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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

A memória de grávida

Andava eu feliz e contente da vida que, distraída como sou, ainda não tinha tido nenhum episódio digno de registo quanto a esquecimentos e falhas de memória típicos da gravidez... Até ontem!

 

A pequenita anda ansiosa para conhecer o mundo, mexe e remexe, 24h/dia, é impressionante, e sim, estive a noite TODA acordada e ela não parou um segundo! Consequência deste mau dormir, andei feita zombie o dia inteiro.

 

  • Arrumei o abacaxi no caixote do lixo;
  • Arrumei roupa no frigorífico;
  • Arrumei produtos de higiene no balde da despensa;

Bom, pelo menos a veia de arrumar coisas continua activa...

  • E finalmente quando ia a passar a sopa, fiquei a 1 milímetro de estragar a varinha mágica, porquê? Porque me esqueci da parte mais importante.. Felizmente que esta não estava tão pesada como o habitual e houve algo que fez o clique!

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De seguida, sentei-me no sofá de pés e mãos atadas para não provocar qualquer caos no apartamento, e assim fiquei, feita estátua o resto do dia, imóvel, só com a barriga a bambolear de um lado para o outro...

Atualização de estado..

O que eu sonho para as minhas noites...

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O que realmente acontece: uma rambóia na barriga! "Party all night long"

 

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Qualquer sítio ao longo do dia serve para isto...

 

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 Oh Não! Adormeci outra vez.. toda torta! E o ciclo recomeça..

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Manter o blog com posts diários tem sido bastante complicado, pelo que vou reduzir para 3 posts por semana ou os que conseguir fazer, sem promessas! Fica a promessa sim, que venho aqui sempre que conseguir e claro que vos acompanharei!

 

As noites mal dormidas

Já tinha ouvido falar que as noites mal dormidas seriam uma realidade, mas ainda não tinha sido atingida pelas mesmas.

 

Este fim de semana foi para esquecer.. Não tinha posição para nada:

- dormir de barriga para baixo está fora de questão, não funciona, desde as primeiras semanas;

- dormir para o lado direito não é aconselhado;

- dormir de barriga para cima a partir das 30 semanas, no meu caso, foi inconcebível, a bebé já estava pesada e eu acordava cheia de falta de ar por causa da pressão nos pulmões.

 

O que resta? Dormir para o lado esquerdo. Experimentei a técnica da almofada, quer entre as pernas (estabiliza a coluna), quer para apoiar a barriga! Descoberta de ambas as noites: Conhecem a história da princesa e da ervilha?! Em que uma princesa é de sangue real se detetar a presença de uma ervilha debaixo de imensos colchões?

 

Pois bem, a minha Little B é uma princesa: detetou que existia ali uma presença estranha e toca de pontapear a almofada TODA a noite! TODA a noite... Mudei a almofada de sítio e ela continuou a perseguir a almofada e a pontapear a mesma, até eu desistir de a utilizar..

Não, não queria acreditar que isto pudesse ser mesmo assim e na segunda noite voltei a insistir.. afinal a mãe é que manda, certo?! ERRADO!

 

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Já participaram no passatempo? É hoje o último dia!

O disparate vem de família

A minha irmã a semana passada teve uma serenata na faculdade e combinou previamente com uma amiga regressarem de Uber ou Táxi. Chegadas as 2h da manhã, e com hospital no dia seguinte, acharam que era tempo de dar por terminada a festa e chamaram um Uber através da aplicação.

 

Constataram que esta aplicação tinha associado os dados de paypal de uma colega delas, que não tinha ido à festa. Ora, em cima da hora, lembraram-se de manter o registo e devolver o dinheiro logo de seguida.

O plano até estava a correr bem… só que o Uber não conseguia dar com o ponto em que elas se encontravam e toca de ligar para o contacto associado à conta: O da colega que estava a dormir..

 

Reação da colega: Pensar que tinha tido um ataque de sonambulismo e que andava a chamar Uber’s nos sonhos. Finalmente fez-se luz, depois da explicação do condutor, e enviou uma mensagem a ambas a dizer que o Uber estava à espera na rua X.

