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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Do Fim de Semana

Esteve um tempo extraordinário, eu então parecia uma criança no meio das flores, no meios dos novos bichinhos que estão a nascer. E as árvores? Já viram a sua beleza? Todas floridas...

 

Pois é, a Primavera só chega a 21 de Março, mas este fim de semana andou lá bem pertinho! E com ele o que chegaram também? As minhas alergias ao pólen, às plantas e a tudo o que mexe (basicamente).

Olá dias inteiros a espirrar, olá dias inteiros a chorar, olá vermelhidão, mas por outro lado... Olá passeios ao ar livre, olá dias maiores e solarengos, olá gelados, olá gelados, olá gelados (ok, tenho de passar à frente), olá convívios nas esplanadas e noites dentro, olá férias da Páscoa, olá roupa mais leve e descontraída.

 

Estou definitivamente pronta para receber a Primavera! (já compraram anti-hístaminicos? Eu já!)

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E a vencedora do Passatempo Novex foi a Marta Santos, mesmo ao cair do pano. Muitos parabéns!

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Esta semana quem dá coisas é a Ana, ora espreitem lá este belo passatempo!

Uma mensagem importante

And so this is Christmas…  e o blog vai de férias, mas não sem antes deixar os meus desejos de Natal para todos vocês que deram um brilho extra a este meu ano: Para todos os que aqui vieram parar, por engano ou não, e que acabaram por ficar, para todos aqueles que comentam, para todos aqueles que deixam um bocadinho de si neste espaço, muito obrigada antes de mais. Desejo sinceramente que sintam a magia do Natal, que sintam a esperança e a renovação de um novo ano.

Da minha parte, segue um abraço muito, muito apertadinho.

 

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Não se esqueçam dos vossos objetivos, aquilo para o qual trabalharam arduamente. Não esqueçam a vossa família e amigos, as pessoas que vos fazem sorrir e que estão sempre presentes. Espalhem a bondade, não apenas no dia de Natal, mas em todos os que vivam, acreditem que irão marcar e ajudar muitas pessoas. Sentir o coração quentinho é o melhor presente que podem ter, e é o meu maior desejo. 

 

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Um Feliz Natal e um 2017 repleto de sucessos a todos os níveis.

Para o ano cá nos encontramos com uma energia renovada.

  

Nota: E por favor, nada de puxarem a barba ao Pai Natal, acreditem que é verdadeira. Não se esqueçam do chá e bolinhos porque aquela barriguinha não se mantém facilmente.

Uma história assustadora - A banheira

Na noite seguinte ao mistério do gatinho, os nossos pais mostraram-se reticentes em nos deixar na vivenda (mais que compreensível), portanto, ficámos no nosso apartamento de férias alugado, no 3º andar, onde os gatos não chegavam. Desta vez ficámos as 3.

Como eu não tinha muitos jogos, ligámos a televisão e estava a dar uma série do género dos “Arrepios”. Estávamos as 3 aconchegadas no sofá, nenhuma quis dar parte de fraca e continuámos a assistir, embora o medo fosse crescendo..

 

Às tantas começaram a vir uns barulhos estranhos da casa de banho, uma espécie de assobio. Nós encolhemo-nos e apelámos ao nosso lado racional. Ficámos em silêncio mais uns tempos, até que há uma embalagem que cai na banheira e faz um estrondo enorme.

Ok, já não era imaginação nenhuma, levantámos-nos, fomos espreitar para dentro da casa de banho e a cortina da banheira encontrava-se a abanar, suavemente, tal e qual uma respiração. Corremos para a cozinha, começámos a pensar que estávamos tramadas, que desta vez é que era, e pegámos em armas de defesa. Havia um rolo da massa, várias facas e, armadas como podíamos, voltámos à casa de banho.

