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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a day... com a C.S

A minha convidada desta semana é a C.S, autora do blog Há mar em mim. E o blog é mesmo isto: uma imensidão de temas e conceitos, tal e qual como o mar, onde nos sentimos embalados por fotografias, textos, ideias, mas também, por ondas revoltas como opiniões e temas mais "quentes" e que tão bem demonstram a personalidade da autora. Gosta de passar despercebida, mas eu arrisco dizer que neste mundo dos blogs é bem notada e apreciada. Uma companheira de sorrisos, de vida, que se lançou nesta aventura no início de Janeiro e que eu espero que continue por muito tempo. Sempre com uma palavra amiga e simpática, não deixem de a visitar!

 

Bom dia, pessoas sorridentes (desta forma estão todos contemplados, certo? Ou não viriam a este espaço que é um dos mais bem dispostos da comunidade Sapo e arredores.)!

 

Correndo o risco de ser 0% original, tenho de começar por agradecer o convite à Chic’Ana, pois ela é uma das pessoas mais queridas deste espaço virtual que todos nós partilhamos e tem sempre as palavras certas para cada um de nós. Para além disso, é a autora de um dos blogs que mais me fazem sorrir, já que tem sempre histórias maravilhosas para partilhar connosco.

Querida Chic, obrigada pelo convite, deixaste-me com os nervos à flor da pele, mas é um prazer estar aqui contigo.

 

Vamos lá a isto…

 

(Só vos peço que não “gozem” demasiado comigo, porque isto é humilhante. Sejam meigos.)

 

Estaríamos em finais do mês de julho, do belíssimo ano de 2015, a C.S., euzinha, tinha acabado de casar com o A. e andávamos à procura de casa para comprar. Depois de vermos muita coisa na internet, selecionámos  aquelas que mais nos encheram o olho e marcámos as visitas. (Devo confessar-vos que eu adoro ver casas.)

 

Na grande maioria das visitas fui sempre com o A., mas houve uma ou outra em que tive de ir sozinha, pois ele trabalha por turnos e, às vezes, torna-se uma missão impossível ele ter horários compatíveis com a maioria dos mortais. 

Após as nossas buscas, descobrimos que havia uma casa que nos agradava e que era bem pertinho daquela que tínhamos arrendada e onde vivíamos na altura, uma zona de que gostávamos muito. Fizemos os contactos necessários e é claro que na hora que dava jeito aos vendedores da casa e ao agente imobiliário o A. estava a trabalhar, por isso decidimos que eu ia sozinha e, caso achasse que valeria a pena, agendaríamos uma nova data para ele também poder opinar. Assim foi...

 

Chegado o dia, um dia de muito calor (importa referir), eu cheguei a casa por volta das 16h e o encontro estava marcado para as 18h. Decidi que tinha tempo de tomar um refrescante duche e descansar um pouco. Só que o pouco durou até às 17:50h, porque passei pelas brasas, claro está. Nisto, acordo sobressaltada, olho para as horas e toca de vestir a correr, porque dava tempo, afinal a casa era já ali. 

 

Saio de casa, chego 5 minutos atrasada (odeio atrasar-me...), peço desculpa ao agente imobiliário, que me explica que o dono da casa estava mais atrasado que eu. Ufa...pensei, ainda bem. Ficamos ali, em conversa de circunstância, e lá aparece o senhor. Apresentações feitas, subimos ao terceiro andar, começo a ver a casa, vou fazendo as perguntas da praxe e...eis que passo por um espelho que, se não me engano, estava no hall de entrada... Eu não queria acreditar! Como é que alguém poderia levar-me a sério, acreditar que eu poderia estar interessada em adquirir alguma coisa encontrando-me eu naquele estado?!

 

Começo a pensar... Penso... E chego à conclusão que não há nada a fazer, que teria de me aguentar, pois não tinha como resolver o problema. Achei que era muitíssimo incorreto pedir para ir à casa de banho, ainda considerei fazê-lo mas não o fiz. O que fiz eu? Começo a acelerar a conversa, de repente o interesse na casa já não me pareceu assim tanto, até porque eu só queria fugir dali.

 

Feitas as despedidas, ainda tive de fazer o percurso a pé até casa e só lá pude virar a blusa para o lado direito. Sim! Com a pressa vesti a blusa ao contrário! Como era possível que eu não tivesse reparado que tinha vestido a blusa do lado contrário?! Como?! Pois aquela era das poucas blusas que ainda conservava a etiqueta (lateral, com direito a botãozinho e tudo), porque eu tenho o hábito de cortá-las na primeira vez que as uso. Com esta maldita não fiz o mesmo.

 

Logicamente que em casa ri à gargalhada, primeiro sozinha e depois com o A., a pensar na minha figura, mas ainda mais a pensar no esforço que os senhores teriam feito por manter um ar sério e não rir na minha cara. 

 

Eu atraio este tipo de situações. 

 

Beijinhos a todos, tenham um ótimo dia! 

