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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a Day.. com a Sara

E para marcar o meu regresso das férias e terminar a semana em beleza, dia 1 de Abril, só mesmo convidando a Sara, autora do blog Saracasticamente para  nos arrancar umas boas gargalhadas. Fui "descobrindo" a Sara aos poucos, percebendo as suas qualidades, que são enormes, apesar da própria as negar. Ela é muito simpática, afável (na maioria das vezes), adora viajar e comer. Foi graças a ela que entrei no mundo das famosas pavlovas e, portanto, tenho uma gratidão vitalícia para com ela. O blog é muito pessoal, sempre bem disposto, em que a ironia e o sarcasmo são os reis das histórias, convido-vos a espreitarem o seu espacinho, pois ficarão surpreendidos pela positiva, e, hoje conta com um desafio. E sem mais demoras...

 

O convite para colaborar com esta rubrica surgiu-me por mensagem. A Chic'Ana quis fazê-lo por e-mail contudo não encontrou o e-mail do meu blog por este estar demasiado visível na barra principal da página inicial!

 

Esta bem que poderia ser a história a contar-vos mas seria injusto para a autora do blog uma vez que já conhece a história!

 

A situação que decidi partilhar convosco foi umas das muitas em que fiz figura de parva mas uma das minhas preferidas. Durante o meu processo de divórcio foram várias as vezes que viajei até Lisboa de forma a descomprimir e manter a (pouca) sanidade mental que ainda me restava.

 

Na primeira viagem que fiz enjoei no comboio. Nunca me tinha acontecido, nem nunca voltou a acontecer, mas naquele dia foi toda uma agonia que se prolongou mesmo após a chegada ao destino. Depois de jantar já me sentia melhor. Os meus primos tinham programado uma ida ao Casino de Lisboa. Eu, que nunca tinha entrado num casino, estava entusiasmada.

 

Assim que chegamos fomos ao bar. Minutos depois senti-me pior, sentia-me tonta, sentia-a que as coisas à minha volta giravam. Mas tínhamos acabado de chegar e eu não queria ser desmancha-prazeres por isso não disse nada. Porém a sensação foi piorando e eu acabei por partilhar a minha indisposição:

 

- Eu não me estou a sentir muito bem, sinto-me tonta, parece que sinto chão a fugir e que tudo está a andar à roda.

- É normal, o bar gira sobre si mesmo!

 

E é assim, às vezes temos de viajar 300 kms para ter novas oportunidades de fazer figura de parvos!

 

Em minha defesa só tenho a dizer que o símbolo está de facto demasiado visível. Eu nunca iria procurar em tal local =)

Mas o importante foi que o convite foi feito, aceite e saiu daqui uma história hilariante, pelo menos eu já me fartei de rir. Obrigada Sara por este bocadinho e pela tua sempre disponibilidade.

 

E esta imagem foi por teres gozado comigo!!

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4 comentários

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    Chic'Ana 01.04.2016 09:08

    Pois, já eu, não me incomoda muito girar, desde que seja suavemente! =)
    A sério? Gira toda a casa menos essas duas divisões? Que engraçado! Devem ficar centradas não?
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    Heidiland 01.04.2016 09:58

    Não conheço o projecto (planta) nem nunca entrei na casa, por isso, não sei como estão dispostas as divisória. O arquitecto é que conhece o projecto e contou-nos (a mim e às visitas) que iríamos passar pela casa giratória, tipo James Bond,
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    Chic'Ana 01.04.2016 10:11

    Mas é uma casa de habitação? Ou é uma casa estilo museu? Se for de habitação, os custos devem ser elevadíssimos...
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