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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

O quartinho

Faltam pouquinhas semanas para conhecer a Little B, a ansiedade já aperta, está presente em todo o lado: Será que já temos tudo organizado? Será que falta alguma coisa fundamental?

Temos seguido várias listas de produtos essenciais e temos contado com apoio de pessoas bem mais experientes que nos têm tranquilizado, contudo, há sempre aquele nervoso miudinho..

 

Hoje decidi partilhar convosco algumas imagens que nos têm preenchido os dias: 

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O detalhe da árvore, uma cerejeira em flor que foi pintada pela K, obrigada, realmente nunca me canso de te elogiar, porque faltam palavras para descrever o quão talentosa és. 

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A cómoda da nossa princesinha que já conta com algumas roupinhas: 

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Obrigada mãe por seres um apoio constante nesta caminhada e por toda a magia que fizeste com simples tecidos (candeeiro, colchas, almofadas e peluches, cortesia da minha mãe). 

 

Obrigada a todos os que contribuíram, embelezaram e fazem este percurso connosco, muitas delas bloggers, que hoje em dia são amigas, muito importantes e que têm um lugar muito especial no meu coração! OBRIGADA!

Resiliência

E chegados à última quarta-feira do mês de Junho, temos o desafio palavras (quase) perfeitas com um tema deveras pertinente: resiliência!

 

Vou aproveitar este tema e este espaço para fazer uma homenagem a uma das pessoas mais resilientes que eu conheço: a K, a minha irmã.

 

Desde pequena que o sonho dela era seguir medicina. Tentei sempre apresentar-lhe 3 ou 4 alternativas, para constarem como plano B, pois todos sabemos o quão difícil é entrar num curso com médias sempre muito elevadas. Basta um deslize num exame para já não conseguir entrar no mesmo, e tantos, tantos alunos que ficam com este papel ingrato, um sonho negado por milésimas, mas as minhas tentativas foram sempre negadas.

Ela foi crescendo e o sonho foi cada vez mais ganhando forma. Passou a ser uma super-aluna, passou a trocar os fins de semana de diversão e convívio por fins de semana de trabalho e de estudo, afinal, as boas notas carecem disso mesmo. Sempre foi uma boa aluna, mas isso não chegava, nos últimos três anos tinha de ser uma aluna de excelência.

 

Para todos os obstáculos que lhe apareciam ela tinha uma solução, mas havia algo difícil de contornar: ela precisava também de ter boa nota a educação física (na altura ainda contava), e a professora embirrou com ela só porque sim. Excelente atleta de natação, boa aluna nos diversos desportos, sempre notas elevadas nos testes. Não podia fazer mais por causa da asma, e para isso tinha um atestado a comprovar precisamente essa limitação.

No final do 10º ano teve um 13, nota que lhe baixava a média e que podia ser a causadora de um fechar de portas para o seu sonho. A nota foi levada a concelho de turma e nem assim a professora acedeu à sua subida. 11º ano, a mesma história, inscreveu-se em TODOS os apoios de Educação Física que a escola tinha, participava em todas as atividades e mais algumas, corria fora da escola, chegada ao final do ano, o fatídico 13 novamente.

No 12º ano, a pressão foi mais que muita, ano decisivo para a entrada no ensino superior. Um ano de muitos nervos, porque com o 13 a Ed.Física, mesmo se tivesse 19 a todas as outras disciplinas, a média caía para 18. Por muitas reclamações, queixas, mesmo pelos restantes professores, a professora de Educação Física recusou-se a mexer na nota e terminou com mais um 13. O fantasma que a assombrava há já 3 anos, recusava-se a ir embora..

 

Fez os exames, melhorou tudo quanto era possível.

 

Chegada a hora da candidatura, desde Açores, a Madeira, a Beira Interior, foi tudo contemplado (teoricamente são as que têm as médias mais baixas).. mas como a esperança é a última a morrer, Lisboa foi colocada em primeiro lugar.

Por todos o esforços, por toda a dedicação ao longo dos anos, a média de medicina miraculosamente baixou naquele ano e ela entrou na primeira opção, Medicina em Lisboa, e com uma grande margem. 

 

A escola, pública, que ela frequentou ainda hoje, anos depois, dá o exemplo dela de entrada em medicina, orgulhosamente ostenta a bandeira de ter colocado alguém num curso tão exigente. É uma situação que me revolta por todo o empenho que ela sempre revelou e pela forma como sempre foi tratada pela escola.