 

O que eu me fartei de rir a imaginar a situação. Também adoro ver casas, e é engraçado, que a casa que eu e o M comprámos foi vista primeiro por mim, sozinha, e só depois com ele. Mas.. eu acho que ia bem vestidinha!! 

 

Obrigada minha querida, acredita que foi, e é, para mim um prazer receber-te no meu cantinho! 

 

E tal como a Mafalda, podias estar mal vestida, mas com muita postura! :)

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One smile a day... com a Gorduchita

E para terminar esta semana de feriados em beleza, trago-vos a Gorduchita, autora do blog A Vida da Gorduchita. O blog já conta com 10 anos, teve o seu início em 2007, e começou como um espaço dedicado a quem queria perder uns quilitos. O blog foi evoluindo com o tempo e acompanhando a vida da autora. Hoje em dia podem encontrar de tudo um pouco: desde alimentação, a peripécias da sua filhota, simples desabafos e partilhas, exercício, enfim! Aqui podem encontrar de tudo um pouco, com a certeza que serão sempre bem recebidos, com um amplo sorriso. Têm dúvidas quanto à personalidade da autora? Então leiam a peripécia abaixo e deixem-se encantar!  

Não vou mentir: sonhava há muito ser convidada pela Chic'Ana para esta sua rubrica. E quando vi o seu comentário no meu blog pedindo o meu e-mail, o meu coração bateu forte e pensei: "Será?" E foi! Obrigada! :)

A história que vou contar talvez não seja exatamente hilariante de ler (nem a mais hilariante que me aconteceu), mas foi um acontecimento marcante (a ponto de uns anos depois, uma pessoa numa formação ter vindo ter comigo e dito"tu és aquela que...").
Passo a contar.

Quando andava na faculdade, andava com um carro já usado, que tinha uns 8 anos na altura que os meus pais mo compraram (estávamos em 1996). Era um carro com algumas particularidades.

Um dia, às tantas da noite (seriam 1h ou 2h da manhã), seguia eu a caminho da casa, por uma das tortuosas e ondulantes ruas do Porto, quando a chave do carro salta da ignição. Salta, simplesmente e carro continua a funcionar.
Breve ataque de pânico, e agora o que é que eu faço, como é que desligo o carro. Rápido ataque de lucidez, não é grave, quando estacionar ponho em ponto morto e tento apanhar a chave e desligo. Ok, assunto resolvido.

Uns dias depois, dia de aniversário de uma amiga, vamos a caminho de um restaurante para jantar. Comigo no carro, uma amiga minha, ao meu lado, e atrás dois amigos da aniversariante (que conhecia apenas de 2 ou 3 contactos anteriores). 
Mais uma rua sinuosa e às ondas, e a chave salta novamente. 
Eu, continuando a conduzir e com o ar mais calmo do mundo (afinal aquilo já me tinha acontecido uma vez): "Rita, chegas-me pf a chave do carro, que saltou?"

Se vissem as caras de pânico dos meus 3 tripulantes! A chave quê? Saltou? Como saltou? Tudo a abanar braços e histérico!
De rir! Ficou-lhes marcado!
E eu fiquei a ser a rapariga com o carro com chaves que saltam em andamento! :)

 

Obrigada, eu é que tenho de agradecer por esta história tão caricata que me fez sorrir e imaginar o pânico dos ocupantes do carro. Digamos que ver uma chave a saltar em pleno movimento é motivo para uns quantos ataques cardíacos! Ahahaha, assim que li esta história, lembrei-me de uma BD e de uma viagem de carro emocionante, acho que a tua peripécia está à altura da seguinte:

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 Com emoções fortes, sem dúvida! Ahahah

One smile a day... com a Miss Queer

A minha convidada desta semana é a Miss Queer, autora do blog Dez Segundos. A autora tem uma personalidade que me cativou, primeiro pela originalidade, sim, no primeiro post do blog, aquele que deveria ser o da apresentação, pediu precisamente o inverso: para que os leitores lhe indicassem características próprias que os diferenciavam das outras pessoas e só no segundo procedeu à sua descrição, depois, pelo coração enorme que apresenta. Trabalha com crianças e deixa um bocadinho de si em cada encontro que tem com elas. No blog podem encontrar esta realidade do dia a dia, mas tantos outros pensamentos que fazem dela "uma mulher, sempre à procura de se melhorar, com algumas coisas para dar e muito para receber." Não deixem de a conhecer.

Bom dia, alegria!

Em primeiro lugar, tenho de agradecer o convite à Ana, por me receber na sua casa. Obrigada, Ana!

Em segundo lugar, devo dizer-vos que a tarefa de escolher uma peripécia para vos contar foi difícil… Pensei em contar-vos algo da minha infância. Mas a Miss Unicorn também me convidou para partilhar uma história da minha infância com ela, então optei por algo da minha adolescência. Ponto comum: são ambas sobre rapazes!

