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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Os funcionários da minha junta - "O cortador de Relva!"

Há pouco tempo escrevi o primeiro episódio dos "Funcionários da minha junta", pois bem, eu sabia que aquele pedacinho matinal à janela me iria fazer voltar com novas curiosidades sobre esta espécie, só não imaginava que fosse tão rapidamente.

 

Aqui há uns dias recebemos o boletim informativo da junta em que reunia os principais objetivos alcançados pela presidência atual, as obras feitas, bem como o material adquirido ao longo do ano. Neste constavam 7 cortadores de relva. 

Nunca tinha visto este equipamento, até sexta-feira passada! Sexta-feira lá vinham os senhores bem fardados e com uma grande dinâmica, cada um empurrando o seu carrinho rua acima, em direção aos mini-jardins que existem nos passeios.

 

 "Ena, estes jardins vão ser cortados num ápice!"

 

Fechei os estores, pois o sol começava a incidir nos mesmos e passados 10min começa o típico barulho dos carrinhos a trabalhar e uma grande algazarra.

 

"Mas será que eles estão assim tão entusiasmados a cortar a relva? Estranho!"

 

Pois bem, eu acho que estava preparada para qualquer cenário, menos para aquele com que me deparei. Pensei em apostas, sobre quem acabava o seu jardim primeiro, pensei em críticas sobre alguém que não tinha o mínimo jeito para o corte e costura, pensei em muitos cenários, excepto... o real.

 

Dirigi-me à janela, subi o estore e vi cada um com o seu carrinho, sentado no mesmo, a descer a rua a alta velocidade. Sim, uma rua onde passam carros, está bem que não é nenhuma artéria principal, mas mesmo assim tem movimento.

 

Uma corrida de cortadores de relva  Será que existe algum campeonato nacional desta modalidade e eu nunca me apercebi?!

 

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Ovos contaminados e Portugal

Ontem ao ver as notícias deparei-me com a seguinte: 

Entretanto, à Lusa, fonte do ministério de Capoulas Santos explicou que o que lançou o alerta às autoridades europeias foi o caso de uma transação na Bélgica com ovos que estavam sinalizados e foram comprados por um cidadão português. Segundo apurou a TVI, trata-se de um construtor civil que, enquanto consumidor final, foi àquele país fazer tal aquisição.

 

M (uma gargalhada enorme)

Chic' Ana: Então, o que se passa?

M: Sinceramente, passam explosivos, passam bombas, passam drogas, traficam tudo e mais alguma coisa, mas um português compra ovos na Bélgica, para consumo próprio, e é ativado logo todo um mecanismo de defesa e segurança?!

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Foi uma questão que ficou no ar. Realmente como é que é possível que detetem meia dúzia de ovos e tantas outras coisas mais importantes são completamente ignoradas?! E já agora porque é que um construtor civil vai à Bélgica comprar ovos? São assim tão mais baratos?! Acho que há qualquer coisa que não bate certo nesta notícia...

One smile a day... com a Anita

E para desanuviar do post de ontem, nada melhor que o regresso do One Smile a Day! A minha convidada de hoje é a Anita, autora do blog Não me canso disto. E eu, definitivamente, que não me canso de ler o seu blog, onde nos apresenta maioritariamente as aventuras dos seus 5 príncipes, é verdade, 5 pequenotes com idades tão variadas e com características tão próprias de cada idade e que nos fazem sorrir. É quase como um diário onde nos relata momentos do seu dia a dia. Tem uma personalidade que cativa qualquer um e que nos deixa sempre à vontade. Não conhecem? Não deixem de espreitar, com certeza que vão gostar! 
 
Obrigada pelo convite. Depois de muito pensar, a história que vou contar é sobre o meu marido. Isto faz com que a minha cabeça esteja a "prémio", mas depois de tantos anos com uma vida em comum, as histórias dele, também são as minhas. 
"À 20 anos atrás, ou mais, quando namorávamos, estávamos às compras numa superfície comercial, quando eu fiquei para trás a ver um produto.
O meu marido (namorado na altura) não reparou e seguiu. Como era suposto eu ir ao lado dele, ele "deu-me" a mão. Mas sentiu algo diferente: pelos, uma mão maior, mais forte,... depois da sensação estranha, olhou para o lado e estava de mão dada com um homem. 
 
Voltou para trás, à minha procura, e quando chegou ao pé de mim, muito vermelho, disse que eu só lhe fazia coisas assim..."
 
Esta é portanto uma homenagem, recordando uma situação engraçada, à minha cara-metade por estarmos juntos à 22 anos, com situações boas, engraçadas, e outras menos boas, mas sempre a apoiarmo-nos mutuamente.
  
