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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Cabeleireiro ou Inferno?

Este fim de semana passei perto de um cabeleireiro onde passei a maior vergonha desde que me lembro... e eu tinha cerca de 9 anos.

 

Os meus pais deixaram-me no mesmo, e aproveitaram o tempo livre para fazerem umas comprinhas. Eu disse à senhora que pretendia cortar apenas as pontinhas, e como me estava a sentir muito adulta, referi que também o poderia secar.

 

Ora, pontinhas cortadas... e lá começa a secar o cabelo... quanto mais secava, mais o cabelo ganhava volume. Não colocou espuma, nem qualquer outro produto para o domar, mais secava, mais ele aumentava, aumentava, aumentava... até que ela o conseguiu compor ao máximo e lá disse que eu estava despachadinha...

 

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Eu nem queria acreditar naquilo que estava a ver. Só me apetecia chorar com a imagem que estava no espelho! Engoli o pouco orgulho que me restava, sorri e fiquei sentadinha à espera da minha mãe.. (Para que não fiquem a imaginar, a minha imagem era exatamente igual à que aparece ao lado do texto..)

 

Quando me viu perguntou-me se tinha sido eu a pedir aquele penteado e só repetia entre dentes: "como é que alguém no seu perfeito juízo, faz uma armação destas a uma criança com 9 anos?". Eu só me lembro de lhe dizer que não queria mais nada, que a única coisa que eu queria mesmo era ir para o carro. Cheguei ao carro e só chorava, pensava que o meu cabelo tinha ficado estragado para sempre... o sempre que durou até eu entrar na banheira e tudo voltar ao normal!

 

 

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Também têm histórias estranhas com cabeleireiros? 

 

E esta, hein?! Parece que também cozinho qualquer coisa. Espreitem aqui! Obrigada Inês pelo convite =)

Um almoço para esquecer

Não aconselhável a leitura a quem come muitas vezes fora de casa.. Ou secalhar até é bom que leiam…

 

A maior parte das vezes consigo conciliar as coisas por forma a almoçar em casa, contudo, podem surgir reuniões ou palestras com horários apertados que me impeçam de o fazer. A semana passada deparei-me com uma destas situações.

 

Estava eu a almoçar descansadamente, quando me apercebi que ficava mesmo de frente para a cozinha de um dos restaurantes de fast food. Até ali tudo bem, tirando o facto de o cheiro a fritos me começar a incomodar, o que fez com que eu estivesse atenta à cozinha. Eram vários os cozinheiros: sem chapéus, sem luvas, sem qualquer cuidado no manuseamento dos ingredientes. Ora mexiam em carne, ora em peixe, ora em batatas, sem nunca lavarem as mãos.

A parte mais gritante, foi quando um dos cozinheiros deixou cair um pedaço de carne ao chão, o apanhou e continuou a cozinhar como se nada fosse, sem sequer o passar por água. Eu não vi o estado em que o chão se encontrava, mas tendo em conta o restante cenário, não me parece que fosse minimamente higiénico.

 

Continuei a mastigar, cada vez mais lentamente a minha comida, sempre a olhar para o prato, desconfiada. A minha comida não era deste local, mas fiquei a imaginar o que se teria passado na sua confeção.

 

A restauração queixa-se cada vez mais que não vende, mas sinceramente, e depois do que eu vi, acho que vou apostar nas marmitas sempre que não conseguir ir a casa.

 

Têm alguma história insólita ou sempre correu tudo bem pelos vossos lados, ainda que aparentemente?

 

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O dia do Pai

O dia do pai está a chegar.. e só a quantidade de partidas que eu aprontei com ele, dava uma rubrica com pano para mangas.

 

O meu pai sempre alinhou em todas as brincadeiras possíveis e imaginárias. Era eu pequenita, ficava acordada para ele me dar banho, ficava acordada para o ver entrar em casa e brincarmos aos touros… Ele dizia “Olé” e lá ia a Ana com corninhos em riste tentar acertar na capa imaginária ou na toalha da cozinha. Ele colocava-me sentada no topo dos armários da cozinha, ia comigo á serra aos fins de semana, explorar e descobrir casas abandonadas e alinhava na minha maluqueira com os bichinhos da seda. Quando eu tinha dificuldade em adormecer ia comigo dar uma volta de carro, para eu dormir durante a voltinha e acordar mal ele desligava o motor.

 

Eu fui uma felizarda, fui uma criança autêntica e feliz, não precisei de crescer cedo demais. Aprontei mil e quinhentas partidas, e todas elas eram encaradas com um sorriso.

