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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

O M esteve fora...

...uns dias, conseguiu colocar dois dias de férias e foi a um casamento de um amigo. Eu não consegui a mesma proeza, portanto, fiquei a trabalhar.

 

Mas mesmo a trabalhar, não quer dizer que não estivesse entusiasmada com a viagem. Ficou combinado que ele iria tirar fotos e que me ia enviando. Para não gastar dinheiro sugerimos que se utilizasse o WhatsApp e quando tivesse Wi-Fi disponível faria uso do mesmo.

 

Assim foi, alguém adivinha a quantidade de fotos que ele me enviou? São tantas que até as consigo colocar aqui:

 

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Não, o botão de andar para o lado não está avariado! É mesmo só uma imagem! É que ao menos podia ter colocado o telemóvel de fora da janela para se ver mais qualquer coisinha, ahahah.

 

Queixas à parte, ele até tirou uma boa meia dúzia de fotos que já tive o prazer de ver!

 

 

Como é, último dia do passatempo. Já todos concorreram? Amanhã tenho um passatempo bem docinho, não percam!!

Viagens de carro

Eu sempre adorei fazer viagens de carro, para mim é algo libertador, sem preocupações, sem destino, andar por andar -  Um dia de exploração, de aventura, realmente faz maravilhas pela alma.

 

De há uns dias para cá a aventura é ainda maior: é sempre uma adrenalina, um perigo constante, momentos de suspense e terror, pois nunca sabemos quando é que eu irei proferir as assustadoras e temíveis palavras: "M, preciso de ir com urgência à casa de banho!".

 

A sério!? Será que este ser com 14 cm já me comprime tanto a bexiga? Como é que vai ser daqui a uns tempos? Vou deixar de poder usar a autoestrada? Vou ter de andar com um bacio atrás?

Só vos tenho a dizer que as minhas férias de verão serão no Algarve, daqui a uns meses, vou demorar quantas horas a chegar lá abaixo? Um dia inteiro?! Será que as áreas de serviço são suficientes? 

 

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Prédio Simpático ou Manicómio?

Ontem já vos contei a peripécia associada a uma eventual multa. No dia seguinte ao clarão, o M ia tendo um acidente com uma camioneta. Portanto, quando me foi buscar nesse mesmo dia, concluiu que não havia duas sem três e já estava à espera do terceiro incidente… Eu nunca me passaria pelo pensamento que este terceiro fosse comigo.

 

O texto é um pouquinho longo, mas garanto que vale a pena pelo desenrolar de situações insólitas que vão acontecendo..

 

Ora, primeiro dia de férias, já atrasados para um jantar marcado com amigos, decidimos dividir-nos para recuperar tempo: eu ia a casa dos meus pais fazer um recado e ele ia carregando o carro. Tudo bem, eu de facto fui num ápice, voltei para o prédio e toquei no botão do elevador.

 

A Ana entra no elevador, carrega num piso superior e o elevador desce até ao -2, tudo normal, já tinha feito isso uma vez. Nisto, começa a oscilar entre o -1 e o -2, até ficar parado precisamente a meio do percurso.

Pensa Ana, pensa…

1º Pensamento: Tenho comida na mala e fui á casa de banho há pouco tempo, sobrevivência assegurada!

2º Pensamento: Tenho rede no telemóvel para pedir ajuda?! Não!

3º Pensamento: Procurar uma chave para sair do mesmo.. Nada.. Verificar os botões para pedir ajuda. Carregar no stop para cortar a energia do elevador e toca de colocar o dedo na campainha.

 

Toca, toca, toca.. após 20 minutos oiço movimento. Retiro o dedo da campainha, escuto, e o movimento silencia "Então mas ouviram e deixaram-me aqui?". Coloco novamente o dedo na campainha.. Toca, toca, toca… Até que passados 30 minutos, chega o M pelas escadas.