 

Como este nunca mais chegava, decidiram cancelar a requisição e chamar outro, que desta vez, funcionou às mil maravilhas, enviou o nome do condutor, os dados do carro e foi mostrando a distância a que se encontrava em minutos.

 

Minuto zero, vêm um carro a abrandar à porta da faculdade, a chover… nem pensam duas vezes, correm para dentro do mesmo.

 

Uber: Boa noite, então vamos para a rua Ferreira…

 

Olham muito aflitas uma para a outra, olham em redor, para o motorista e chegam à simpática conclusão que tinham entrado no Uber sim, mas no Uber errado! Pediram mil desculpas, saíram e lá conseguiram dar finalmente com o Uber para elas.

 

Distração? Sim, é o segundo nome da K.

 

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É segunda-feira!

Aquele dia da semana em que acordas, desligas o despertador, pensas que ainda estás a sonhar que é domingo, a cama está a saber-te tão bem, parece que os lençóis estão mais suaves que nunca..

 

Apercebes-te que afinal tudo não passa de um sonho, corres para a casa de banho, tentas despachar-te ao máximo, tropeças nas calças do pijama e só não dás um trambolhão porque te enfias completamente dentro do lavatório. Felizmente a torneira continuou fechada..

 

Sim.. podia ter sido bem pior! Boa segunda.feira para todos.

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A arte de dormir

Felizmente tenho a capacidade de adormecer facilmente e ter noites tranquilas. Ontem não foi exceção. Adormeci ainda mal o M se tinha deitado, dormi profundamente até de manhã.

Sou sempre a primeira a levantar-me e passado 30 minutos levanta-se ele. Para não o acordar, não acendo nenhuma luz, saio lentamente do quarto, sem barulho e fecho a porta para a claridade não incomodar.

 

Ontem, passo várias vezes pela porta do quarto e ela continua bem fechada. Dou ali umas quantas voltas, mas preciso mesmo de ir buscar os acessórios que me faltam.

 

Abro a porta lentamente , olho para a cama e estava vazia! Vazia! Começo a resmungar para mim própria que ele saiu do quarto e deixou a porta fechada, estando já a atrasar-me.

 

Passado uns minutos aparece ao pé de mim:

 

Chic’ Ana: Então, mas tu fechaste a porta novamente? Pensava que estavas a dormir, estou farta de dar aqui voltinhas!

M: Mas.. tu não reparaste que eu não dormi aí?

Chic’ Ana: Não dormiste aqui? Então dormiste onde?

M: No escritório.

Chic’ Ana: Porquê?

M: Os vizinhos do prédio do lado estavam com mais uma festa de arromba. Música aos altos berros até às 2h30 da manhã.

Chic’ Ana: Não ouvi nada!

M: Pois, eu reparei. Não conseguia dormir e estava a ficar mal disposto, levantei-me e adormeci no sofá. A sério que não viste que eu não estava na cama? Nem quanto te levantaste?

 

Pois, não vi mesmo. Acordei, vesti-me, ajeitei a roupa da cama, pensando que o estava a tapar, não acendi qualquer luz, saí em pezinhos de lã e não ouvi nem vi qualquer barullho no escritório. Conclusão: Eu estou a dormir até colocar um pé na rua.

 

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Parasita da Sociedade

Se nas grandes cidades e com as devidas condições de isolamento nas casas, eu já sentia algum frio, este fim de semana no campo pensei que fosse congelar. O vento da serra estava gelado, as casas não conservam a temperatura convenientemente e à noite.. Ui, a noite!… As noites são geladas, fazendo com que de manhã se esteja melhor fora de casa do que no seu interior.

 

A única solução é mesmo acender a lareira, adotar uma postura de hibernação e permanecer muito quieta em frente à mesma! Qualquer movimento, por ínfimo que seja, pode ser sinal de uma grande corrente de ar gelada.

 

Contudo, sábado esteve um bonito dia de sol e tínhamos de aproveitar para dar um jeito ao terreno. Cada vez que colocava o nariz de fora, voltava a correr para cima da lareira.