 

Nunca fui de pedir nada de forma insistente, nunca fiz uma birra de me mandar para o chão em supermercados, nunca gritei com os meus pais, nunca lhes faltei ao respeito. Nunca exigi brinquedos ou guloseimas, o que tinha era mais que suficiente e era assim que era feliz. Bastava os meus pais dizerem que naquele momento não tinham dinheiro, que eu compreendia e ficava sossegada. Contudo, havia momentos em que também tinha pedidos: passear, deixarem-me ir ao parque, etc. E desde pequena que mantenho o mesmo truque, sim, até hoje…

 

Ora, quando queria e quero mesmo muito uma coisa, que normalmente nem é material, agarro-me afincadamente à perna do meu pai e só a largo depois de ele aceder. É uma autêntica tortura. Se ele disser logo que sim, largo imediatamente a perna, se ele disser que não, sou capaz de dar a volta à casa toda agarrada à perna dele, até que ele acaba por ceder – normalmente tem coisas para fazer e não aguenta muito tempo arrastar 55kg pelo chão neste momento (quando era miúda aguentava mais e eu parecia um coala, agora já não é fisicamente possível).

 

E vocês, têm algum truque que tenha vindo da infância? Partilhem lá as figurinhas que faziam vá, que o dia do pai está a chegar e é sempre bom recordar!

 

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O rapaz em chamas

Se eu venho falar dos Hunger Games e fazer um remake na versão masculina? Não! Mas uma coisa vos garanto, parei umas quantas vezes para me rir ao longo deste texto.

 

Ontem, e por causa de ser dia da Mulher, houve várias pessoas do sexo masculino que me felicitaram, entre eles o protagonista desta história. Estávamos nós no 12º ano, no pátio da escola. O nosso local de reunião era perto de dois bancos, onde nos podíamos sentar nas costas destes, sim, porque assim tínhamos logo outra importância. (jovens...)

 

Naquela altura havia várias pessoas para se sentirem integradas nos grupinhos que começaram a fumar. Então automaticamente ficávamos divididos nos bancos: de um lado os que fumavam, do outro os que não fumavam. Eu pertencia ao segundo grupo e o protagonista também.

No decorrer de um dos intervalos, levantou-se um vento enorme, e as cinzas começaram a ser transportadas até ao nosso grupinho. Por causa das minhas alergias troquei imediatamente de lugar para um mais protegido. Às tantas, vira-se uma colega minha:

Rita: Ana, Ana, olha depressa, o Miguel também começou a fumar!

Chic' Ana: Ah, lá estás tu com as tuas coisas. Ele também é cheio de alergias, não o pode fazer.

E nisto fixamos o olhar no Miguel... de onde vimos realmente a sair algum fumo.

 

Chic' Ana: Miguel, mas agora também fumas?

Miguel: Estás tolinha, então não sabes que não posso?

Chic' Ana: Então, mas tu estás a deitar fumo!!

 

Nisto começa o Miguel aos saltos, a sacudir-se, a abanar-se, a espernear, e cada vez se via mais fumo à volta dele.

 

Conclusão, uma das cinzas ficou presa numa das pregas da camisola, e esta começou a arder lentamente, até que se tornou mais evidente, mais e mais... Queimou a camisola, a t-shirt que ele tinha por baixo, e só não avançou mais porque entretanto o pobre Miguel levou com uma garrafa de água no local em chamas.

 

Um descuido que terminou bem, e com muitas gargalhadas, mas que podia ter resultado numa queimadura bastante grave. Portanto, cuidado com o local onde fumam e principalmente para onde lançam as cinzas..

 

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Um estranho animal de estimação

Como sabem eu tenho imensas alergias, já vos contei aqui inúmeros episódios das mesmas, e que me impossibilitam de, infelizmente, ter animais de estimação com pelos ou penas.

 

Mas.. e quando vocês são o vosso próprio animal de estimação? O que fazer?

 

Nós aspiramos a casa no mínimo uma vez por semana, sendo num apartamento e num andar alto, aguenta perfeitamente uma semana inteira sem que o pó seja demasiado e que comece a fazer comichões no nariz. Contudo, nos últimos tempos tenho reparado em rolinhos que se começam a juntar nos cantinhos. Rolinhos esses que não são nada tímidos e que com a deslocação de ar, parece que nos perseguem.

 

Ora, achando aqueles rolinhos estranhos, fui analisar cuidadosamente o seu conteúdo, e após uma análise ao ADN dos fios, e uma vez que sou a única habitante da casa com cabelo comprido, cheguei à conclusão, que os rolinhos eram o meu pelo… ou cabelo vá, que os pelos são mais pequeninos.

 

Tenho rolinhos de cabelos meus pelo chão.. Como é possível alguém perder tanto cabelo e continuar com tanto na cabeça?! Isto acontece a mais alguém?! Eu pensava que era só em Outubro / Novembro, quando os cabelos estão mais danificados.. Agora em Fevereiro/ Março?!

