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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Livrar-se de duas pessoas de uma só vez

Como a boa disposição é uma excelente forma de contornar situações difíceis, hoje venho contar-vos mais um episódio fresquinho de quinta-feira passada.

 

O título deste post bem que podia ser, como aniquilar duas pessoas ao mesmo tempo, mas achei que assim era menos agressivo.

 

A minha mãe sempre teve um medo pavoroso de cães, também não é para menos, uma vez que foi atacada por 3 cães quando estava grávida e transportava sacos de compras. Os cães deviam estar famintos, sentiram o cheiro da comida e toca de atacar. Valeu ser perto de um local que estava em obras e os trabalhadores rapidamente se aperceberam da situação e agiram de imediato, evitando um cenário bem pior.

 

Mas, retomando, quinta-feira ao final da tarde, estávamos muito bem na nossa sessão de jogging, ia eu no meio, um amigo à esquerda e a minha mãe à direita. Aproximamos-nos de um local com cães, do mais pequeno ao maior. Ela sempre a olhar pelo canto do olho, até que vê uma sombra a mexer-se e um caniche a ladrar.

Só me sinto a ser empurrada para o meio dos cães e ela a dar um grande salto e a arranhar e emaranhar pelo nosso amigo.

 

Portanto, aqui está a forma de ela se defender: atira a filha para o meio dos cães, dando-lhes alimento, e inviabiliza que o amigo ajude, uma vez que está quase ao colo dele. Assustou-se ela, assustou-se o amigo, assustei-me eu e assustaram-se os cães com aquele comportamento!

 

Fazer jogging com a minha mãe é sinónimo de somar sempre episódios divertidos!

 

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Já todos participaram no passatempo de artesanato? Agradeço a vossa ajuda para o divulgar. Obrigada!

One smile a Day.. com a Sara

Como todas as regras têm uma exceção, aqui está a exceção do "One Smile a Day" que hoje é servida à quinta-feira, para que amanhã me possa despedir e desejar umas excelentes férias a todos.

Posto isto, a minha convidada de hoje é a Sara, autora do blog Sara Beauty. A Sara esteve ausente quase 1 mês por causa de um problema com o carregador do computador, contudo, agora está de volta e regressou da melhor forma. O blog tem um visual muito simples e apelativo, nele podemos encontrar moda, maquilhagem, dicas de ginásio, cinema e música, bem como a componente pessoal sempre presente. A Sara tem uma personalidade muito própria e cativante, está sempre bem disposta e brinda-nos sempre com comentários simpáticos. Espreitam o blog que não se vão arrepender.

 

Desde já, queria agradecer imenso à Chic’Ana pelo convite e hoje resolvi partilhar, em mais detalhe, uma das minhas peripécias que, segundo a minha família, é uma das melhores (e que provavelmente já a viram num comentário aqui no blog da Ana).

Então, tinha eu cerca de 4 ou 5 anos e era sábado, ou seja, dia de ir levar a minha irmã à catequese, pois estávamos na casa dos meus avós. Ora, naquela altura, havia uma passagem que era larga o suficiente para passarem duas pessoas, e, ao lado, um terreno de terra batida que, como o tempo andava chuvoso e tal, estava cheio de urtigas. Continuando... aqui a Sara ia a andar e mesmo à minha frente estava um gato (ou gata, vá-se lá saber!). O meu cão, o Polly que deveria de estar no seu segundo aniversário e adorava perseguir gatos, lá descobre o raio do bicho que estava à minha frente e, na sua pressa de perseguir a sua presa, nem se dignou a fazer uma ultrapassagem como deve ser.

Imaginem um ring de bolling, imaginem a Sara como o último pino que ainda se mantém de pé e agora imagem o cão como sendo uma bola de bolling... Pois é! E ele acertou em cheio! E para onde é que o pino/Sara caiu? Isso mesmo, para o meio das urtigas, e ainda por cima, caiu de cara! Estão a ver o sarilho onde me meti... E alguém ajudou-me? Não! Tudo a rir-se enquanto que a Sara chorava desalmadamente e gritava para a tirarem dali. Depois de muito esforço e de muitas lágrimas, lá a Sara saiu dali.

