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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

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“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Meditação.. A quanto obrigas!

Hoje vou partilhar uma experiência convosco que não aconteceu comigo, mas com a minha irmã. Ora, toda a gente sabe que a meditação pode conter uma série de benefícios, entre eles:

  • Maior equilíbrio emocional;
  • Reforço sistema imunológico;
  • Redução pressão arterial;
  • Serenidade;
  • Aumento da concentração

A K, convencida por uma amiga que já tinha feito meditação, foi experimentar uma sessão e aqui está o testemunho dela:

 

"Eu, enquanto adepta de experiências novas e alternativas quanto baste (não sei se podemos efectivamente aliar o conceito de alternativo à meditação mas o meu lado cândido crê que sim), aceitei.

Fomos recebidas por um indivíduo de 30 e poucos anos, careca lustrosa e serenidade inquebrável que nos encaminhou para uma sala. Descalçámos-nos e colocámos os sapatos numa prateleira.

 

Vista panorâmica da sala: umas pessoas sentadas encostadas à parede da sala, outras de “pernas à chinês” sentadas sobre uma almofada redonda (perdoem a minha ignorância mas não sei se tem um nome específico. Quem for experiente nestas andanças talvez me possa corrigir) e por fim, e isto sim, já me causou alguma estranheza, algumas pessoas deitadas, cobertas por uma manta e de olhos abertos, fixos num ponto do tecto. Pronto, decidi-me pelas almofadas e sentei-me com todo o cuidado, procurando imitar com precisão a posição dos outros alunos.

Começou.

[Aos 10 minutos] Dor em crescendo na região das coxas (maldita posição de pernas à chinês). Ninguém manifesta sinais de desconforto, enfim, the show must go on.

 

[20 e poucos minutos de meditação] A somar ao debate interno sobre mudar ou não de posição (decisão constantemente adiada pelo silêncio profundo e intimidante da sala), as minhas alergias decidem marcar presença. Sem problema, tinha ido prevenida, era só tentar retirar o pacote de lenços do bolso sem fazer muito barulho e prosseguir com a meditação. Missão bem sucedida, embora sob alguns olhares atentos dos presentes.

 

[30/40 minutos, a verdade é que não tenho bem noção do tempo que passou] Ouve-se um roncar tímido, seguido de um outro um pouco mais para o descarado. Abri os olhos e olhei em volta, uma daquelas pessoas que estava deitada no início da aula tinha adormecido.

 

[Um pouco mais tarde…] O professor/instrutor aconselhou-nos a mudar de posição! Toda uma dança de felicidade dentro da minha cabeça e quase deixei escapar um ahhhh de alívio. Aqui entre nós, este momento também serviu para constatar que não era só uma pessoa que se tinha deixado passar para o outro lado.

 

Fim da aula.

 

Senti-me emocionalmente estranha. Isto da meditação não é para mim."

2013_062_meditacaoatres.jpg

Eu sinceramente acho que adormecia passados poucos minutos. E vocês, já experimentaram? Qual a vossa opinião? 

 

2 comentários

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    Chic'Ana 25.11.2015 10:44

    Pois, eu sou igual, estar quietinha é sinal de uma comichão infernal em qualquer sítio que teima em não passar, os espirros , as cãibras que aparecem vindas sei lá de onde.. A minha salvação era mesmo adormecer, senão não dava!
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