Poder-vos-ia contar a história do meu vizinho, que perguntou à minha irmã como se dizia qualquer coisa em inglês e eu, na minha inocência, olho para ele e digo «ó gatão, estás bom?». E a câmara do meu tio estava a gravar… Na realidade, acho que há muitas das minhas peripécias que estão gravadas. Felizmente, já não há leitores de cassetes aí em todas as esquinas! :D

Mas não, vou falar-vos do Tiago. O Tiago é um rapaz muito giro e simpático, que um dia, há 15 anos (acho eu!), decidiu vir ter comigo e apresentar-se, dizer que gostava de sair comigo, de me conhecer… No meio da minha surpresa, não percebi o nome dele.

No entanto, sabia que o Tiago era filho da senhora que tinha um salão de estética na minha rua. O salão de estética tinha o nome da senhora. Então, comecei a tratar o rapaz pelo apelido.

Andámos dois anos nisto. E víamo-nos sete dias por semana. Era na escola, era ao sábado quando íamos à catequese, ao domingo na missa… Eu sem saber o primeiro nome dele, mas a dar-lhe conversa. Entretanto já conhecia a família toda, os amigos… mas não, não aconteceu nada, para desgosto do Tiago, da família do Tiago e da minha família. Até a minha avó que nunca o viu, queria que eu desse uma oportunidade ao moço!

Entretanto, foi o encontro da comunidade Taizé em Portugal. Enquanto esperavam pelas duas meninas que íamos acolher, a mãe e a mana ouviram alguém chamá-lo. Mal chegaram a casa, a primeira coisa que me disseram foi «já sabemos o nome do teu amigo!»… Tiago. Cá em casa, era e sempre será o Smile. Fui simpática na alcunha, não fui? O Tiago tem um sorriso dos mais bonitos que já conheci. E como passava a missa toda a sorrir para mim (era acólito), pegou!

Mas passando à frente. Depois de saber o nome, quando o vi, a primeira coisa que fiz foi trata-lo por Tiago. Não ficou surpreendido (ou pelo menos não demonstrou).

E estão vocês a pensar… então, mas que mal tem andares a tratar o rapaz pelo apelido? Além de seres parva por nunca lhe teres perguntado o nome nesses anos. Bem… é que o apelido da mãe é o do atual marido. Que não é o pai do Tiago. Informação que eu desconhecia na altura. Sim, andei dois anos a trata-lo por um apelido que não é o dele, além de não saber o nome dele. E ele nunca me disse. Portanto, fomos os dois parvos. Ele mais do que eu! Mas podia ter sido pior…

 

p.s.: Continuo uma desgraça com nomes! Mas agora já pergunto.»

(é só para confirmarem quão tola sou. )

 

Não podemos ser realmente bons em tudo.. o teu calcanhar de aquiles são os nomes! Ahahah. E a culpa não é tua, repara: tudo teria corrido bem se os pais ainda fossem casados.

 

Obrigada por esta bela partilha!

 

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One smile a day... com a Happy

A minha convidada desta semana é a Happy, autora do blog Happyness is Everywhere. Só o próprio nome inspira a formar um sorriso e convida a visitar este espaço. Tem como principal mote "O Povo português é essencialmente cosmopolita. Nunca um verdadeiro Português foi português: foi sempre tudo. FP" E é precisamente este "Tudo" que encontramos no blog. Um blog que nasceu no primeiro dia de 2017 e que é fruto do gosto e da própria necessidade da escrita. Repleto de temas da atualidade, reflexões e também uma forte componente pessoal, é um bom local de passagem para um café e uma troca de palavras com a autora, sempre disponível e simpática. Que me dizem? Já conhecem? 

Quando há uns dias abri o email e vi uma mensagem da Chic’Ana, não queria acreditar. A sério? Eu tinha sido convidada a participar na rubrica que tanto prazer me dá ler todas as semanas? E aí começou a saga, o frisson: que vou contar? Ainda para mais, com uma viagem pelo meio, como vou fazer? Fui pensando em situações passadas mas acabou por ser o meu filhote a relembrar-me deste episódio e aqui vai. Espero que esteja à altura da fasquia que a rubrica da Chic’Ana já detém.

 

Correndo o risco da rubrica da Chic’Ana deixar de se chamar “One smile a day”, para se passar a chamar “O cantinho da bicharada” ou algo do género, vou perpetuar o tema e falar de bicharia indesejável… Esta história tem pouco do real da realidade, mas quando é que podemos afirmar que o psicológico não é real?

Então recuemos uns anos, a uma das minhas viagens. Dois dias antes, uma insónia daquelas, que me fez agarrar a um livro. Li-o de enfiada, mas o sono não vinha e então liguei a televisão. Zapping à procura de alguma coisa minimamente interessante e eis que… Aracnofobia! Lembram-se do filme? Tem muitos anos mas eu nunca tinha visto, até porque esses rastejantes (aliás quaisquer rastejantes) me enervam e portanto esse seria um filme a nunca ver. Penso que estar em défice de sono e com apenas um terço dos neurónios a funcionar terá tido toda a importância na escolha que fiz nessa noite. Pois, vi o filme. Horrível, só vos posso dizer que era horrível. Já não me lembro da história – aliás acho até que deve ser como os filmes pornográficos – a história não é o importante, o que conta são as cenas. E Oh meu Deus, se havia cenas… Ele eram aranhas a sair do lavatório, das paredes, dos colchões, das… bem, já perceberam a coisa, não é? O filme terminou, a noite terminou e não voltei mais a pensar nisso.