 

A cortina continuava a abanar e uma delas não foi de meias medidas, toca de esquartejar a cortina. Não acertou em nada! Começámos a atacar a cortina desenfreadamente, até que esta ficou em farripas. Desistimos desta tarefa e pensámos que se lá estivesse alguém, devia estar encolhido no fundo da banheira, ou que já estava morto. Já estávamos a ver a vida a preto e branco, por detrás de umas grades, portanto o medo de sermos assaltadas, passou a medo de ter magoado alguém.

 

Abrimos a cortina a tremelicar, e a banheira estava vazia.. completamente vazia. Mas como é que a cortina abanava? Simples, estava uma janelinha aberta a fazer corrente de ar.. Como nenhuma de nós tinha janelas na casa de banho, nem nos passou pela cabeça tal cenário.

 

Rapidamente o medo do assalto, o medo de ter magoado alguém, foi substituído pelo medo de ver os nossos pais e de lhes explicarmos como é que tínhamos deixado a cortina da casa de banho em farripas. Ainda por cima de um apartamento alugado (Este último medo ainda foi mais agressivo que os outros).

 

Escusado será dizer que não ficámos mais sozinhas em casa o resto das férias, que tivemos de ir comprar uma nova cortina, e só não ficámos de castigo, porque depois da nossa explicação e da incredulidade, se desmancharam a rir…

 

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Uma história assustadora - Um vulto no escuro

Ontem, feriado, foi dia também de recordar algumas histórias, e, como estávamos numa de conversar sobre fantasmas e coisas horripilantes, veio à baila um dos episódios mais divertidos e assustador de que tenho memória. Sendo assim, hoje e amanhã poderão contar com dois textos recheados de mistério.

 

Ora, o título deste post também poderia ser - "Porque não deve deixar as crianças sozinhas" - Já não éramos bem crianças, mas isso agora não interessa nada!

 

Quando tinha cerca de 11 anos, passávamos férias em Vilamoura, e nesse ano tive a companhia de 2 amigas: uma um ano mais nova, com 10 anos e a outra com 13 anos. Numa bela noite, os nossos pais foram beber café e dar um passeio, como não nos apetecia ir, fiquei na vivenda deles com a mais velha.

O tempo passava e nós muito entretidas com um jogo, quando de repente avistámos um vulto que se deslocava calmamente pelo terraço da vivenda. Ficámos logo em estado de alerta e vimos que as grades, tanto da varanda como da janela, se encontravam abertas.

Duas miúdas em casa, sozinhas, sem telemóveis, nem telefone fixo - era casa de férias portanto, não tínhamos como chamar ajuda. Estávamos cada vez mais assustadas e o vulto cada vez se aproximava mais das janelas, até que se sentou, de costas, e ali ficou durante instantes que nos pareceram uma eternidade.

Nós, já em pânico, decidimos que a melhor opção era mesmo sair de casa, a porta ficava no extremo oposto ao vulto, ele nem se apercebia do movimento. Fechámos tudo a 7 chaves (onde conseguíamos, e não tocando nas luzes), e fugimos rapidamente para o bar da piscina. Ok, havia imenso movimento, só tínhamos de esperar que os pais chegassem.

 

Sentámos-nos calmamente numa das mesas, até que a minha amiga se lembra que tínhamos deixado o cágado para trás. Ela adorava o animal e estava em tal estado de preocupação que decidimos regressar a casa para ir buscar o cágado, não fosse o ladrão levá-lo.

Regressámos, meias a tremelicar, abrimos a porta devagar, espreitámos pelas janelas e lá continuava o vulto sentado. Rastejámos pelo chão à procura do cágado, encontrámo-lo e toca de fugir novamente.

No instante em que colocámos os pés fora de casa, estavam os nossos pais a chegar. Corremos para eles, explicámos a situação e dirigimos-nos em passo acelerado de volta à casa.

Chegados lá, fizemos imenso barulho, eles verificaram o vulto, confirmaram que se encontrava ali alguém sentado e combinaram dar a volta à casa para o surpreenderem. As mulheres ficaram todas de plantão à janela a observar o que ia suceder e prontas a intervir se fosse caso disso.