 

M (a espreitar para dentro do elevador): Eu logo vi que tinhas de ser tu.. (gargalhada enorme) Espera aí que vou ver se encontro alguém que possa ajudar.

Chic’ Ana: Vai ao vizinho X que eu vi-o a entrar no prédio e como já foi da administração sabe onde está a chave do elevador. Eu não vou a lado nenhum, descansa!

 

No caminho, encontrou dois vizinhos que lhe disseram que a chave do elevador estava com a vizinha do último andar. Subiram e deu-se o seguinte diálogo:

 

M: A Ana está fechada no elevador, se possível queria a chave para poder abrir a porta.

Vizinha: Então e ela tem-se portado bem?

M: O quê?!

Vizinha: Sim, tem-se portado bem ao longo do tempo? Tem sido uma boa esposa ou tem dado chatices? Quer mesmo retirá-la do elevador?

M: (A rir-se), sim, sim!

Vizinha: Então tome lá..

 

Ele já vinha a descer quando entra um casal de idosos no -2, acabado de estacionar o carro.

Vizinhos: Então a menina está aí dentro?

Chic’ Ana: Sim, estou fechada, penso que esteja avariado!

Vizinhos: Então temos de ir pela escada!

Chic’ Ana

Nisto fez-se luz, voltam os dois a correr para o elevador, completamente em pânico.

Vizinhos: Mas a menina está bem? Está mesmo tudo bem? Tem a certeza que se está a sentir bem?

Chic’ Ana: Sim, sim, não se preocupem, estou bem, está tudo bem…

Vizinhos: Ai, ai, e agora? E agora?! Como é que pode estar bem aí dentro?

Chic’ Ana: Estou mesmo, estou calma, tranquila… Não se preocupem, não fiquem nervosos.

Vizinhos: Já estamos cheios de calor, não saia daí, vamos pedir ajuda!

  

Vizinhos, completamente em pânico, brancos como a cal, esbarram com o M, gritam nas escadas que eu estou presa. Dá-se um enorme rebuliço e, passado algum tempo de conversa, conseguem finalmente colocar a chave e abrir a porta para me resgatar.

  

Numa só noite: percebi que ficar trancada num espaço pequeno diverte o M, percebi que a minha vizinha do último andar tem um sentido de humor muito particular, ou será peculiar!? Ainda servi de psicóloga a um casal em pânico por saberem que EU estava fechada no elevador.. E por fim, tive de explicar aos nossos amigos que estávamos atrasados porque EU decidi ficar fechada no elevador.. Acham que acreditaram?! Pfffff..

 

E assim começou uma bela semana de férias. Sim, porque mesmo num elevador, sem rede, eu estaria de férias: comida e teto à disposição. 

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O regresso

Estas férias foram maravilhosas! Acho que ainda não me tinha apercebido do quão cansada estava.

 

Mas.. Houve peripécias?! Pois claro que sim, e logo a começar no primeiro dia, estava a ver que já não ia para lado nenhum, ou melhor, que ia ter férias, sim senhora, mas num local bem mais apertadinho.. Curiosos? Prometo que vos conto tudo.

 

Espero que tenham tido uma Páscoa memorável, em família, rodeados de quem mais amam e com muita saúde, paz e alegria..

 

Por agora, bem... por agora resta-me colocar a caixa de correio em dia... Uff!! Regressar é mesmo complicado!!

 

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Vou tentar visitar os vossos cantinhos para me colocar a par das novidades =) Até já!

Férias desencontradas

Eu e o M este ano vamos ter uns dias em separado na Páscoa.

 

E eu, como menina bem comportada que sou, e que quer garantir que ele aproveita ao máximo as férias, já lhe fiz uma lista de coisas a fazer:

- Passar a ferro;

- Tratar de arrumações em casa;

- Lavar o carro;

- Fazer-me o almoço...

 

Claro que estou a pensar somente no bem estar dele, afinal, não quero que ele deprima sem nada com que se entreter!  Sinto-me na obrigação de contribuir para o seu bem estar..

