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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a day... com a Anita

E para desanuviar do post de ontem, nada melhor que o regresso do One Smile a Day! A minha convidada de hoje é a Anita, autora do blog Não me canso disto. E eu, definitivamente, que não me canso de ler o seu blog, onde nos apresenta maioritariamente as aventuras dos seus 5 príncipes, é verdade, 5 pequenotes com idades tão variadas e com características tão próprias de cada idade e que nos fazem sorrir. É quase como um diário onde nos relata momentos do seu dia a dia. Tem uma personalidade que cativa qualquer um e que nos deixa sempre à vontade. Não conhecem? Não deixem de espreitar, com certeza que vão gostar! 
 
Obrigada pelo convite. Depois de muito pensar, a história que vou contar é sobre o meu marido. Isto faz com que a minha cabeça esteja a "prémio", mas depois de tantos anos com uma vida em comum, as histórias dele, também são as minhas. 
"À 20 anos atrás, ou mais, quando namorávamos, estávamos às compras numa superfície comercial, quando eu fiquei para trás a ver um produto.
O meu marido (namorado na altura) não reparou e seguiu. Como era suposto eu ir ao lado dele, ele "deu-me" a mão. Mas sentiu algo diferente: pelos, uma mão maior, mais forte,... depois da sensação estranha, olhou para o lado e estava de mão dada com um homem. 
 
Voltou para trás, à minha procura, e quando chegou ao pé de mim, muito vermelho, disse que eu só lhe fazia coisas assim..."
 
Esta é portanto uma homenagem, recordando uma situação engraçada, à minha cara-metade por estarmos juntos à 22 anos, com situações boas, engraçadas, e outras menos boas, mas sempre a apoiarmo-nos mutuamente.
  
E esta foi definitivamente uma história que me encantou, não só pelo insólito da situação em si (pode acontecer a qualquer um), mas pela bela homenagem que lhe prestas ao recordar o tempo em comum e o carinho com que o fizeste! Altos e baixos, todas as relações têm e são esses momentos menos bons que a fortificam e lhe dão fôlego para mais uns bons anos em comum.
 

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Muito obrigada por esta participação. Gostei muito!

 

Aproveitem o fim de semana para participar que termina já na próxima segunda feira! "Justiça Cega", é o livro que proponho!

A foto que mais gostei de tirar nas férias..

Este fim de semana estive a rever as fotos, as paisagens, as imagens que capturei durante as férias, dá sempre aquele gostinho especial recordar os momentos e os sorrisos envoltos nas fotografias.

E se sabe bem recordar, é porque foram dias muito bem passados!

 

Pois bem, nisto surge a pergunta "Então, mas qual foi o momento mais marcante?". 

Foi aquele gelado ao final da noite? Foram os belos mergulhos na água do mar ou na piscina? Foram as belas conversas e passeios ao pôr do sol?

Não.. Nada disso!! Para mim o momento mais marcante foi o seguinte:

 

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E nisto faz-se silêncio.. Será que eu sou a única a achar um campo de milho mesmo cativante? Parecia tal e qual um cenário de filme.. um campo bem cuidado, completamente cerrado e ao lado de uma praia fluvial!

 

Vocês também têm alguma fotografia assim insólita?

Apetite fora do normal? Solução à vista!

Uma das características inerentes à gravidez é o aumento de apetite que temos. É um pouquinho acima do normal, embora não tenha aumentado drasticamente, nem aumentado muito a quantidade de alimentos ingeridos..

 

Mas, por vezes, a meio da manhã ou da tarde, temos uma fominha repentina e tem de ser satisfeita, eu tenho recorrido a snacks como fruta ou cenoura, por vezes umas bolachinhas. Contudo, ontem, numa ida à despensa, avistei um pacote de batatas fritas, na última prateleira, fora do meu alcance, sim, porque subir a cadeiras ou escadotes já é um pouquinho complicado..

 

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Ora, aquele pacote tinha mesmo bom aspecto e tinha sido colocado pelo M lá em cima para não ceder à tentação.. mas.. ele não estava em casa e apetecia-me mesmo uma batatinha (já se sabe que o fruto proíbido é sempre o mais apetecido!).

 

Toca de começar a saltar para tentar alcançar o pacote. Nada! Ao fim de 3 ou 4 saltos já estava cansada. Fui buscar a esfregona e com o cabo tentei empurrar o mesmo para baixo. CONSEGUI! O pacote aí vinha, mas os meus reflexos já não são o que eram e levei com o pacote em cheio na cara.

Fiquei tão irritada com o mesmo, que em vez de comer as batatas, atirei-o novamente para o sítio em que ele estava.

 

Ao jantar..

M: O que tens no lábio?

Chic' Ana: Eu? Nada!

M: Tens, tens! Um arranhão ou uma ferida pequenina...

Chic' Ana: Ah, sim, posso ter levado acidentalmente com algo na cara!