Assim que ele se apercebeu que vinha alguém, levantou-se num ápice, e foi nesse instante que ficámos incrédulos a olhar para o suposto ladrão. É que este ladrão não tinha duas pernas, mas sim 4 patas.

Tratava-se de um gato que encontrou ali o sítio perfeito para descansar. O candeeiro da rua, projetava a sombra de tal forma, que de costas, parecia claramente uma pessoa!

 

Este episódio ficou para a memória, mas o de amanhã ainda consegue ser pior, ou melhor, e reunir umas quantas facadas!

  

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Quanto aos vencedores do passatempo, foram escolhidos através de Random, e aqui estão eles:

1 - Caixa de Verniz: Moralez;

2 - Caixa de Chá: José Augusto;

3 - Capa para livros: Ana Afonso.

Muito obrigada a todos pela vossa participação, espero que gostem dos artigos. Eu já os vi presencialmente e estão um mimo!

O poupar tem limites

Como estamos numa onda de comemorar o aniversário do blog, decidi apresentar-vos uma história que me marcou e que muitos sorrisos desperta quando é contada.

 

Aqui há uns anos, na altura em que os telemóveis ainda eram uma raridade, em que haviam poucos modelos disponíveis e eu tinha o pako como tarifário, eu e os meus pais passávamos férias no Algarve.

Estávamos hospedados num aldeamento turístico, e eu, como irmã mais velha, ajudava sempre com as malas enquanto a minha mãe ficava a tomar conta da minha irmã no apartamento.

Ora, era dia de regresso, mala para aqui, mala para ali, sobe e desce no elevador, a meio do percurso, eu e o meu pai ficámos fechados no elevador. Houve uma avaria e nem o alarme funcionava. Era também muito cedo para alguém ouvir gritar ou bater no mesmo.

 

Já lá estávamos há uns bons minutos e ninguém nos vinha resgatar.

Pai (repetidas vezes): Logo hoje que não trouxe o telemóvel comigo! E agora o que fazemos? A tua mãe há-de notar que estamos a demorar muito. Não te sentes mal por estares aqui fechada, pois não?

 

...e o tempo passava, e o meu pai tentava desesperadamente abrir a porta...

 

Chic' Ana: Bom, eu tenho o meu telemóvel, mas não quero gastar dinheiro. Quanto muito podemos mandar um toque, ela liga e eu assim ganho pontos pela chamada.

Pai: Tu tens o telemóvel?! E não dizes nada?! Estamos fechados neste cubículo há mais de 20 minutos..

Chic' Ana: Alguém há-de reparar e não estamos assim tão mal, estamos sentados e tudo!

 

Escusado será dizer que lá me obrigou a telefonar à minha mãe para ir à receção contar do problema.

 

 

A minha mãe sofre de claustrofobia, portanto, só de nos imaginar trancados, começou a sentir-se mal e a gritar junto ao elevador:

Mãe: Tenham calma, não entrem em pânico. Estão já aqui os senhores! Vão já resolver tudo!

Chic' Ana: Vês? (a olhar para o meu pai e muito séria) Mais valia não termos telefonado. Ela sente-se mal, treme como varas verdes, e ainda por cima gastei o meu saldo, os últimos tostões que tinha no telemóvel! 

 

Só sei que fizemos a viagem do Algarve até Lisboa, comigo sempre a lamentar-me por não ter dinheiro para comunicar com as pessoas. Chegámos, e tiveram o desplante de não me carregarem o pako. Acham isto normal?! Afinal foi o meu telemóvel que salvou o dia! E eu estava tão bem de férias no Algarve...

 

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Já sabem, nada de andar de elevador com pouco saldo no telemóvel!

Bom fim de semana. 

Os insólitos das férias – Em casa

E como as férias não foram recheadas de episódios engraçados somente fora de casa, em segundo lugar, surge então um episódio que envolveu uma piscina insuflável.

