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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One Smile a Day com.. a Inês

A rubrica “One Smile a Day” vai de férias e estará de regresso no novo ano. Como tal, tinha de escolher uma convidada docinha para terminar o ano em beleza. Pensei, pensei, e eis que vos vou apresentar a Inês, autora do blog O Diário da Inês. Este blog surgiu em 2012 para  relatar as aventuras da Inês por terras de sua majestade, enquanto terminava o doutoramento em Plymouth. O que inicialmente era um escape e um meio de registar memórias, tornou-se um companheiro diário e mantém-se até aos dias de hoje. A Inês fala-nos essencialmente de iguarias culinárias, mas os passeios, a apreciação de restaurantes e a indicação de locais para eventuais estadias, entre outras, também estão presentes. É uma pessoa dinâmica, alegre, amiga e muito simpática. Passem por lá, vão adorar conhecer o cantinho dela e também as delicias com que nos brinda. 

Tenho-vos a confessar, tal como alguns já aqui confessaram, que foi com entusiasmo que vi que tinha um email da Chic’Ana. Desenfreadamente e com as mãos a tremer, que mal controlava o rato, lá li em puro êxtase o convite para o One Smile a Day. É que temos que admitir que é um privilégio estar aqui a escrever neste blogue que adoro ler. Sou pessoa propensa a peripécias parvas, umas mais hilariantes do que outras, e assim lá comecei a pensar qual seria a melhor peripécia para vos contar e para fazer jus ao nome ao provocar-vos pelo menos, One Smile a Day. :)
Vamos então deixar de devaneios, não antes de dizer, obrigada Chic’Ana pelo convite, e começar a parte que interessa e para a qual fui convidada, a minha história que vos causará um sorriso, pelo menos assim o espero!
 
Sou uma pessoa que por diversas vezes já se assustou pensando que não conseguia sair de algumas casas de banho, mas felizmente acabava sempre por conseguir sair, isto até o dia em que não consegui!
Fui a uma consulta e antes de me ir sentar para esperar pela minha vez resolvi ir à casa de banho. 
Comecei logo bem ao entrar num consultório pensando que era a casa de banho, felizmente havia uma estante entre mim e o médico e acho que ninguém deu pela minha entrada e consequente saída.
Depois não encontrava a luz da casa de banho que ficava já meio escondida atrás da porta, que era de deslizar. Finalmente acendi a luz e entrei na casa de banho, foi difícil trancar a porta mas acabei por conseguir.
O pior começou na hora de sair, nem por nada conseguia abrir a porta, primeiro não conseguia rodar a fechadura mas depois de ela, aparentemente, estar na posição destrancada eu continuava a não conseguir deslizar a porta para a abrir. Parei várias vezes para me acalmar e voltar a tentar e nada... Já toda eu era nervos, calor e rubor facial! 
Pensei, pensei e percebi que só haviam duas saídas, ou me armava em histérica e gritava que estava presa na casa de banho ou comportava-me como uma lady. 
Como é óbvio resolvi comportar-me como uma lady, peguei no telemóvel e liguei para a recepção. Atende a senhora com um "clínica xxxx, boa tarde em que posso ajudar?" e eu respondo "olhe se faz favor, estou fechada na vossa casa de banho, podia vir destrancar-me?" 
A senhora veio abrir a porta com uma chave e assim ninguém deu por nada, excepto um senhor que estava à espera para ir à casa de banho e que perguntou se a podia usar.
Agora pergunto eu, se ele lá estava a ouvir as minhas tentativas frustradas de sair da casa de banho, não perguntava se eu precisava de ajuda? 
Inês, obrigada por esta história fantástica, acredita que vais despertar muitos, muitos sorrisos. E para mim, é um prazer ter-te no meu cantinho, com a certeza que não ficarás aqui trancada, mas antes eternizada!
 
Quando vi esta imagem achei que se adequava bem à situação, embora não tenha sido assim tão traumática!
 

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6 comentários

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    Chic'Ana 16.12.2016 09:14

    Nem mais, eu acho incrível esta falta de respeito e preocupação que existe... Não nos podemos esquecer que os próximos a precisar de ajuda podemos ser nós, e que a vamos querer!
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    Heidiland 16.12.2016 09:18

    O mais ridículo é se confrontares essa pessoa com o sucedido, a resposta será algo como "não reparei". Parece ser a desculpa ideal para todas as ocasiões. Felizmente a Inês levou o telemóvel consigo e tinha o número da recepção. Se não ficaria uns longos minutos trancada na casa-de-banho até que alguém desse pela sua ausência.
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    Chic'Ana 16.12.2016 09:28

    O que poderia nem acontecer.. se ela estivesse sozinha, quem a íria procurar?
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    Heidiland 16.12.2016 09:33

    A senhora da recepção se ela tivesse dando "entrada", de certo que a iria procurar, quando a fosse chamar para a consulta.
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    Chic'Ana 16.12.2016 09:39

    Talvez, há clínicas em que chamam e se não és rápida, passam logo alguém à frente..
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