Quem aposta no cenário abaixo? (Confesso que era o que eu faria, estou mesmo a precisar de férias e dormir, dormir, dormir)

 

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Do Fim de Semana

Esteve um tempo extraordinário, eu então parecia uma criança no meio das flores, no meios dos novos bichinhos que estão a nascer. E as árvores? Já viram a sua beleza? Todas floridas...

 

Pois é, a Primavera só chega a 21 de Março, mas este fim de semana andou lá bem pertinho! E com ele o que chegaram também? As minhas alergias ao pólen, às plantas e a tudo o que mexe (basicamente).

Olá dias inteiros a espirrar, olá dias inteiros a chorar, olá vermelhidão, mas por outro lado... Olá passeios ao ar livre, olá dias maiores e solarengos, olá gelados, olá gelados, olá gelados (ok, tenho de passar à frente), olá convívios nas esplanadas e noites dentro, olá férias da Páscoa, olá roupa mais leve e descontraída.

 

Estou definitivamente pronta para receber a Primavera! (já compraram anti-hístaminicos? Eu já!)

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E a vencedora do Passatempo Novex foi a Marta Santos, mesmo ao cair do pano. Muitos parabéns!

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Esta semana quem dá coisas é a Ana, ora espreitem lá este belo passatempo!

Uma mensagem importante

And so this is Christmas…  e o blog vai de férias, mas não sem antes deixar os meus desejos de Natal para todos vocês que deram um brilho extra a este meu ano: Para todos os que aqui vieram parar, por engano ou não, e que acabaram por ficar, para todos aqueles que comentam, para todos aqueles que deixam um bocadinho de si neste espaço, muito obrigada antes de mais. Desejo sinceramente que sintam a magia do Natal, que sintam a esperança e a renovação de um novo ano.

Da minha parte, segue um abraço muito, muito apertadinho.

 

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Não se esqueçam dos vossos objetivos, aquilo para o qual trabalharam arduamente. Não esqueçam a vossa família e amigos, as pessoas que vos fazem sorrir e que estão sempre presentes. Espalhem a bondade, não apenas no dia de Natal, mas em todos os que vivam, acreditem que irão marcar e ajudar muitas pessoas. Sentir o coração quentinho é o melhor presente que podem ter, e é o meu maior desejo. 

 

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Um Feliz Natal e um 2017 repleto de sucessos a todos os níveis.

Para o ano cá nos encontramos com uma energia renovada.

  

Nota: E por favor, nada de puxarem a barba ao Pai Natal, acreditem que é verdadeira. Não se esqueçam do chá e bolinhos porque aquela barriguinha não se mantém facilmente.

Uma história assustadora - A banheira

Na noite seguinte ao mistério do gatinho, os nossos pais mostraram-se reticentes em nos deixar na vivenda (mais que compreensível), portanto, ficámos no nosso apartamento de férias alugado, no 3º andar, onde os gatos não chegavam. Desta vez ficámos as 3.

Como eu não tinha muitos jogos, ligámos a televisão e estava a dar uma série do género dos “Arrepios”. Estávamos as 3 aconchegadas no sofá, nenhuma quis dar parte de fraca e continuámos a assistir, embora o medo fosse crescendo..

 

Às tantas começaram a vir uns barulhos estranhos da casa de banho, uma espécie de assobio. Nós encolhemo-nos e apelámos ao nosso lado racional. Ficámos em silêncio mais uns tempos, até que há uma embalagem que cai na banheira e faz um estrondo enorme.

Ok, já não era imaginação nenhuma, levantámos-nos, fomos espreitar para dentro da casa de banho e a cortina da banheira encontrava-se a abanar, suavemente, tal e qual uma respiração. Corremos para a cozinha, começámos a pensar que estávamos tramadas, que desta vez é que era, e pegámos em armas de defesa. Havia um rolo da massa, várias facas e, armadas como podíamos, voltámos à casa de banho.