M: Hum?

Chic' Ana: Sim, (passado um pouco..) colocaste o pacote das batatas na última prateleira, eu não o conseguia alcançar, e no meio da confusão ele caiu-me em cima! Mas descansa que não as comi, fiquei de tal forma irritada que o voltei a colocar no sítio.

M

 

Sabem a sensação de euforia e contentamento de conseguirem alcançar o objeto tão desejado? Tal e qual a imagem, foi como me senti com o pacote das batatas fritas. 

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O Mundo está louco.. ou.. a revolta das empregadas!

Sinceramente acho que o mundo está louco: são atentados atrás de atentados, são incêndios por todo o lado, não há uma única notícia positiva em 1h30 de telejornal, em pleno Agosto Lisboa está uma cidade caótica, trânsito, buzinas, má educação... Fui eu que voltei de férias com tolerância zero, ou é realmente neste estado em que nos encontramos?

 

As pessoas estão de semblante carregado, já pouco sorriem.. Valem-me as empregadas aqui dos prédios ao redor.

 

Em plena ida ao supermercado, que conta com uma esplanada na rua:

Empregada 1: Já sabes, já sabes?

Empregada 2: Não faço ideia..

Empregada 1: Mas como é que é possível? Nós já trabalhamos aqui na rua há mais de 30 anos e ninguém se apercebeu nem sabe de nada?

Empregada 2: Temos de começar a investigar, as coisas não podem ser assim!

 

E lá continuaram muito afoitas no seu mistério. Eu a pensar em assaltos, numa catástrofe eminente, e nisto chega a Empregada 3.

Empregada 3: Então, que se passa? Tanta preocupação.. aconteceu algo grave?

Empregada 1: Então não é que está uma casa à venda nesta correnteza e ninguém sabe quem é a pessoa que a está a vender, e mais importante.. porque é que a está a vender..

Empregada 3: Não acredito (com o ar mais chocado que existe!). Temos de descobrir o que se passa.

 

Chic' Ana

 

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Uma grávida e um crocodilo

Eu bem que vos prometi que iria contar uma das peripécias mais engraçadas que me aconteceu e aqui está ela, acabou por ser também dolorosa.. mas.. vamos ao relato!

 

Chegados ao apartamento das férias, a primeira coisa que eu descobri foi um crocodilo em formato boia, e eu, como eterna criança que se recusa a crescer, não descansei enquanto não levei a mesma para o mar!

Todos me disseram para ter cuidado, mas qual quê, afinal a barriga dentro de água pesa muito pouco e havia momentos em que me esquecia completamente que estava grávida.

 

Apesar de eu me esquecer da barriga, ela existia, e portanto, toda a minha zona de equilíbrio estava comprometida. Não me conseguia colocar em cima do crocodilo por nada, cambalhota para aqui, para ali, cai aqui, cai ali.. uma desgraça!

 

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Com tantas cambalhotas que dei, a pequenita deve ter colocado o pé num local proibido, que é como quem diz, deve ter colocado qualquer coisa a fazer pressão nos meus tendões ou em qualquer outro local, que quando saí de dentro de água, comecei com dores tão fortes que mal conseguia andar... Conclusão: Noite passada nas urgências, uma bela injeção no rabiosque para aprender a estar quieta, com um relaxante muscular, muito descanso, e felizmente no dia seguinte estava pronta para outra!

 

Escusado será dizer que o crocodilo nunca mais saiu do sítio original. Grávidas, não se esqueçam que apesar de dentro de água a barriga não pesar, ela continua a existir!

 

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A procura do biquíni perfeito

Dia 16 de Junho de 2016, escrevia este post:

 

"Ontem comecei a minha procura pelo biquíni ideal. Digo-vos que foi uma procura um pouco estranha e voltei de mãos a abanar.

(....)

 

Começo por experimentar um deles, ficava muito bem na parte de baixo, a parte de cima era um descalabro, ora ficava curta demais, ora ficava grande demais. Desisti rapidamente deste formato e passei para o seguinte.

Comecei desta vez pela parte de cima e acertei em cheio, conseguia mexer-me muito bem, sem ficar largo nem apertado. Conseguia fazer acrobacias sem ficar com nada de fora. Perfeito! Biquíni encontrado… até experimentar a parte de baixo, que era mini, mini, mini… Não me sentia nada bem com aquilo. Desisti..

 

Experimentei mais uns quantos modelos e todos eles com algum defeito… O que fazer? Vou com um biquíni com desenhos em amarelo e preto na parte de cima e vermelho às cerejas na parte de baixo? É que estes dois sem dúvida que eram os que assentavam mesmo bem!