 

 

Sei que é uma opinião muito tendenciosa, mal era se não fosse, mas é uma pessoa extremamente humana, sensível, que será (já o é) uma Médica sempre focada no paciente e bem estar em primeiro lugar. Uma pessoa que se preocupa com o outro, que tem sempre um sorriso e uma mão amiga a estender. Desdobra-se em quantas for possível para conseguir resolver todos os problemas que lhe apareçam. É o meu orgulho, a melhor irmã que eu poderia desejar. E sei que com ela as dificuldades existirão, mas serão sempre mais simples de ultrapassar! Obrigada K, pela lição de vida que nos dás e transmites diariamente, por este nunca baixar de braços..

 

Podes vergar, mas não quebras.. e se um dia quebrares, eu estarei aqui para colar todos os pedacinhos e te devolver todo o teu esplendor!

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Este desafio foi criado pela Cris e podem ver o resultado de Maio aqui. Qualquer um é livre de participar e é muito engraçado ver as várias formas como cada blogger interpreta a mesma questão.

A culpa é do sistema!

Quem frequenta uma atividade desportiva tem de efetuar o seu pagamento até meados do mês. No meu caso, a piscina pode ser paga até dia 8. Portanto, a semana passada, lá fui eu e a minha irmã regularizar a situação (temos o luxo de conseguir fazer uma atividade em conjunto). Tudo pago e certinho, no momento de passar os torniquetes davam bloqueados.

 

Dirigimo-nos à receção e questionámos a origem do problema. O que resultou na seguinte conversa de tolos…

 

Senhora da receção: É fácil, então, ainda não estão no horário da vossa aula.

Chic’ Ana: Estamos sim, sempre fizemos natação a esta hora, e até ao mês passado estava tudo regular.

Senhora da receção: Então deixem-me investigar. As meninas são autarcas?

Chic’ Ana: Sim, nós temos natação à quarta!

K: Não Ana, ela questionou se somos autarcas.

Chic’ Ana: Autarcas?! Bem me parecia que não tinha soado bem.. mas autarcas, não, não somos.

Senhora da receção: Então das duas uma, ou realmente são autarcas e não sabem, ou têm mais de 65 anos!

Chic’ Ana:  Não existe outra hipótese?! É que autarcas não somos garantidamente e nem a soma das idades chega aos 65 anos.

Senhora da receção: Pois, mas o sistema só apresenta estas hipóteses.

Chic’ Ana: Então mas o sistema deve estar errado, provavelmente associou o nosso registo aos de outras pessoas com esse perfil.

Senhora da receção: Vou falar com o coordenador para investigarmos a questão. Mas têm a certeza que não correspondem a nenhuma das situações?

Chic’ Ana: Garanto-lhe que não.

 

A meio da aula, somos confrontadas com o coordenador, que estando a par da situação resolve vir meter-se connosco, a dizer que somos as atletas mais bem conservadas que já tiveram lugar naquela piscina, sendo que uma de nós até tinha uma surpresa no seu interior, provavelmente uma autarca em ascensão.

 

Uma pessoa ouve com cada uma, é o sistema! E só o sistema está correcto, enfim!

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Volto na sexta-feira, com uma peripécia que não vão querer perder! Só de me lembrar já estou a sorrir... Bom feriado!

 

Passatempo a decorrer aqui! 

Uma bebé teimosa

Mas ela já cá está fora?! Nada disso.. É teimosa já dentro da barriga! Eu explico.

 

A K foi a primeira pessoa a quem eu contei que estava grávida (O M já sabia, obviamente). Desde essa altura que a felicidade dela é enorme, e, sempre quis ser das primeiras pessoas a sentir a bebé a mexer..

 

Parece é que a bebé é do contra e quer que ela seja uma das últimas pessoas a ter esse prazer. Ora vejamos os seguintes episódios:

 

Cenário 1: Acabo de almoçar e é uma festa dentro da barriga - esperneia, saltinhos, ondulações, uma pancadinha aqui e outra ali. Grito para quem me quer ouvir que a bebé se está a mexer.

Chega a mãe, coloca rapidamente a mão na minha barriga e exclama: “Eu senti, eu senti! Anda K, corre”.

Chega a K, passados uns segundos e o movimento pára automaticamente. Eu mexo, remexo, dou uns saltinhos, estou ali mais de 15 minutos e nada. A K desiste, retira a mão, vira costas e a bebé recomeça a mexer..

Atira-se em desespero à minha barriga e mais uma vez o movimento pára e não volta a mexer até ela sair da divisão!

 

Cenário 2: Em plena ecografia - Temos direito a levar apenas um acompanhante, mas quando foi para ter a certeza do sexo do bebé, a K foi connosco, pedimos ao médico se ela podia entrar e ele acedeu, dizendo que quando estivéssemos a meio da ecografia, ela poderia entrar. Assim foi. A bebé mexia e remexia, comigo, com o M e com o médico. Quando a K entrou, quis filmar o momento...