 

A cortina continuava a abanar e uma delas não foi de meias medidas, toca de esquartejar a cortina. Não acertou em nada! Começámos a atacar a cortina desenfreadamente, até que esta ficou em farripas. Desistimos desta tarefa e pensámos que se lá estivesse alguém, devia estar encolhido no fundo da banheira, ou que já estava morto. Já estávamos a ver a vida a preto e branco, por detrás de umas grades, portanto o medo de sermos assaltadas, passou a medo de ter magoado alguém.

 

Abrimos a cortina a tremelicar, e a banheira estava vazia.. completamente vazia. Mas como é que a cortina abanava? Simples, estava uma janelinha aberta a fazer corrente de ar.. Como nenhuma de nós tinha janelas na casa de banho, nem nos passou pela cabeça tal cenário.

 

Rapidamente o medo do assalto, o medo de ter magoado alguém, foi substituído pelo medo de ver os nossos pais e de lhes explicarmos como é que tínhamos deixado a cortina da casa de banho em farripas. Ainda por cima de um apartamento alugado (Este último medo ainda foi mais agressivo que os outros).

 

Escusado será dizer que não ficámos mais sozinhas em casa o resto das férias, que tivemos de ir comprar uma nova cortina, e só não ficámos de castigo, porque depois da nossa explicação e da incredulidade, se desmancharam a rir…

 

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Uma história assustadora - Um vulto no escuro

Ontem, feriado, foi dia também de recordar algumas histórias, e, como estávamos numa de conversar sobre fantasmas e coisas horripilantes, veio à baila um dos episódios mais divertidos e assustador de que tenho memória. Sendo assim, hoje e amanhã poderão contar com dois textos recheados de mistério.

 

Ora, o título deste post também poderia ser - "Porque não deve deixar as crianças sozinhas" - Já não éramos bem crianças, mas isso agora não interessa nada!

 

Quando tinha cerca de 11 anos, passávamos férias em Vilamoura, e nesse ano tive a companhia de 2 amigas: uma um ano mais nova, com 10 anos e a outra com 13 anos. Numa bela noite, os nossos pais foram beber café e dar um passeio, como não nos apetecia ir, fiquei na vivenda deles com a mais velha.

O tempo passava e nós muito entretidas com um jogo, quando de repente avistámos um vulto que se deslocava calmamente pelo terraço da vivenda. Ficámos logo em estado de alerta e vimos que as grades, tanto da varanda como da janela, se encontravam abertas.

Duas miúdas em casa, sozinhas, sem telemóveis, nem telefone fixo - era casa de férias portanto, não tínhamos como chamar ajuda. Estávamos cada vez mais assustadas e o vulto cada vez se aproximava mais das janelas, até que se sentou, de costas, e ali ficou durante instantes que nos pareceram uma eternidade.

Nós, já em pânico, decidimos que a melhor opção era mesmo sair de casa, a porta ficava no extremo oposto ao vulto, ele nem se apercebia do movimento. Fechámos tudo a 7 chaves (onde conseguíamos, e não tocando nas luzes), e fugimos rapidamente para o bar da piscina. Ok, havia imenso movimento, só tínhamos de esperar que os pais chegassem.

 

Sentámos-nos calmamente numa das mesas, até que a minha amiga se lembra que tínhamos deixado o cágado para trás. Ela adorava o animal e estava em tal estado de preocupação que decidimos regressar a casa para ir buscar o cágado, não fosse o ladrão levá-lo.

Regressámos, meias a tremelicar, abrimos a porta devagar, espreitámos pelas janelas e lá continuava o vulto sentado. Rastejámos pelo chão à procura do cágado, encontrámo-lo e toca de fugir novamente.

No instante em que colocámos os pés fora de casa, estavam os nossos pais a chegar. Corremos para eles, explicámos a situação e dirigimos-nos em passo acelerado de volta à casa.