 

Agora adotei a política de antes de me deitar e depois de me levantar, ir á casa de banho, puxar os cabelos, delicadamente, e livrar-me dos excedentes. Ele aparentemente está bem cuidado e hidratado… Será que vou ficar careca?!

 

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É segunda-feira!

Aquele dia da semana em que acordas, desligas o despertador, pensas que ainda estás a sonhar que é domingo, a cama está a saber-te tão bem, parece que os lençóis estão mais suaves que nunca..

 

Apercebes-te que afinal tudo não passa de um sonho, corres para a casa de banho, tentas despachar-te ao máximo, tropeças nas calças do pijama e só não dás um trambolhão porque te enfias completamente dentro do lavatório. Felizmente a torneira continuou fechada..

 

Sim.. podia ter sido bem pior! Boa segunda.feira para todos.

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Um porquinho de trela?

Eu tenho imensas alergias, mas adoro animais. Na impossibilidade de ter um animal maior, a minha irmã convenceu os meus pais a comprarem um porquinho da índia.

 

Aquele animal fazia as delicias aqui em casa. Adorava passear pela cozinha, mas assim que detetava outra superfície, toca a voltar para trás. Podíamos ter sempre a porta aberta pois já sabíamos que da cozinha (azulejo), para o hall (mármore) ele não passava.

 

Mas nós com pena do bichinho estar sempre fechado em casa, decidimos que o haveríamos de levar à rua, mas como?! Tínhamos de arranjar uma trela confortável para ele andar à vontade. Assim foi, era uma trela que não prendia somente no pescoço, tinha espaço para as patinhas e para não o magoar. Toda a gente aprovou a compra, toda a gente menos ele.

Assim que via a trela, começava a guinchar e a saltar tipo touro mecânico. Conseguiu usar a mesma durante uns segundos, após esse tempo, era com cada salto que acabava por a retirar.

 

Ficava mesmo nervoso, e portanto, a trela nunca cumpriu o seu objetivo. Não sei que associação é que ele fazia à trela, mas era impossível, nunca vi um porquinho saltar tanto e ficar tão zangado..

 

Outro dia estava a procurar bandas desenhadas e deparei-me com esta que me fez sorrir. Eu estava à espera que ele se comportasse como um cãozinho?! Não me parece, acho que ia ser mais como o coelho da imagem, coitadinho!

 

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Já conhecem a Blogadinha? Lançou-me um desafio muito engraçado: escolher um livro, um disco e um filme, mas tendo em conta a importância que tinham para mim, sem recurso ao google e sem resumos. Alguém adivinha qual o filme escolhido? Posso já adiantar que chorava imenso sempre que o via.... E faz sentido neste post a falar de animais!

A arte de dormir

Felizmente tenho a capacidade de adormecer facilmente e ter noites tranquilas. Ontem não foi exceção. Adormeci ainda mal o M se tinha deitado, dormi profundamente até de manhã.

Sou sempre a primeira a levantar-me e passado 30 minutos levanta-se ele. Para não o acordar, não acendo nenhuma luz, saio lentamente do quarto, sem barulho e fecho a porta para a claridade não incomodar.

 

Ontem, passo várias vezes pela porta do quarto e ela continua bem fechada. Dou ali umas quantas voltas, mas preciso mesmo de ir buscar os acessórios que me faltam.

 

Abro a porta lentamente , olho para a cama e estava vazia! Vazia! Começo a resmungar para mim própria que ele saiu do quarto e deixou a porta fechada, estando já a atrasar-me.

 

Passado uns minutos aparece ao pé de mim:

 

Chic’ Ana: Então, mas tu fechaste a porta novamente? Pensava que estavas a dormir, estou farta de dar aqui voltinhas!

M: Mas.. tu não reparaste que eu não dormi aí?

Chic’ Ana: Não dormiste aqui? Então dormiste onde?

M: No escritório.

Chic’ Ana: Porquê?

M: Os vizinhos do prédio do lado estavam com mais uma festa de arromba. Música aos altos berros até às 2h30 da manhã.

Chic’ Ana: Não ouvi nada!

M: Pois, eu reparei. Não conseguia dormir e estava a ficar mal disposto, levantei-me e adormeci no sofá. A sério que não viste que eu não estava na cama? Nem quanto te levantaste?

 

Pois, não vi mesmo. Acordei, vesti-me, ajeitei a roupa da cama, pensando que o estava a tapar, não acendi qualquer luz, saí em pezinhos de lã e não ouvi nem vi qualquer barullho no escritório. Conclusão: Eu estou a dormir até colocar um pé na rua.

 

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Um namoro original

Continuando a saga do amor, hoje tenho um pedido de namoro para vos contar muito original.

 

Enquadramento: 8º ano, em que os pedidos eram feitos por papelinhos, através de um beijinho repenicado ou por “amigos correio”.  