 

Mas depois fui para a República Checa e nessas viagens que costumo fazer, o hotel é normalmente por conta da entidade organizadora. A maior parte das vezes, ficamos em bons hotéis, mas por vezes somos surpreendidos com inovações que nos sabem bem por marcarem a diferença, por serem uma alternativa a hotéis e qualquer alternativa é bem- vinda. E seria o caso desta viagem, caso eu não tivesse visto o Aracnofobia!

Então, depois do jantar, levam-nos a uma entrada de uma floresta, dão-nos um mapa dos alojamentos e dizem-nos que só temos de passar a cancela, seguir o trilho e depois o mapa. Ligámos os telemóveis para ter mais um pouco de luz e lá fomos todos andando pelos trilhos até chegar às cabanas de cada um. Sim, cabanas! Sim, no meio da floresta.

Cheguei à minha. Cabana de madeira. Paredes de madeira. Soalho de madeira. Podia ser pior?
Claro que podia! Mas a imaginação tem um poder estrondoso!!

 E foi assim que passei a pior noite da minha vida, querendo adormecer mas com medo de adormecer, e sem ter visto claro, uma única aranha ao vivo!!

 

Penso que todos nós temos uma situação que nos faz rir às gargalhadas quando a recordamos, e este é um belo exemplo disso mesmo. Por compreender bem este sentimento, estava a imaginar-me a fazer exatamente o mesmo! 

Quando vejo um filme mais intenso a dificuldade em adormecer é grande, então num local desconhecido, cabanas de madeira, onde as aranhas podiam ser uma constante!! Ui!!!

 

Muito obrigada por mais uma fantástica participação.

 

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One smile a day... com a Tiffany

A minha convidada desta semana é a Tiffany, autora do blog Ukuhamba. A Tiffany surgiu há relativamente pouco tempo na minha vida, mas de facto conquistou o seu lugar. Tem uma personalidade cativante, que nos conquista com poucas palavras, sempre disponível, simpática e amiga. No blog fala-nos sobretudo do seu dia a dia e de episódios marcantes pelos quais passou (inclusivamente enquanto hospedeira de bordo), mas podem também encontrar fotografia, moda, maquilhagem e entrevistas a outros bloguers. Sem mais demoras, aqui segue a sua peripécia.

 

Quando a Ana me convidou para participar na rúbrica “One Smile a Day” admito que me colocou um sorriso nos lábios! Admito também que 2 segundos depois já eu estava a pensar qual seria a história hilariante (foi assim que ela colocou a fasquia! Ai ai)! E pronto, foi fatal, tive uma branca de quase 1 semana!

 

Para ser franca neste preciso momento estou a escrever e ainda estou a rever a minha vida toda á procura de alguma situação engraçada! Não é que não haja várias, mas ás páginas tantas já as contei tantas vezes que já toda a gente sabe que eu caio em qualquer lugar, sim nos menos convenientes: desde “atirar-me” para debaixo de um autocarro que ia a passar; até cair da escadas da igreja em pleno casamento de um amigo (e não, ainda não tinha bebido!). Bem quem me conhece sabe que situações caricatas são comigo!

 

Mas decidi partilhar hoje convosco uma que ainda me faz rir ás gargalhadas!

 

Para quem não me conhece eu era hospedeira de bordo; então certo dia num voo de Doha para Lagos (Nigéria) eu tive direito a um pedido de casamento por parte de um estranho! Não, não foi nada romântico! E sim, foi motivo de gozo por parte da crew toda!! Até o piloto fez questão de vir espreitar quem era o meu pretendente!!! Nada mais nada menos do que um Nigeriano de quase 2 metros de altura por 1m de largura... Sim!

 

Bem, vamos lá á história:

 

Tal como em todos os voos nós temos de ser cordiais e simpáticas; penso que eu ás vezes fingia bem de mais... ah ah

 

Lembro-me de ter servido todos os passageiros da minha zona; e como era comum neste voo este cavalheiro em especifico repetiu a refeição e a bebida. Sim nós servíamos bebidas alcoólicas (quase) á discrição.

Conclusão, depois do serviço, estava eu na galley (cozinha do avião) e este senhor vem ter comigo por repetidas vezes pedir-me mais Whiskey. Ok, foi sempre cordial e simpático; não apresentava sinais de embriaguez, eu fui servindo.

Até que á terceira ou quarta vez, este senhor decidi alapar (literalmente) na galley e começou na conversa com as hospedeiras; com especial foco para mim. Mas até aqui tudo bem; e nada fazia prever o que se avizinhava!