 

Aqui há cerca de 3 anos comprei uma piscina insuflável para colocar num pequeno terreno: redonda, pequena, mas que dava para nos refrescarmos e estar ali um bocadinho na brincadeira. Uma pessoa em pé, ficava com a água acima do nível do joelho, mas abaixo da anca (varia com a altura obviamente). Apesar de parecer pequena levou imensa água. Foi um pequeno investimento, mas que fez as nossas delicias durante algum tempo.

A cada dia que passava aventurávamo-nos mais: eram cambalhotas, pino, mergulhos, fazíamos trinta por uma linha, como se costuma dizer. Piores que as crianças.

 

Num belo dia, em que estávamos 3 pessoas dentro da piscina, o meu pai, toca de se encostar à beirinha, colocar os braços de fora e recostar-se para trás. Ora, ele deve ter feito tanta força na borda da piscina, que esta não aguentou e começou a vazar… ele caiu para trás, a lateral da piscina caiu também e toca de começar a água a correr por ali fora. Fiquei eu e a minha irmã sem termos percebido bem o que se tinha passado: num instante tínhamos água, no momento seguinte esta tinha desaparecido.

 

Foi remédio santo, acabou-se a piscina, não a voltámos a encher porque a conta da água era astronómica, e a horta ficou excessivamente regada por uns dias (o terreno é inclinado e a água caiu em cascata por ali abaixo).

Ainda hoje nos fartamos de rir com a ocorrência, o que vale é que as férias estavam quase a acabar e portanto teríamos de a vazar de qualquer forma, poderíamos era ter dado um uso bem melhor à água.

 

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(algo semelhante à imagem)

 

Já participaram no passatempo? Termina já amanhã!

Os insólitos das férias - Nazaré

Bem sei que querem saber alguns dos momentos mais insólitos que passei durante as férias. O momento que ficou com o primeiro lugar deu-se na Nazaré.

 

Todos os que já tiveram o prazer de conhecer esta bela vila de pescadores, recordam com certeza os trajes das mulheres típicas, a afabilidade dos habitantes, as magnificas paisagens e também a secagem do peixe feita ao sol.

 

Estávamos a passear num belo dia, quando regressam as memórias de comer peixe seco e toca de nos dirigirmos a uma das bancas para comprarmos a tão famosa iguaria. Este peixe é amanhado, lavado, passado por água e sal grosso, por fim é aberto ou escaldado e estendido nas redes a secar ao sol. Supostamente a secagem dura 2 a 3 dias.

 

Eu provei e gostei bastante do sabor, o meu pai também estava a comer com prazer. A K e a minha mãe preferiram esperar para ver se tínhamos alguma reação adversa. Estava eu toda contente com o meu peixe, a dizer que era muito bom, quando:

 

Mãe: Ana, acho que tens qualquer coisa na boca.

Chic’ Ana: Sim, estou a comer o peixe, não queres provar?

K: Ahhh, isso parece-me um bicho!

Chic’ Ana: Um bicho? É peixe…

Mãe: Não, não, tens um bicho na cara, mostra lá o peixe.

 

Fomos observar o peixe com atenção, e voilá, o peixe estava repleto de pequenas larvas. Nem queria acreditar! Foi logo o peixe para o lixo e fomos a correr espreitar o do meu pai que aparentemente se encontrava bom. Naquele dia acho que ingeri umas quantas proteínas extra e só tenho uma coisa a dizer: o sabor do peixe estava mesmo divinal, mas comprar novamente, só mesmo observando muito, muito bem, pois aquele não deveria estar nas condições de secagem adequadas.

Mais alguém teve uma experiência semelhante? 

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O Regresso

Estou de volta (confesso que já tinha muitas saudades)! Foram 3 semanas de descanso, muito completas, com praia, campo, serras, praias fluviais, tudo a que tive direito, e até algum trabalho, que faz parte. Mas estou de volta, e temo que seja uma semana muito complicada aqui no trabalho.  