E esta foi definitivamente uma história que me encantou, não só pelo insólito da situação em si (pode acontecer a qualquer um), mas pela bela homenagem que lhe prestas ao recordar o tempo em comum e o carinho com que o fizeste! Altos e baixos, todas as relações têm e são esses momentos menos bons que a fortificam e lhe dão fôlego para mais uns bons anos em comum.
 

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Muito obrigada por esta participação. Gostei muito!

 

Aproveitem o fim de semana para participar que termina já na próxima segunda feira! "Justiça Cega", é o livro que proponho!

A foto que mais gostei de tirar nas férias..

Este fim de semana estive a rever as fotos, as paisagens, as imagens que capturei durante as férias, dá sempre aquele gostinho especial recordar os momentos e os sorrisos envoltos nas fotografias.

E se sabe bem recordar, é porque foram dias muito bem passados!

 

Pois bem, nisto surge a pergunta "Então, mas qual foi o momento mais marcante?". 

Foi aquele gelado ao final da noite? Foram os belos mergulhos na água do mar ou na piscina? Foram as belas conversas e passeios ao pôr do sol?

Não.. Nada disso!! Para mim o momento mais marcante foi o seguinte:

 

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E nisto faz-se silêncio.. Será que eu sou a única a achar um campo de milho mesmo cativante? Parecia tal e qual um cenário de filme.. um campo bem cuidado, completamente cerrado e ao lado de uma praia fluvial!

 

Vocês também têm alguma fotografia assim insólita?

Apetite fora do normal? Solução à vista!

Uma das características inerentes à gravidez é o aumento de apetite que temos. É um pouquinho acima do normal, embora não tenha aumentado drasticamente, nem aumentado muito a quantidade de alimentos ingeridos..

 

Mas, por vezes, a meio da manhã ou da tarde, temos uma fominha repentina e tem de ser satisfeita, eu tenho recorrido a snacks como fruta ou cenoura, por vezes umas bolachinhas. Contudo, ontem, numa ida à despensa, avistei um pacote de batatas fritas, na última prateleira, fora do meu alcance, sim, porque subir a cadeiras ou escadotes já é um pouquinho complicado..

 

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Ora, aquele pacote tinha mesmo bom aspecto e tinha sido colocado pelo M lá em cima para não ceder à tentação.. mas.. ele não estava em casa e apetecia-me mesmo uma batatinha (já se sabe que o fruto proíbido é sempre o mais apetecido!).

 

Toca de começar a saltar para tentar alcançar o pacote. Nada! Ao fim de 3 ou 4 saltos já estava cansada. Fui buscar a esfregona e com o cabo tentei empurrar o mesmo para baixo. CONSEGUI! O pacote aí vinha, mas os meus reflexos já não são o que eram e levei com o pacote em cheio na cara.

Fiquei tão irritada com o mesmo, que em vez de comer as batatas, atirei-o novamente para o sítio em que ele estava.

 

Ao jantar..

M: O que tens no lábio?

Chic' Ana: Eu? Nada!

M: Tens, tens! Um arranhão ou uma ferida pequenina...

Chic' Ana: Ah, sim, posso ter levado acidentalmente com algo na cara!

M: Hum?

Chic' Ana: Sim, (passado um pouco..) colocaste o pacote das batatas na última prateleira, eu não o conseguia alcançar, e no meio da confusão ele caiu-me em cima! Mas descansa que não as comi, fiquei de tal forma irritada que o voltei a colocar no sítio.

M

 

Sabem a sensação de euforia e contentamento de conseguirem alcançar o objeto tão desejado? Tal e qual a imagem, foi como me senti com o pacote das batatas fritas. 

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O Mundo está louco.. ou.. a revolta das empregadas!

Sinceramente acho que o mundo está louco: são atentados atrás de atentados, são incêndios por todo o lado, não há uma única notícia positiva em 1h30 de telejornal, em pleno Agosto Lisboa está uma cidade caótica, trânsito, buzinas, má educação... Fui eu que voltei de férias com tolerância zero, ou é realmente neste estado em que nos encontramos?

 

As pessoas estão de semblante carregado, já pouco sorriem.. Valem-me as empregadas aqui dos prédios ao redor.

 

Em plena ida ao supermercado, que conta com uma esplanada na rua:

Empregada 1: Já sabes, já sabes?

Empregada 2: Não faço ideia..

Empregada 1: Mas como é que é possível? Nós já trabalhamos aqui na rua há mais de 30 anos e ninguém se apercebeu nem sabe de nada?

Empregada 2: Temos de começar a investigar, as coisas não podem ser assim!

 

E lá continuaram muito afoitas no seu mistério. Eu a pensar em assaltos, numa catástrofe eminente, e nisto chega a Empregada 3.

Empregada 3: Então, que se passa? Tanta preocupação.. aconteceu algo grave?