Chegados lá, fizemos imenso barulho, eles verificaram o vulto, confirmaram que se encontrava ali alguém sentado e combinaram dar a volta à casa para o surpreenderem. As mulheres ficaram todas de plantão à janela a observar o que ia suceder e prontas a intervir se fosse caso disso.

Assim que ele se apercebeu que vinha alguém, levantou-se num ápice, e foi nesse instante que ficámos incrédulos a olhar para o suposto ladrão. É que este ladrão não tinha duas pernas, mas sim 4 patas.

Tratava-se de um gato que encontrou ali o sítio perfeito para descansar. O candeeiro da rua, projetava a sombra de tal forma, que de costas, parecia claramente uma pessoa!

 

Este episódio ficou para a memória, mas o de amanhã ainda consegue ser pior, ou melhor, e reunir umas quantas facadas!

  

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Quanto aos vencedores do passatempo, foram escolhidos através de Random, e aqui estão eles:

1 - Caixa de Verniz: Moralez;

2 - Caixa de Chá: José Augusto;

3 - Capa para livros: Ana Afonso.

Muito obrigada a todos pela vossa participação, espero que gostem dos artigos. Eu já os vi presencialmente e estão um mimo!

O poupar tem limites

Como estamos numa onda de comemorar o aniversário do blog, decidi apresentar-vos uma história que me marcou e que muitos sorrisos desperta quando é contada.

 

Aqui há uns anos, na altura em que os telemóveis ainda eram uma raridade, em que haviam poucos modelos disponíveis e eu tinha o pako como tarifário, eu e os meus pais passávamos férias no Algarve.

Estávamos hospedados num aldeamento turístico, e eu, como irmã mais velha, ajudava sempre com as malas enquanto a minha mãe ficava a tomar conta da minha irmã no apartamento.

Ora, era dia de regresso, mala para aqui, mala para ali, sobe e desce no elevador, a meio do percurso, eu e o meu pai ficámos fechados no elevador. Houve uma avaria e nem o alarme funcionava. Era também muito cedo para alguém ouvir gritar ou bater no mesmo.

 

Já lá estávamos há uns bons minutos e ninguém nos vinha resgatar.

Pai (repetidas vezes): Logo hoje que não trouxe o telemóvel comigo! E agora o que fazemos? A tua mãe há-de notar que estamos a demorar muito. Não te sentes mal por estares aqui fechada, pois não?

 

...e o tempo passava, e o meu pai tentava desesperadamente abrir a porta...

 

Chic' Ana: Bom, eu tenho o meu telemóvel, mas não quero gastar dinheiro. Quanto muito podemos mandar um toque, ela liga e eu assim ganho pontos pela chamada.

Pai: Tu tens o telemóvel?! E não dizes nada?! Estamos fechados neste cubículo há mais de 20 minutos..

Chic' Ana: Alguém há-de reparar e não estamos assim tão mal, estamos sentados e tudo!

 

Escusado será dizer que lá me obrigou a telefonar à minha mãe para ir à receção contar do problema.

 

 

A minha mãe sofre de claustrofobia, portanto, só de nos imaginar trancados, começou a sentir-se mal e a gritar junto ao elevador:

Mãe: Tenham calma, não entrem em pânico. Estão já aqui os senhores! Vão já resolver tudo!

Chic' Ana: Vês? (a olhar para o meu pai e muito séria) Mais valia não termos telefonado. Ela sente-se mal, treme como varas verdes, e ainda por cima gastei o meu saldo, os últimos tostões que tinha no telemóvel! 

 

Só sei que fizemos a viagem do Algarve até Lisboa, comigo sempre a lamentar-me por não ter dinheiro para comunicar com as pessoas. Chegámos, e tiveram o desplante de não me carregarem o pako. Acham isto normal?! Afinal foi o meu telemóvel que salvou o dia! E eu estava tão bem de férias no Algarve...

 

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Já sabem, nada de andar de elevador com pouco saldo no telemóvel!

Bom fim de semana.