 

Tenho um corpo mesmo desproporcional, bem que desconfiava de quando me chamavam de sereia, afinal está explicado: metade mulher, metade baleia! Sendo que as metades vão rodando entre si…"

 

Vi-me grega para encontrar um biquíni que me ficasse minimamente bem... Agora estou com uma barriga de 7 meses, mais 12Kg que o ano passado!!! Estou a pensar seriamente em colocar uns dias de férias só para procurar o traje que irei desfilar por esses areais fora...

 

Agora sem brincadeiras... Conhecem alguma loja que venda fatos de banho ou biquínis para grávida que sejam bonitos, sem que me façam parecer um saco de batatas?!

 

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A rambóia!

Chego ao trabalho, descansadinha, com tempo, radiante por finalmente estar a ver algumas tarefas complexas, que exigiram o ano inteiro, a serem finalizadas.

 

Quando...

 

O teclado não parece colaborar comigo, não está na mesma posição. Viro e reviro, e encontro a "patinha" do teclado partida! Tenho a certeza que ontem quando saí das instalações estava tudo a 100%.

Se termina por aqui? Nada disso! O passo seguinte é aceder à Internet e a pastas partilhadas onde temos o nosso trabalho. A Internet não queria funcionar por nada. 

Ponho o cabo, tiro o cabo (qualquer alusão à música do Quim Barreiros é pura coincidência) e encontro a patilha do mesmo partida.

 

Não sei o que aconteceu após a minha ausência, mas que houve uma agitação frenética na minha mesa, lá isso ninguém pode negar!

 

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 Nota: A animação foi tanta que fiquei sem internet! Se demorar a responder, não estranhem!

Sabes que a barriga já pesa quando...

Ontem à noite, estava a abrir os suplementos que tenho de tomar para a gravidez, quando me cortei num comprimido (ainda estou para saber como consegui tal proeza), ora, um golpe daqueles super fininhos, mas que incomodam e deitam sangue por todo o lado.

 

Dirigi-me à casa de banho e vi que os pensos se encontravam no armário, na última prateleira do mesmo, não os conseguindo alcançar sem me sentar no chão. Assim foi, com a minha grande barriguinha, sentei-me no chão, retirei os pensos, arrumei tudo e toca de me levantar.

 

O insólito da situação?! Demorei tanto tempo a levantar-me que o sangue estancou. Já em pé, olho para o penso na mão, novamente para a prateleira, e decidi que o melhor a fazer era procurar um lugar alternativo (Escondi-o debaixo de um prato que se encontra a enfeitar o móvel da entrada, pareceu-me o local indicado caso surja alguma urgência).

 

É oficial, já estou mesmo com uma forma bem redondinha!

 

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Reclamar ou não reclamar?

Há pessoas que contam as horas que passam a comer gelados, por exemplo, eu vou começar a contar as horas que passo trancada em elevadores.

 

Na semana passada decidi apanhar o elevador do metro. Já estava bastante cansada, o elevador estava no piso pretendido e voilá, a combinação não podia ser melhor. Entrei eu e mais duas senhoras. Carregámos para o último piso e toca de relaxar.

A meio do percurso o elevador pára entre portas. Carreguei para baixo, para cima, nada, o elevador não se mexia.

Começamos a ouvir sons cada vez mais assustadores de martelos, de ferros, dava claramente a sensação de que estavam a fazer a manutenção aos elevadores (faz um eco impressionante).

Carreguei na campainha, que tem ligação direta à casinha do segurança.

 

Chic’ Ana: Olhe por favor, fiquei eu e duas senhoras presas no elevador, e pelos barulhos que estamos a ouvir, penso que devem estar a fazer qualquer espécie de manutenção. Pode verificar?

Segurança: Está a dizer que estão trancadas no elevador? Mas os técnicos estão realmente a fazer a revisão.

Chic’ Ana: Então, mas não há qualquer sinalização da mesma? Diga-lhes que o elevador está ocupado.

Segurança: Vou já tratar do problema.

 

Segurança: Então não se aperceberam que há gente no elevador?

Técnico: Como assim?! Está a dizer que estão fechadas lá dentro?

Eu e as outras senhoras: Sim, o elevador tem pessoas no interior! (a conversa era audível)

Segurança: Sim.. 3 senhoras…

Técnico: Vamos já fazer descer o mesmo!

 

Nisto passam alguns minutos e finalmente o elevador chega ao piso 0 e abre portas. Saímos rapidamente, subimos as escadas num ápice e quando chegamos ao último piso, prontas para dar o belo do raspanete aos senhores.. Não havia NINGUÉM.. Ninguém!!!! Nem ferramentas, nem sinalética, nem carrinha de manutenção no exterior…NADA! Pura e simplesmente fugiram...

 

Penso que ainda ficámos mais chateadas por não conseguirmos expor a nossa frustração. Agora, isto merece ou não uma reclamação no metro? Até podíamos vir distraídas e não termos visto os sinais, mas não existiam.. (fizémos questão de quando descemos, inspecionar tudo)

 

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