Bom, tenho um vídeo no telemóvel dela que mais parece uma fotografia, tal a forma e posição estática que a bebé adoptou! (O médico agradeceu pois conseguiu retirar as medidas mais facilmente)

 

Sinceramente eu prefiro pensar que a K tem um jeito, uma aura especial para a acalmar, que é uma espécie de encantadora de bebés, em que basta a sua presença para eles sossegarem imediatamente. Mais alguém tem uma explicação lógica para que isto aconteça!? Por favor?!

 

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O mais caricato: A minha irmã está neste momento a fazer estágio em obstetrícia - já viu e sentiu imensos bebés a mexer dentro e fora da barriga, à exceção da própria sobrinha!

 

Amanhã, feriado de Santo António, o blog estará de férias!

 

O disparate vem de família

A minha irmã a semana passada teve uma serenata na faculdade e combinou previamente com uma amiga regressarem de Uber ou Táxi. Chegadas as 2h da manhã, e com hospital no dia seguinte, acharam que era tempo de dar por terminada a festa e chamaram um Uber através da aplicação.

 

Constataram que esta aplicação tinha associado os dados de paypal de uma colega delas, que não tinha ido à festa. Ora, em cima da hora, lembraram-se de manter o registo e devolver o dinheiro logo de seguida.

O plano até estava a correr bem… só que o Uber não conseguia dar com o ponto em que elas se encontravam e toca de ligar para o contacto associado à conta: O da colega que estava a dormir..

 

Reação da colega: Pensar que tinha tido um ataque de sonambulismo e que andava a chamar Uber’s nos sonhos. Finalmente fez-se luz, depois da explicação do condutor, e enviou uma mensagem a ambas a dizer que o Uber estava à espera na rua X.

 

Como este nunca mais chegava, decidiram cancelar a requisição e chamar outro, que desta vez, funcionou às mil maravilhas, enviou o nome do condutor, os dados do carro e foi mostrando a distância a que se encontrava em minutos.

 

Minuto zero, vêm um carro a abrandar à porta da faculdade, a chover… nem pensam duas vezes, correm para dentro do mesmo.

 

Uber: Boa noite, então vamos para a rua Ferreira…

 

Olham muito aflitas uma para a outra, olham em redor, para o motorista e chegam à simpática conclusão que tinham entrado no Uber sim, mas no Uber errado! Pediram mil desculpas, saíram e lá conseguiram dar finalmente com o Uber para elas.

 

Distração? Sim, é o segundo nome da K.

 

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Gulodice

Eu sou gulosa, mas sou uma gulosa muito seletiva: bolos, doces, salgados não me conquistam. Chocolate, gosto, mas posso estar meses sem comer que não me faz diferença. Agora, gomas e gelados? São a minha perdição.

 

Há uns tempos atrás estava a conversar com a minha irmã e com o padrinho dela, e recordámos alguns momentos:

Padrinho: K, lembraste dos sacos de gomas que eu te comprava quando eras mais pequenina?

K: Sim, trazias sempre um saquinho de gomas quando me visitavas!

Padrinho: E sempre que saíamos a Ana queria levar-te umas gominhas.

K:  Hã, eu não gosto muito de gomas. Na realidade era a Ana que as comia todas.

Padrinho:  O quê?! E eu demorei estes anos todos a perceber? Ana…..

 

(E a Ana já tinha desaparecido neste instante da conversa)

 

Bom, analisando bem a situação, eu de facto levava as gomas para a minha irmã. Não as comia até chegar a casa e oferecia-lhe sempre o saquinho. Não tenho a culpa se ela não gosta, certo? Ela oferecia-mas de volta e não se podiam estragar...  Não vou ser castigada por isto, não?

 

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 Já participaram no passatempo? Vamos lá, só dura uma semana!

Ventos de Mudança

A imagem deste blog sempre foi a Mafalda, aquela menina irreverente, com questões prontas na ponta da língua, com as suas invenções. É uma personagem de quem eu gosto muito, por todos os seus comentários, sociais e políticos, e preocupações nada típicas de uma criança de 6 anos. A Mafalda representa o constante inconformismo, sempre com fé que consiga alterar algo, fazer a diferença por um mundo em mudança.

Para mim fazia todo o sentido que o meu avatar a representasse, porque, tal como ela, acredito que podemos fazer a diferença, acredito que as nossas atitudes, por mais pequenas que sejam, podem mudar o rumo dos acontecimentos. Existiu um facto muito curioso que nos uniu, apesar de só me ter apercebido disso mais tarde: o blog nasceu a 29 de Setembro, e a Mafalda fez a sua primeira aparição também a 29 de Setembro de 1964.