Do nada este senhor ajoelha-se e diz-me “If you Wish I will make you my woman”!

Primeiro rimos todos e ficamos a olhar para ele, talvez á espera que ele risse também!!!

Mas quando percebemos que o sr não estava a brincar, e que o seu joelhito não saia do chão... eu respondi meia atónita  “ I don’t wish, but thank you” 

 

Ele levantou-se muito sério e descreveu todos os motivos pelos quais eu deveria ser a sua esposa! E na cabeça dele era nada mais nada menos, porque eu estava muito magrinha e com certeza ganhava mal, portanto ele ia cuidar bem de mim e dar-me de comer! Para além disso, nunca mais teria de trabalhar na vida; e ele era um homem sério e bom, as outras esposas deles podiam atestar isto!!!!

Claro que ele era muçulmano, e temos de ter em consideração todas as diferenças culturais! Mas... “If you wish” passou a ser motivo de gozo para sempre!!!

O sr não se cansou de me repetir o pedido! E nós apelidamos-o como “If you wish!”

Passou o resto do voo a sassaricar atrás de mim e a dizer “If you wish....”

Claro está que eu fui gozada eternamente, e nesses dias a crew já só me chamava de “If you wish”, fora o gozo que levei durante semanas no whatsapp!

Deixo uma imagem exemplo... 

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 Muito obrigada a todos pelo tempo de antena, espero que se tenham divertido com a minha “sorte” :P

 

Ahahaha, o que eu me fartei de rir, foi sem dúvida uma situação muito constrangedora que deve ter ido da parte cómica à aterrorizadora. Não gostava de ter passado por algo semelhante!

Obrigada pela partilha, um grande beijinho Tiff!

Deverias ter tido como colega o retratado abaixo, aposto que ele arranjava uma solução imediata para o teu problema:

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One smile a day... com a T

A minha convidada desta semana é a T, autora do blog Depois dos 30. O blog dela é tal e qual um diário, tem como frase motivacional, tornar os 30 os melhores anos da vida dela, e eu penso que o está a conseguir.. Pelo menos as maiores mudanças estão a acontecer sem qualquer dúvida! Tem sido um prazer para mim partilhar a gravidez com ela, mas não, não pensem que somos uma chatinhas sempre a queixar-nos e a querer ser cada uma "pior" que a outra. Não, a nossa dinâmica é muito diferente. São mais as vezes em que partilhamos conhecimento (palermices) que outra coisa, e a maior parte das conversas são terminadas com um amplo sorriso! A boa disposição e a simpatia são características muito vincadas na sua personalidade, é de muito fácil trato, e é um instante até lhe chegarem ao coração! Se ainda não a conhecem, está na hora de o fazerem, garanto que não se arrependem! 

Olá!

Antes de começar quero agradecer muito à Chicana não só pelo convite, mas também pela amizade! Nunca pensei engravidar e ter uma amiga sempre do meu lado a passar pelo mesmo!  Acreditem ela tem uma paciência que merece um prémio!!! Merece apenas o melhor!!!

Vamos lá então!!!

De peripécias, quem me segue sabe que a minha vida está repleta delas, escolher uma fica difícil, então ficou mais fácil lembrar-me de algo muito antigo, uma histórias das primeiras que me lembro, que realmente me fez rir e que me faz rir muito agora só de me lembrar da cara da minha mãe!

 

Devia eu ter uns 4 anos, o pátio lá de casa ainda tinha relva e uma árvore que serviu para um belo baloiço feito pelo pai que era diversão do verão! Os vizinhos vinham andar de baloiço, era uma festa!

 

Certo dia ao pé do baloiço, apareceu uma cabrinha!!!! Era tão linda, toda branquinha um mimo! Mesmo dando marradinhas, fazia as delicias de quem ia para lá e ainda “aparava” a relva!

 

Um dia ao sair para a rua com o olho no baloiço, olho para a cabrinha que andava toda animada a comer a árvore, e vejo na parte de cimento um monte de bolinhas pretas!

Tanta bolinha para brincar! Eram tão giras!!!!!

Enchi toda contente e orgulhosa uma mão de bolinhas, desatei a correr ter com minha mãe: oh mãe olha, olha que lindas!!!”

Ao que a minha mãe assustada gritou: “Isso é cocó de cabraaaaa!!!! Mete isso para o chão!!!!” E do nada vem outro grito: ”Não é aqui no chão da cozinha!!!!!!! O cocó é para a rua!!!!! (fui então apanhar o cocó!!!) não é com as mãos T. é com uma vassoura!!!!! (pego na vassoura e…) Não é a vassoura de casa é a da rua!!!”

 

Escusado seria dizer que o meu pai só se ria…e que foi ele que acabou por apanhar o cocó!!!