Empregada 1: Então não é que está uma casa à venda nesta correnteza e ninguém sabe quem é a pessoa que a está a vender, e mais importante.. porque é que a está a vender..

Empregada 3: Não acredito (com o ar mais chocado que existe!). Temos de descobrir o que se passa.

 

Chic' Ana

 

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O que retive da formação

Pura e simplesmente.. isto!

 

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Estávamos na fase final da formação, prontos a gravar todos os trabalhos em sistema, quando existiu um problema na transferência da informação. Utilizámos uma extensão que não era compatível, nem facilmente convertível para a base de dados em questão. 

 

O formador ficou com os trabalhos tal e qual como estavam, mas parece-me que a única solução será refazer tudo, mas agora no formato adequado.

 

Estou mesmo a precisar é de ir de férias! 

Reclamar ou não reclamar?

Há pessoas que contam as horas que passam a comer gelados, por exemplo, eu vou começar a contar as horas que passo trancada em elevadores.

 

Na semana passada decidi apanhar o elevador do metro. Já estava bastante cansada, o elevador estava no piso pretendido e voilá, a combinação não podia ser melhor. Entrei eu e mais duas senhoras. Carregámos para o último piso e toca de relaxar.

A meio do percurso o elevador pára entre portas. Carreguei para baixo, para cima, nada, o elevador não se mexia.

Começamos a ouvir sons cada vez mais assustadores de martelos, de ferros, dava claramente a sensação de que estavam a fazer a manutenção aos elevadores (faz um eco impressionante).

Carreguei na campainha, que tem ligação direta à casinha do segurança.

 

Chic’ Ana: Olhe por favor, fiquei eu e duas senhoras presas no elevador, e pelos barulhos que estamos a ouvir, penso que devem estar a fazer qualquer espécie de manutenção. Pode verificar?

Segurança: Está a dizer que estão trancadas no elevador? Mas os técnicos estão realmente a fazer a revisão.

Chic’ Ana: Então, mas não há qualquer sinalização da mesma? Diga-lhes que o elevador está ocupado.

Segurança: Vou já tratar do problema.

 

Segurança: Então não se aperceberam que há gente no elevador?

Técnico: Como assim?! Está a dizer que estão fechadas lá dentro?

Eu e as outras senhoras: Sim, o elevador tem pessoas no interior! (a conversa era audível)

Segurança: Sim.. 3 senhoras…

Técnico: Vamos já fazer descer o mesmo!

 

Nisto passam alguns minutos e finalmente o elevador chega ao piso 0 e abre portas. Saímos rapidamente, subimos as escadas num ápice e quando chegamos ao último piso, prontas para dar o belo do raspanete aos senhores.. Não havia NINGUÉM.. Ninguém!!!! Nem ferramentas, nem sinalética, nem carrinha de manutenção no exterior…NADA! Pura e simplesmente fugiram...

 

Penso que ainda ficámos mais chateadas por não conseguirmos expor a nossa frustração. Agora, isto merece ou não uma reclamação no metro? Até podíamos vir distraídas e não termos visto os sinais, mas não existiam.. (fizémos questão de quando descemos, inspecionar tudo)

 

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Os signos

Quando temos um almoço comemorativo no trabalho e se dá o caso de irmos ao café, há sempre um conjunto de revistas que gostamos de folhear e colocar as cusquices em dia. Uma rubrica que gosto de ler é a do horóscopo.

Se acredito?! Nem por isso.. Afinal, se a todos os "carneiros" calhasse o euro-milhões, ou se todos os "capricórnios" se apaixonassem no mesmo dia, ou se todos os "touros" tivessem dor de estômago naquela semana, então sim, eu acho que passaria a acreditar.

 

Agora, o que eu gosto mesmo é do diálogo que se segue:

Chic' Ana: Colega, diz lá qual o teu signo para ver o que a sorte te reserva.

Colega: Ah, eu não acredito em nada disso. Não vale a pena perderes tempo, nem sei muito bem de que signo sou.

Chic' Ana: Então, qual o teu dia de anos? Diz lá para te prever o futuro..

Colega: Mas tu acreditas nisso?

Chic' Ana: Nem por isso, mas quando pego nestas revistas é das secções que para mim são mais interessantes (só para verem o interesse das notícias que por lá anda).

Colega: Pronto, já que insistes, então eu sou virgem, com ascendente em caranguejo, o sol e a lua estavam alinhados às x horas e por pouco não tinha ascendente em leão.

Chic' Ana

Colega: O que foi?

Chic' Ana: Não sei como interpretar aquilo que me disseste.. O signo é virgem, certo?!

Colega: Precisamente, se quiseres trago-te o meu mapa astral para veres.

 

E não me apresentou mais informação, porque não acredita nestas coisas. O que faria se realmente acreditasse...

 

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