 

A minha melhor amiga estava apaixonada pelo Manuel, queria declarar-se, mas faltava-lhe a coragem necessária. Recorreu então aos serviços do “amigo correio”, eu. O meu papel era muito fácil, tinha de chegar perto do Manuel, dizer-lhe que a Sara gostava muito dele e que queria namorar com ele. Só que, havia um pequeno grande senão. O Manuel tinha um gémeo idêntico, o Martim. Eu não os conhecia  o suficiente e, como tal, não os conseguia distinguir.

 

Sara: Chegas ao pé do Manuel e verificas se ele tem um sinal pequenino junto ao queixo.

Chic’ Ana: Considera-o feito!

 

No intervalo seguinte, lá vai a Ana toda contente á procura do Manuel. Encontro a dupla juntinha e após passar para a frente e para trás no corredor (diversas vezes) a tentar avistar o dito sinal, desisto. Neste momento já estavam todos a olhar para mim. Aproximo-me do grupo..

 

Chic’ Ana: Desculpem, posso incomodar um pouco?

(silêncio)

Chic’ Ana: Qual dos dois quer namorar com a Sara?

(Olham um para o outro, conversam através de sinais e olhares)

 

Gémeo: Eu, posso ser eu.

Chic’ Ana: Boa! Vou já contar-lhe e fica já o encontro marcado para daqui a 3min no pavilhão.

 

Lá vou eu toda contente dar a novidade á Sara que ficou radiante. Foi encontrar-se com o Gémeo em questão e só nos voltámos a cruzar na sala de aula.

 

Sara: Bolas, Ana, erraste o gémeo…

Chic’ Ana: Então não era o Manuel?

Sara: Não, era o Martim!

Chic’ Ana: E não é a mesma coisa? Eles são iguais… Da próxima vez resolves tu o problema!

Sara: Podes então acabar com ele no próximo intervalo?

Chic’ Ana: E digo o quê?

Sara: Que não era o certo!

 

(O namoro durou 45 minutos, o tempo da aula)

 

Tirando este pequeno engano, ainda hoje continuamos as melhores amigas, apesar da distância. Fui madrinha de casamento dela e não confundi o noivo com qualquer outra pessoa, felizmente que este não tem nenhum gémeo.

 

Têm algum episódio caricato semelhante?

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 Não se esqueçam do passatempo!

O pedido

Ontem foi dia dos namorados, o dia de excelência do amor, e nada melhor do que recordar o meu pedido de casamento.

 

Tínhamos comprado casa há relativamente pouco tempo e antes de nos mudarmos, queríamos dar-lhe um novo look, palavra chique para obras.

 

O M numa bela tarde vai ter comigo a casa dos meus pais, e muito apressadamente queria ir espreitar a casa e ver as novidades, etc. Eu estava num daqueles dias em que é necessário uma grua para me tirar do quentinho da casa, depois de muito esforço lá me convenceu a sair.

Chegámos à nossa nova casa e eu dei uma vista de olhos, parecia-me tudo igual ao que estava. A casa nem tinha um único móvel, portanto era fácil encontrar as diferenças. Entrei em todas as divisões menos no quarto. E ele bufava, espreitava e perguntava se eu tinha visto tudo.

 

Já farta daquela situação e sem ver nada de diferente, saio porta fora a resmungar por entre dentes que tinha saído de casa e os senhores das obras nem tinham lá colocado os pés. Nisto, sinto uma mão na minha a puxar-me para dentro de casa, ficámos um pouco no jogo do puxa e empurra, até que ele ganhou e me conseguiu encaminhar para o quarto.

Quando abri a porta, havia um coração de velas acesas, a rodear um ramo de rosas e uma caixinha com um anel.

 

Eu fiquei de todas as cores, só gaguejava... Sinceramente nem me lembro de dizer o Sim, mas este deve ter acontecido, porque o casamento deu-se!

 

Agora expliquem-me, como é que uma pessoa que entrava em casa e via tudo ao milímetro, não acha estranho haver uma porta fechada e uma luz alaranjada a sair por baixo da mesma, não acha estranho ter o M sempre a olhar fixamente para o quarto, não acha estranho toda a insistência dele? Devia estar mesmo distraída naquele dia.

 

Quando saímos de casa, ele suspira profundamente e diz: Se tivéssemos demorado mais uns segundos quando cá chegássemos tinha de te pedir em casamento com espectadores, os bombeiros, porque a casa devia estar a arder!

 

E por aí, como foi o vosso pedido de casamento ou de namoro?

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Relativamente ao passatempo das Deemak Twins, a grande vencedora foi a Cristiana Teixeira. Parabéns, vou enviar-te um e-mail para me dares os teus dados.

 

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