Eu…fiquei triste, pensei que tinha ganho mais um brinquedo e era apenas…cocó!! (que criança…contentava-me com pouco lol)

 

Agora só espero que o meu bebé venha um pouco mais inteligente que a mãe!!! Hehehe

 

Espero que tenham gostado de mais uma “maravilhas” da historia da minha vida!

Beijinho grande a todos!

 

Ahahah, pronto, na apresentação esqueci-me de referir os seus gostos estranhos, mas também não posso revelar tudo, não é? O que eu me fartei de rir ao imaginar a cara da mãe dela... Sim, ela deve ter sido fresca, deve!

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 (Mas a mãe arriscou)

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E o vencedor do passatempo Presentinhos da Susy:

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Muitos parabéns!

One Smile a Day com.. a Marta

A minha convidada desta semana é a Marta. A Marta tem dois blogs muito marcantes nesta comunidade do Sapo: O clube de gatos do Sapo, um blog que pertence a todos os gatos do Sapo, que aqui têm um cantinho para reunir, para contar as suas aventuras do dia a dia, dar conselhos, partilhar conhecimentos e experiências, nunca esquecendo o humor tão característico que os caracteriza. E o seu blog pessoal, Marta - O meu canto, um local onde deposita as suas reflexões, o seu dia-a-dia, os acontecimentos que mais a marcaram, partilhando sempre o seu pensamento, ideias, opiniões e mesmo estados de espírito. Opiniões sempre sem filtro e que sabem tão bem ler! A autora? Uma simpatia, sempre disponível para colaborar com tudo e todos. Uma lufada de ar fresco.

 

"Quem quiser assistir a uma cena de terror, suspense, ação e comédia, não precisa de ir ao cinema!

Basta estar ao pé de mim, no momento em que eu descobrir um bichinho indesejado no meu território!

Eu até nem gosto de fazer mal aos pobres coitados, mas eles insistem em me visitar sem serem convidados, e habitar na minha casa sem pagar renda!

Tendo em conta os inúmeros crimes que já cometi, pode-se considerar que sou uma “serial killer” extremamente perigosa!

E não digo isto só em relação às vítimas, mas também para quem esteja por perto, que se assusta mais com a minha histeria do que com o resto!

  

Matadora de aranhas

Uma vez, por causa de uma aranha que estava no meu quarto, mandei um grito tão grande que, quem lá estava em casa, pensava que me tinha acontecido alguma coisa grave!

E quando fui buscar um saco à dispensa, e me deparei com uma aranha lá dentro? Peguei no saco pela ponta oposta, e sacudi a aranha. Ela, esperta, em vez de cair, começou a subir o saco. Dou uns gritos, uns saltos, mais uma sacudidela e ela cai no chão.

Ponho-lhe o pé em cima, mas ainda corre que nem louca a tentar safar-se. Sem sorte, porque volto a atacar, e esborracho-a no chão.

 Em outra ocasião, outra vez com uma aranha como protagonista, chegámos ao estacionamento e tentámos eliminá-la. Pensávamos que ela já teria caído ao chão, mas ela apenas se escondeu. Quando a bicha, que eu julgava já desaparecida, voltou a surgir no espelho retrovisor do carro, do lado do pendura (ou seja, o meu), dei um tal salto e um grito que quase provocava um acidente, em plena estrada!

  

Matadora de osgas

Tive também algumas cenas hilariantes com osgas.

Uma delas, descobri que se enroscou no corredor, por baixo da cadeira auto da minha filha. Depois do pânico inicial, resolvi-me a dar-lhe umas quantas “cadeiradas”, até que lhe separei o rabo do resto do corpo!

Nessa altura, já suava e tinha o coração a mil à hora. Mas como sou amiguinha, depois de morta, ainda a coloquei à sombra de uma planta do vizinho!

Outra vez, estava eu a tentar fazer uma boa ação, e encontro outra. Peguei no regador e fui enchê-lo com a mangueira, no quintal. A mangueira desencaixa, e salta água por todo o lado! Nisto, uma osga que por ali andava escondida sentiu-se incomodada, saiu do esconderijo, e apareceu à minha frente. 

Já devem estar a imaginar a cena! Mandei-lhe com a pouca água que tinha no regador, mas nada. Tentei pôr a mangueira a funcionar mas, com a pressão, saltava de novo. Peguei num balde que tinha lá cheio de água e despejei em cima dela. Lá consegui que saísse pelo buraco para o lado de fora.

No entanto, o raio da bicha é mais esperta que eu e, quando espreitei, já estava a subir o muro para voltar cá para dentro do quintal.

Tanto tempo demorei a tentar encaixar a mangueira (sem sucesso), que acabei por não regar as ervas e, quando fui ver, já a osga tinha desaparecido.

No dia seguinte, estou no quarto com o meu marido e vou abrir a janela. Assim que a abro apanho um susto, dou um salto, um grito, passo pelo meu marido e só paro no corredor! Estava uma outra osga, mais pequena, no parapeito da janela!

