprestei-lho para pelo menos avisar do sucedido.

 

K: Estou, colega?

Colega: Não, não é a colega.

K: Peço desculpa, devo ter o número errado.

Colega: Não, não, o número realmente está certo, só que ela esqueceu-se do telemóvel em casa e deve estar num drama pois não consegue contactar ninguém..

K: Ah, deixe lá, eu também me esqueci, sou uma colega dela e estou a telefonar do telemóvel da minha irmã!

 

Chic’ Ana: Já percebi porque é que vocês se entendem tão bem…

 

Um cenário em que necessitam de estar contactáveis e é isto. Uns pecam por utilização em excesso do telemóvel, estas criaturas pecam por defeito. Sei que a enfiei dentro do autocarro… Mais tarde saberei se ela regressa! (Espero eu).

 

mentirinhas_696.jpg

 Não se esqueçam de participar no passatempo que termina já esta semana!

6 comentários

  • Imagem de perfil

    Chic'Ana 19.09.2016 09:15

    É verdade! Mas no "nosso" tempo parecia que batia semrpe tudo certo, lá está: estávamos habituados a funcionar sem tecnologia e se estava, muito bem, se não estivesse, seguíamos caminho. Hoje em dia estão mais dependentes, mas tudo se faz! =)
  • Imagem de perfil

    Andy Bloig 19.09.2016 10:36

    As pessoas habituaram-se a usar o telemóvel para tudo... deixaram de decorar as informações. Como alguém com quem me encontrei, combinamos usar a saida do metro que dava para a estação, aquilo não tem cobertura de telemóvel. A menina, saiu do metro e foi parar ao outro lado, depois é que foi espreitar dentro da estação, porque aqui o diabo não tinha rede de telemóvel e não aparecia.
  • Imagem de perfil

    Chic'Ana 19.09.2016 10:39

    Pronto, também pode acontecer, sim! Pelo menos encontraram-se, e isso é o mais importante =)
  • Imagem de perfil

    Andy Bloig 19.09.2016 10:45

    Ela pode não concordar com isso...

    É algo que o pessoal que não tinha meios de comunicação tratava de se lembrar daquele pormenor, como a hora do transporte, como o quiosque da esquerda de quem sobe ou algo que tem um objecto distinto... como era a bola nívea nas praias. Quem se perdia, bastava passar pela bola que encontrava alguém que o/a dirigia para o sítio onde estava o resto do bando. Agora, é mais fácil enviar a localização pelo telemóvel para o outro saber que está a 30 passos para a direita.
  • Imagem de perfil

    Chic'Ana 19.09.2016 10:48

    Pois era, a bola da nívea... Precisamente, eram os pontos de referência, tínhamos sempre um café, ou uma "esquina" ou um semáforo..
  • Comentar:

    Mais

    Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

    Este blog tem comentários moderados.