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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Um cabide perigoso

Não há nada melhor do que começar a semana  descansada, descontraída, com um grande sorriso no rosto, e foi assim que começou.. até às 8h.

 

Como vou ter uma formação às 9h e não gosto de estar a interromper, decidi comer umas bolachinhas e atender as necessidades fisiológicas previamente. Com mala, chapéu de chuva e casaco, trato de encavalitar tudo no cabide em miniatura da casa de banho. Levo algum tempo até conseguir atingir o equilíbrio perfeito e voilá, posso finalmente utilizar a sanita.

Estou a meio do processo, quando o telemóvel começa a tocar de forma estridente dentro da mala. Fora o incómodo sonoro que já estava a causar, o factor vibração faz com que a mala comece a deslizar lentamente pelo cabide.. Foi lentamente, mas não devagar o suficiente para que eu conseguisse ter poder de reação.

 

Conclusão: As coisas caem todas completamente desamparadas - o chapéu cai no chão, a mala em cima da minha cabeça e o casaco fica preso pela etiqueta.

 

Qual a necessidade de fazerem cabides tão pequenos? Ou a bem que existem, ou então são somente para enfeitar um espaço que não necessita de qualquer enfeite…

 

ligacoes (1).jpg

O perigo dos tampos soft close

Já ouviram falar daqueles tampos soft close (sanitários), que baixam lentamente? Pois é, uma amiga minha equipou a casa de banho dela com esta brilhante inovação e estava super satisfeita. E o "estava" tem o tempo verbal corretamente aplicado!

 

O menino dela começou a ser independente e a utilizar a sanita de forma autónoma. Ficava realmente contente quando baixava o tampo e o via a mover-se lentamente. E eu pensei, “olha, aqui está algo para os ensinar a fazer desde pequeninos.”

 

Esta mudança e adaptação estava a correr pelo melhor, até que lhe telefonam de urgência da escola a indicar que a criança tinha ido para o hospital. Aparentemente fez o processo normal a que estava habituado: acabou as suas necessidades e baixou o tampo. Só que este não era soft close, baixou rapidamente, e, entalou a criança num dos locais mais sensíveis para os homens: no pénis!

 

Agora já se consegue rir da situação porque tudo não passou de um susto, mas podia ter sido bem pior, e, no entretanto regressou aos tampos normais, pelo menos até ele esquecer o episódio!

ABAAABEckAE-1.jpg

 

E hoje é o último dia para participar aqui!

Porque se deve baixar a tampa da sanita

Este fim de semana foi rico em peripécias com sanitas... Ainda não comecei a escrever e já me estou a rir com o insólito desta situação.

 

É raro levantar-me durante a noite para ir à casa de banho, contudo, surgiu a necessidade de o fazer e lá vai a Ana, estremunhada, com um olho aberto e outro fechado, meio às apalpadelas. Ora, a casa onde estava era a dos meus sogros, e, há certas coisas que ainda não domino, como a altura em que se encontra a sanita.

 

Faço pontaria ao local e trato de me sentar, e aqui acho que se deu uma mistura estranha entre a velocidade com que eu me sentei e a altura a que estava a sanita, juntando ao facto de ter a tampa e o outro suporte para cima.

O que aconteceu? Fiquei entalada na sanita, sim, fiquei com o meu rabiosque preso dentro da mesma e não me conseguia soltar por nada.. Não tinha nada a que me agarrar, fiquei com os pés no ar, e não foi um espectáculo muito agradavel de se ver (felizmente não havia espectadores).

 

Passados uns bons 5 minutos, consegui finalmente soltar-me do objeto aterrador, com a pele toda vermelha..

 

Meus senhores, por favor, baixem sempre as tampas das sanitas para evitar que estes episódios aconteçam!

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Não se esqueçam do passatempo que termina já amanhã!