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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a Day.. com a Vânia

E para terminar a semana em beleza temos mais um episódio verdadeiramente hilariante.

A minha convidada desta semana é a Vânia, autora dos blogs "I'm worse at what I do best" e Cozinhar da Alma.. Para a Alma. A Vânia, de signo peixes, é uma pessoa extremamente sociável, com o qual tenho o prazer de ter longas conversas. Descobrimos, quase acidentalmente, que temos imensas características e gostos em comum, e desde esse instante que a nossa amizade vai crescendo. Considera-se uma pessoa muito sensível, eu diria antes que é muito humana, simpática e com um dom: o de conseguir que nos sintamos muito bem vindos nos seus cantinhos. Um deles, em que explora o seu dia a dia, em que partilha pensamentos e emoções, o outro, em que nos presenteia com muitas iguarias. Visitem, tenho a certeza que vão gostar!

E sem mais demoras...

 

A minha querida Chic’Ana desafiou-me a contar uma das minhas peripécias…Honestamente, não sabia para que lado me virar pois sou daquelas desbocadas que conto tudo mal possa e já lhe contei umas quantas. Como estou com saudades da praia vou contar-vos uma das minhas aventuras de Verão.

 

(Neste meu episódio não sou a única protagonista… )

Cenário: Praia da Vieira, Verão, Vânia solteira, 17 ou 18 aninhos (aproximadamente).

 

Ao fazer o meu passeio pela areia, tal como gosto sempre de fazer quando vou à praia, avistei um rapaz de calções vermelhos, muiiiito moreno e extremamente giro – o nadador salvador! Nunca fui de me exibir nem nunca fui descarada (muito pelo contrário!) mas estava num local onde ninguém me conhecia, na altura estava sozinha e o rapaz era bastante giro (mas meeeesmo giro!). Isto entrou numa “onda” de flirts (coisa nada da minha pessoa!)… Ele olhava para mim e sorria, eu olhava para ele e sorria. Com o calor, e na esperança que o rapaz lá notasse mais em mim, fui à água (achei que era isto que as meninas faziam para tentarem ser sexys!). Ora, com esta “onda” de flirts, veio uma onda daquelas verdadeiras e mandei um tralho daqueles em que fui arrastada pela água a rebolar que mais parecia um croquete a ser frito. Com medo que o rapaz pensasse “Olha-me esta agora finge que se afoga para a salvar, que cliché!”, levantei-me apressadamente e muito zonza, parecendo uma girafa acabada de nascer e fui para a areia. Quando olho para ele, o rapaz ria imenso. Fiquei magoada! A sério que fiquei… Achei que este “jogo” de flirts já tinha dado o que tinha a dar e desisti. Nisto, vai ele à água. Passa por mim, olha, sorri e vai molhar-se. Vem mais uma onda… e só vejo um rabo branco e nada de calções! E pronto, desta vez fui eu quem riu.

 

Foi um engate demorado mas muito eficaz, digamos! haha

Nem imaginas o que eu me fartei de rir ao imaginar pormenorizadamente este episódio. Não o posso interpretar sequer, pois está tudo tão claro como a água que vos derrubou aos dois!

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