 

Os meus pais espreitavam à janela, eu via as sombras deles e colava-me à parede, eles não me viam, davam meia volta e iam embora. A dada altura aparecem em duas janelas. Eu não vou de modas e atiro-me em voo picado para cima do tapete. Consegui escapar a mais uma investida. Fiquei estendida no chão, escondida das janelas, coberta pelos sofás e longe da vista de olhares alheios durante uma boa meia hora.

 

Eu queria, eu queria mesmo sair de casa, mas a preguiça estava a ser mais forte do que eu, aquele frio invadia o meu corpo e fazia com que ficasse mumificada.

 

Este sábado fui realmente uma parasita da sociedade! (Por meia hora, depois disso, toca a trabalhar).

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O meio da semana!

O meio da semana costuma ser um dos dias mais produtivos. Analisemos o meu começo da manhã e digam lá que o dia de hoje não promete:

 

Há uns dias que não consigo colocar o relógio preto no pulso – o sono geralmente é tanto que nunca consigo colocar a peça do fecho no sítio correcto.

Hoje, após um esforço magnânimo, cerca de 10 segundos, consegui.

 

Sentada já à frente do computador, percebo que o relógio não se encontra com a hora certa e trato de proceder à sua alteração (eu puxo o botão para não gastar a pilha quando não o utilizo), mas o botão estranhamente está no lado oposto.

Faço um esforço para o acertar, que isto do botão não estar no sítio devido é um bicho de sete cabeças.

Orgulhosa e já com o relógio impecável vou tirar uma dúvida com um colega meu que tem o desplante de me dizer que tenho o relógio ao contrário!

 

Se até à data tinha dificuldade em colocar o relógio, agora a minha dificuldade é mesmo retirar o relógio do pulso, o fecho está ao contrário. Acham que parece muito mal pedir ajuda para o trocar ou fico o dia todo com o relógio ao contrário e aguardo até chegar a casa?

 

Algo me diz que o meu anjinho da guarda hoje vai ser chamado ao serviço...

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Um treino complicado

No treino de ontem pediram-nos para trazer uma garrafa de água. Ora, pensei eu, que bela ideia, assim escuso de ir beber água ao edifício e tenho logo aqui tudo à mão. Era à nossa escolha: uma garrafa de 0.33, 0.5, 1 ou 1,5L. Eu toda contente trouxe logo a maior, afinal, com tanto esforço a hidratação é algo a ter em conta.

 

Todos satisfeitos com as garrafinhas na mão, de sorrisos no rosto, até que estes desaparecem num ápice – A água não é para consumo, mas sim para fazer de peso. Agora pergunto: Porquê?! Porque carga de água é que eu tinha de escolher a maior garrafa e de a encher até cima, até não caber nem mais uma gota?!

 

Bem que me tentei livrar de metade da água, mas sem qualquer sucesso, é que nem sequer um simples alfinete havia à mão. Toca de correr com 1,5Kg para trás e para a frente.

 

Quem é que vai para um treino e não leva algo tão fundamental como um alfinete?!

 

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Férias: o antes e o depois

Estamos em época de férias, as pessoas vão e vêm para destinos paradisíacos. E eu não sei se é melhor irem ou ficarem! (atenção que estou a falar da realidade que se vive nestes dias no meu local de trabalho)

 

Ao irem de férias:

  • O trabalho duplica, temos de fazer não só o nosso trabalho, como o trabalho dos outros;
  • Temos de os ouvir semanas antes a vangloriar-se que serão os primeiros a ir de férias;
  • Temos de ouvir a lista infindável de sítios maravilhosos pelos quais vão passar;
  • Temos de ouvir  que têm familiares que trabalham em companhias aéreas ou em hotéis de luxo e que lhes fazem um favor ao usufruir de tais mordomias…

 

Ao regressarem de férias:

  • Finalmente o tão esperado regresso – o trabalho vai diminuir – ou então não;
  • Regressam cansados das férias e têm obrigatoriamente de tomar café quando chegam, a meio da manhã, ao final da manhã, têm de ir ao ginásio à hora de almoço e depois recomeçam o ritual dos cafés e lanches;
  • Temos de ouvir justificações como o fuso horário e observações “estás tão branquinha!”;
  • Temos de ver as centenas de fotos que os acompanham para todo o lado;
  • Temos de os ver a passear com um bronzeado de fazer inveja..

 

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