 

Mas, é chegada a hora de me despedir desta simpática personagem que me acompanhou ao longo de um ano e assumir algo mais próximo da realidade.

 

A minha irmã é das pessoas que mais me surpreende, e, tendo eu dito que pretendia atualizar a imagem, ela colocou mãos à obra e nasceu uma nova personagem. Uma personagem desenhada a carvão num simples pedaço de papel, uma imagem única e original, uma imagem que capta o meu cabelo rebelde, os olhos azuis e as sardas que teimam em aparecer quando o sol fica mais forte. Associada a esta personagem ela captou algumas das minhas expressões – desorientada (uma situação frequente) e zangada. No entanto, esta é a minha primeira escolha. Apresentar-vos-ei as outras com o passar do tempo e sempre que se apliquem ao contexto.

 

Espero que gostem, eu… Adoro, obrigada K!! És das pessoas mais talentosas e especiais que eu conheço, e o talento espelha-se em tudo o que fazes.

 

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Um acordar diferente

Por vezes vejo em alguns blogs, em revistas e até mesmo no Sapo, artigos sobre como acordar de forma calma, tranquila, sem pressas.. Pois, tudo o que sabemos em teoria, esqueçam para este meu post.

 

Este episódio ocorreu há aproximadamente 4 anos, em que eu e a minha irmã dividíamos o quarto no sótão da casa. As duas queríamos ficar com a melhor vista e para não termos discussões, duas camas e voilá, um quarto partilhado. Aos fins de semana gostávamos de dormir sempre até mais tarde, mas quem diz mais tarde, diz umas 9h30, no máximo 10h. Os meus pais sempre acordaram com as galinhas, por volta das 7h30, 8h, lá estavam eles a fazer barulho.

Acabámos por nos habituar ao barulho e conseguíamos dormir tranquilamente.

 

Certo dia, o meu pai começa a chamar-nos para ir ver um animal que ele tinha encontrado. Nada de diferente, ele quando encontra animais, anda sempre com eles ao colo, independentemente do que sejam. E nós, olhámos uma para a outra e toca a virar-nos para o outro lado e continuar na cama.

Mas ele continuava a insistir, e que ia lá acima se não nos levantássemos.. E assim foi.

 

Ele começa a subir as escadas e dirige-se para as camas, a minha irmã ao avistar o que ele trazia na mão, salta num ápice e vai encostar-se a uma das paredes, acho que nunca se levantou tão rápido.

Ok, já tinha tirado uma da cama, faltava eu. Ora, eu armada em esperta pensei Seja o que for ele não me vai colocar na cama!

 

Nunca estive tão enganada, ele coloca um animal que se começa a mexer e a dar saltos mesmo ao pé da minha cabeça. Eu abro um olho, sinto algo viscoso na cara, abro o outro e vejo um sapo a olhar para mim.. Um sapo!

Foi amor à primeira vista.. Adorei o sapinho que fiou quietinho na cama ao pé de mim, depois saltitou para os pés da cama e o meu pai toca de pegar nele e levá-lo para baixo, frustrado por não me ter levantado da cama.

 

Passados 5 minutos, não me contive mais e desato numa correria para ver onde andava o sapinho e lá estava ele no terreno, todo contente a saltitar. Espetacular!

 

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Amanhã irão perceber o porquê de me ter recordado deste episódio hoje!

Entretanto, não se esqueçam que o passatempo continua ativo e é já uma excelente prenda para o Natal!

Distrações

Para que vocês percebam o porquê de eu ter ficado alarmada no dia de ontem, vou contar-vos alguns episódios da minha querida irmã com a sua maravilhosa orientação / distração:

 

Numa bela tarde de verão, chegadas a uma rua perto dos Armazéns do Chiado digo-lhe:

Chic’ Ana: Pronto, agora só tens de subir esta rua à direita e vais encontrar os armazéns do lado esquerdo, não tem nada que enganar. De qualquer forma quando lá chegares diz qualquer coisa.

(…..)

K: Ana, nunca mais chego e já estou ao pé do Rio Tejo, é normal?

Chic’ Ana: Mas tu não subiste a rua à direita? Eram meia dúzia de metros.

K: Não, eu fui a direito….

Chic’ Ana: Pronto, eu vou ter contigo! Não te mexas.

 

 

Na altura das praxes, para a ir buscar à noite..

Chic’ Ana: Então K, onde estás?

K: Olha, estou mesmo ao lado de uma Seaside.

Chic’ Ana

 

Percebem? Felizmente não foi necessário ativar o plano de emergência para a encontrar pois ontem correu tudo bem.

Ter telemóvel adiantava bastante, não para me dizer onde estava, que para ela, uma árvore é uma referência extraordinária, mas podia sempre utilizar o GPS do telemóvel para chegar a um destino.

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