Diz o meu marido: "então e deixas a janela aberta, para ela entrar?!". Lá foi ele fechar a janela e eu, armada em valente (depois de ele me ter dito que ela parecia morta), pelo lado de fora, munida com um mata moscas, para tirar de lá o bicho e comprovar o óbito!

Mandei-a para o chão, não se mexeu. Parecia mesmo morta. Menos mal. Fui empurrando até que a mandei para o terreno do vizinho.

  

E as carochas ou escaravelhos?!

Houve uma ocasião em que um deles me visitou durante a noite. Dei-lhe umas quantas pantufadas até o matar. Não consegui dormir descansada. E de manhã, ainda me certifiquei que não tinha fugido!

Mais recentemente, deparei-me com um deles no quarto. Entrei logo em modo "pânico - bicho a bordo". Achando que uma pantufa não seria suficiente para dar cabo daquela coisa, corri em segundos ao outro lado para buscar uma bota, com sola de madeira, determinada a deixar o bicho bem "morto morrido". Enquanto isso, as gatas observavam-me e, provavelmente, pensavam o que raio estaria eu a fazer, ou se teria enlouquecido! 

Uns dias depois, desta vez na cozinha, novo bicho igual. Com os nervos, desatei a berrar que nem uma louca, e a bater com o pé em cima daquilo, qual guerreira em pleno combate!

  

Por último, não poderiam faltar as centopeias!

Sempre que me deparo com estes bichos nojentos, mutilo-os, esborracho-os, dou-lhes com a primeira coisa que tiver à mão, que seja eficaz.

Como já perceberam, as minhas armas passam muito pelo mata moscas, pantufa ou bota.

Porque não uso a vassoura? Porque acho que, no meio daquela rama, os bichos ainda me fogem, ou ficam lá escondidos, em vez de morrerem, e já não consigo estar descansada em casa.

E, quando me assusto, assusto também o resto da família, com os meus guinchos histéricos e reações hilariantes!

 

Marta, até fiquei com pena dos bichinhos que se poderão vir a cruzar contigo. Tu és uma autêntica exterminadora, qual caça fantasmas de arma sempre em punho! Obrigada por esta bela partilha.

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 Aproveitem o fim de semana para participar no passatempo bem docinho!

One Smile a Day com.. as Deemak Twins

As minhas convidadas desta semana são as Deemak Twins, pois é, vêm aí sarilhos a dobrar. E quem são estas meninas? Duas irmãs, gémeas, Lucília e Isabel, que para além do gosto pela escrita, têm também a paixão das artes manuais em comum. Podem encontrar o trabalho delas no blog Handmade with care by Lucybel, que tem peças lindíssimas e que podem ser personalizadas ao gosto de cada um. Para além deste gosto por peças de artesanato, são também apaixonadas pela vida, pela natureza, pelos animais e por isso, não poderia deixar de referir o blog de nome Manguliaucatafau, que tem fotos muito bonitas e sempre engraçadas dos seus animais de estimação. E sim, como não há duas sem três, a Isabel brinda-nos com a sua poesia no blog A poesia da Isamar. Dúvidas sobre qual visitar? Fácil! Os três, muito diferentes entre si, mas que valem bem a viagem!

 

Devíamos ter uns 8 anos e nas férias grandes da escola costumávamos brincar com a nossa amiga Sara, ou na nossa casa ou na casa dela.

Foi numa das idas a casa dela que, depois de muita brincadeira, ela nos mostrou um enorme livro de receitas da mãe. Ficámos deliciadas a ver as receitas e decidimos "levar" uma para casa e experimentar.

Ora, a escolhida foi "biscoitos de manteiga".

 

Nesse mesmo dia resolvemos fazer os biscoitos para dar ao Pai e à Mãe. Seguimos a receita à risca e depois do Pai chegar do trabalho demos a  saborear os biscoitos.

Depois de provarem, os pais olharam um para o outro e a Mãe perguntou: "em que taça bateram a massa?" e nós dissemos em conjunto: "naquela azul".

A Mãe desatou a rir e disse que era o alguidar que ela usava para descascar as batatas. Ou seja, os biscoitos sabiam a batata!!!!  Fomos provar e realmente estavam horríveis. Tiveram de ir para o lixo.

A partir daquela dia nunca mais usamos o "alguidar azul". Mas os pais adoraram o nosso gesto.

 

Ahahaha, está aqui uma bela história, e claro que os pais adoraram, mesmo com gosto a batata, tinham sido as meninas a fazer a surpresa e que bela surpresa! 

Muito obrigada pela partilha.

 

E claro que não foi tão bombástica como a tirinha abaixo:

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One Smile a Day com.. a Alexandra

A minha convidada desta semana é a Alexandra, autora do blog Blog de Algo. E o que poderemos encontrar neste blog, será que é necessário responder? Pois está claro, de tudo um pouco. O que mais se destaca a meu ver é a simplicidade! As opiniões são simples, diretas, incisivas. É um blog que se pode considerar real, sem grandes malabarismos: conta com mau humor, sarcasmo, mas também bom humor e positivismo. Concluindo, o blog dá tantas voltas quanto as nossas emoções. Quem é a Alexandra? Podia ser qualquer uma de nós. Espreitem e digam de vossa justiça.

