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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

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“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

O Oceanário de Lisboa

Depois de uma semana dedicada ao pesadelo dos peixes, onde é que eu poderia ir no fim de semana? Ao Oceanário pois claro!

O Oceanário de Lisboa foi considerado o melhor oceanário do mundo. Não podem deixar de o visitar. A grande atração deste local é o aquário central, que conta com 5 milhões de litros de água salgada, e que apesar de se encontrar dividido em quatro habitats marinhos, cria a ilusão de que estamos perante uma única divisão com variadíssimas espécies.

A visita divide-se em dois níveis: o terrestre e o subaquático, recriando ambientes tropicais, águas temperadas e frias.

 

O que podem encontrar a cada passo?

Aves - Como a andorinha do mar, o papagaio do mar, os famosos pinguins. Se conseguirem agendar a visita por forma a ver a alimentação, é mais um ponto alto de que vão gostar. Muito do meu tempo foi passado a observar os pinguins. Estávamos no período da alimentação, o tratador começa a distribuir os peixinhos e eis que vem um pinguim meio desajeitado em passo de corrida e tenta saltar para a água, encolhe-se, escorrega, demora, demora... E demora, ameaça, demora novamente... E eis que finalmente surge o tão desejado salto, todo enrolado, todo encolhido e nada artístico, o que arrancou uns valentes sorrisos à assistência.

Invertebrados - Temos as estrelas do mar, de todas as formas e feitios, os ouriços de inúmeras cores, o polvo gigante (têm de o procurar bem, eu só consegui vislumbrar um grande olho num buraco).

Peixes - Aqui é a categoria mais preenchida. Quem tiver crianças, e não só, vão adorar identificar o Nemo, por exemplo, vão rir-se imenso com o peixe-narigudo (tem um nariz mesmo engraçado, o que lhe evita muitos choques com a testa, os choques vão todos para o nariz). Peixes com coloração néon, enfim... Na altura havia um tratador que tentava vacinar uma manta, um trabalho de paciência diga-se de passagem, andava a nadar atrás dela, mas de forma a não a perturbar, sem movimentos bruscos, com uma grande seringa na mão. Era uma assistência sem fim, a torcer ora pela manta, ora pelo tratador.. Só sei que ao fim de 2 horas ainda não a tinha conseguido encurralar.

Anfíbios - Há rãs, sapos, salamandras..

Mamíferos - A lontra marinha. A minha perdição. São umas criaturas adoráveis, sempre a esfregarem-se, parecem autênticos humanos. De vez em quando param e olham ao redor para assistir a uma imensidão de pessoas de olhos fixos nelas. Parece que dizem "Mas estão a olhar para onde? Nunca viram ninguém a tomar banho?" e depois lá continuam o seu serviço de limpeza. Se conseguirem assistir à alimentação, melhor ainda, é algo que vale a pena.

Plantas e Algas - Também se encontram em grande quantidade. Até coqueiros existem no Oceanário.

 

Deixo-vos algumas imagens:

 

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