 

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Deixo-vos apenas um cheirinho do que se passou e até porque preciso de uma ajudinha vossa.

Há cerca de uma semana e meia, encontrámos no terreno de casa um passarinho pequenino que já estava mais para lá do que para cá. Provavelmente tinha caído do ninho e nós bem que o procurámos para o tentar colocar de volta, mas não foi possível. Ora, começámos a alimentar o passarinho com uma seringa diariamente, com comida e água, até que ele começou a comer diretamente das nossas mãos. Ontem, aprendeu a bicar, mas ontem era também o dia do regresso e se o deixássemos lá provavelmente teria morrido pois não é autónomo.

Tornou-se bastante sociável: não tem medo das pessoas nem de nada, excepto das formigas que já o picaram. Anda no nosso ombro, feliz e contente, apesar de já dar alguns voos grandes.

Qual é o problema? Tenho um verdilhão na cozinha! Nem gaiola tem, apenas uma caixa improvisada. 

Acham que para a semana o consigo devolver à natureza ou está demasiado dependente e já não se consegue desenrascar sozinho?

 

E aqui está o passarinho:

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Férias

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E chegou o tão esperado dia, o dia em que finalmente vou de férias de verão. E para conter toda esta emoção e agitação, deixo-vos algumas sugestões do que podem fazer: 

 

  • Caminhadas pela praia, inspirando e expirando lentamente, atentos a tudo o que vos rodeia;
  • Sonhem, sonhem muito, pois quanto mais sonharem mais livres se sentirão;
  • Ler muito. Tudo aquilo que conseguirem, pois o verão inspira aventuras, inspira a imaginação e nada melhor que um livro para nos acompanhar;
  • Problemas para trás das costas, há que tentar esvaziar a mente e moldá-la para mais um ano cansativo;
  • Cantar e dançar sem medos, sem vergonhas, em casa, no terraço, no jardim, em qualquer lugar!
  • Fazer desporto, qualquer um!
  • Alegria sempre presente a cada dia;
  • Ser feliz.

 

Desejo-vos umas excelentes férias, se for caso disso. No final de Agosto cá estarei para vos contar as aventuras e desventuras que vivenciei!

 

E tal como prometido, aqui está o resultado tão esperado do passatempo... Tive uma bela surpresa, pois verifiquei que a concorrente listada abaixo da vencedora é a minha mãe!!! Foi quase mãe!!! Não desistas!

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Obrigada, reúni 603 participações no passatempo. Obrigada do fundo do coração. Mais passatempos virão e tudo graças à vossa participação! Obrigada!

Irei enviar um e-mail à vencedora para que a Editoria possa enviar o livro.

 

Férias: As tecnologias

E para finalizar as minhas dicas de como sobreviver às férias, nada melhor que terminar a falar das tecnologias. Pois bem, elas podem ser uma maravilha para nos mantermos em contacto, para nos mantermos atualizados.. Mas nas férias tenham a noção de que o mais importante é a diversão, é o tempo dividido com a família e com os amigos, são os sorrisos trocados, são as brincadeiras na areia e no mar.

Troquem o tablet por um bom livro, troquem o telemóvel por um baralho de cartas ou qualquer outro jogo, troquem o computador por um belo gelado! Troquem a bela da selfie por um mergulho no mar, troquem as noites de emails pelas noites de descontração num bar, num passeio, apreciem a vida noturna, tão rica nestas alturas. São estes momentos que nos conferem excelentes memórias.

 

Vivam o presente, não o passado nem o futuro. Nas férias e em todos os momentos da vida, o presente é o que mais importa ou não tivesse o nome que tem. O passado não pode ser alterado, o futuro apenas desejado e trabalhado, portanto, vamos lá!

 

Truque número 10: Façam Off às tecnologias!

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E é já hoje que termina o passatempo. Boa sorte a todos!