 

Tenho que fazer algum tipo de "depoimento"? ou é só contar a história? 
Para já, vai a história
 
Por certo há muitas outras situações para rir, mas assim que me  lançaste o desafio, parece que sofri de uma branca e não me conseguia lembrar de nada digno de registo. Depois lembrei disto.
Acho que é a situação mais embaraçosa por que passei, mas agora rio-me cada vez que me lembro e lembro-me cada vez que vou à farmácia.
 
Um dia fizeram uma limpeza num terreno aqui perto de casa e ao revolverem as terras "soltaram" uma praga de pulgas. A rua ficou infestada, as casas ficaram infestadas e eu fiquei infestada. 
Sou alérgica à picada da bicha, faço borbulhas gigantes e tenho uma comichão desesperante. Fui à farmácia e pedi um remédio para me passar a comichão da picada de pulga. O senhor não sabia porque raio eu tinha pulgas em casa, n'é? Estão a ver a vergonha?
 
Não, não estão.
 
Eu vou sempre à mesma farmácia. O senhor já me conhece. Foi mesmo uma vergonha.
 
Alguns meses depois um primito meu "participou num concurso" do colégio dele, cujo tema era: Quem consegue colecionar mais piolhos. Ou seja, houve uma praga de piolhos na escola. Veio passar o dia a minha casa. 
Estão a ver quem é a pessoa da família que quer para si toda a bicharada comichosa que existe? Sou eu. 
Pois que também adquiri uma coleção de bichinhos para a minha cabeça... 
Onde tive que ir? à farmácia, pedir um remédio para os piolhos. 
 
Quem me atendeu? 
O mesmo senhor, que obviamente, atende muita gente e já não se lembrava das minhas pulgas. Certo? 
 
Errado!
 
Senhor da farmácia:
- É muito atraente para a bicharada!!
Eu morri, mais ainda consegui dizer:
- Por favor, não brinque com coisas sérias.
 
Estou à espera da próxima vez que vou à farmácia pedir um remédio ainda mais constrangedor. 

Desta vez não posso dizer que me identifico com a história, porque nunca tive uma infestação de pulgas, e ainda bem, pois faço alergia ás mesmas. Quanto a piolhos, já tive sim senhora, e aquelas comichões, ai, as comichões, são terríveis!!!!

 

Contudo, acho que ainda não atingiste a pior bicharada! Aguardo pela continuação da história.. (estou a brincar, espero que esta não apareça)

 

Obrigada por esta bela partilha =)

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E hoje podem encontrar-me também na "casa" da Daniela

Um bom fim de semana e bom feriado para todos. Até terça =)

One Smile a Day com.. a Beatriz

Este One Smile a Day tem um gostinho especial, e porquê?! Porque a autora da peripécia de hoje não foi convidada. Eu explico: estava a participar no projeto "A uma Carta de Distância", que consiste precisamente em enviar uma carta física a uma pessoa que nos calhe em sorteio, e, no mês de Fevereiro fui contemplada com uma carta da Beatriz. Uma menina que eu não conhecia, mas que é a autora do blog Trovoada dos Sonhos. Em primeiro lugar, a carta comoveu-me, falou-me dos seus sonhos e inspirações, o curso que desejava e o que se encontra a frequentar. Sempre com um espírito muito leve, aberto e sincero foi discorrendo palavras em cerca de duas páginas. Adorei conhecê-la e tenho a certeza que também vão gostar bastante de ir ao seu espaço... Sem mais demoras, aqui segue uma peripécia relatada na carta..

 

Quando eu tinha uns 7/8 anos (ou até menos), numa tarde de verão, estava sozinha em casa da minha avó e deu-me uma enorme sede! Procurei alguma garrafa ou garrafão de água, até que encontrei uma garrafa de água em cima de um armário e quase por estrear.

Maravilha, era tudo o que eu mais queria naquele momento. Então o que é que eu fiz? Pus-me a beber a água!

 

Mal engoli o primeiro gole fiquei com a garganta a arder imenso, parecia que tinha uma fogueira dentro de mim. Tossi, fui para a rua, esperneei e lá passou. 

Ufa, apanhei o susto da minha vida!

 

Quando a minha avó chegou, fiquei a saber que aquilo não era simplesmente água, aquilo era aguardente!

Ainda hoje não consigo beber tal coisa, tal foi o trauma.

 

Eu confesso que não me posso rir muito da situação, pois a meio da noite já me aconteceu fazer confusão idêntica, mas já não tinha nem 7, nem 8 anos, era bem mais velhinha. São as partidas que os sonos nos pregam.

Beatriz, mais uma vez, gostei imenso de te conhecer! 

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(Nota: A banda desenhada nada tem a ver com a situação acima descrita, mas adorei a resposta do garoto e tinha mesmo de a colocar).