Chegadas à igreja, vem a mãe de uma das colegas da minha irmã e pergunta à minha mãe o que se passou e, após a descrição do acontecimento, a mulherzinha não aguenta e desmancha-se a rir na minha cara. E lá estava a Sara, com cara de poucos amigos e toda picada das urtigas, dos cabelos aos tornozelos, literalmente, enquanto a mulher se ria e ria e pedia desculpas por não aguentar. Os meus ricos pés ainda hoje agradecem naquele dia eu ter usado ténis, ou os coitados também teriam sofrido...

Oh Sara o que eu me fartei de rir, ri-me na altura em que me contaste e agora também! Só de imaginar...

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Muito obrigada por esta bela partilha.

O passatempo termina hoje, já todos concorreram?

 

E relativamente ao post de ontem, aqui está a minha excelente companhia!

Férias: Os cães e a praia

Hoje venho falar-vos de um tema bastante sensível: Praia e animais, focando a análise nos cães que são o animal doméstico mais comum nos areais.

 

Afinal podem ou não ir à praia? E a resposta é depende. Depende se a praia é concessionada ou não, se estamos em período de época balnear, se a entidade gestora autoriza e se o cão é considerado de assistência.

 

Nas praias concessionadas, geralmente existe esta proibição, que pode ser consultada no edital da praia, normalmente à entrada da mesma. Nas praias não concessionadas não existe esta proibição, a menos que haja sinalização especifica da câmara municipal para o efeito.

Os cães com livre circulação, independentemente dos sinais existentes são o cão-guia (para assistência de pessoas invisuais), o cão para surdos e o cão de serviço (para auxiliar pessoas com deficiência).

 

Quando é considerado proibido, a coima pode chegar até aos 2500€, portanto, o melhor é não arriscar! A policia marítima é a entidade responsável pela fiscalização das zonas balneares concessionadas, nas restantes áreas, é a policia municipal que atua.

 

Independentemente da proibição ou não, é necessário e fundamental cumprir as regras que se aplicam a todos os outros locais públicos: uso de trela, de açaime, sempre que se justifique, limpeza de dejetos, etc.

 

Aqui há uns dias houve uma leitora que me confidenciou que um cão já tinha feito xixi contra as suas costas. E de quem é a culpa? Do cão, ou dos donos que não tomaram as devidas precauções?

Para além deste episódio, há inúmeras situações desagradáveis que podem ser evitadas se existir civismo!

 

Truque número 7: Pensem também no próximo e não apenas no bem estar imediato.

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 E hoje podem ver um dos meus episódios com cães aqui! Ora vão lá espreitar! =)

A tosquia

Ontem encontrei a minha vizinha dos cães com dupla personalidade, a Gigi e o Lulu.

Curiosamente vinha com o Lulu, já os sei distinguir porque a cor da trela do cão é preta, e a da cadela é cor-de-rosa, e no lugar da Gigi, sim, porque a trela era a dela, estava outra cadela, mas sem gracinha nenhuma.

 

Chic’ Ana: Então vizinha, o que aconteceu à Gigi?

Vizinha: Nada, está tudo bem.

Chic’ Ana: Então mas já não a vejo há alguns dias, e arranjou outro cão?

Vizinha: Bom, está a olhar para a Gigi, só que ela foi à tosquia…

Chic’ Ana Ela é assim tão pequenina? 

 

Não têm noção de como a cadela ficou, aqueles cães que eram lustrosos, de longo pêlo... Desaparecem quando este é cortado, perdem toda a classe e fofice com que me conquistaram. Para a semana é o Lulu que vai à tosquia, depois parece que anda a passear dois ratinhos.

 

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Um novo companheiro de corrida

Uma das raças de cães que eu mais gosto é o famoso “Salsicha” ou Dachshund. Adoro o animal por ser desproporcional, por ter aquelas patas minúsculas e um corpo esticadinho. Há quem diga que é dos cães mais perigosos do mundo, mas não deixa de me cativar.

 

Ora, ao final do dia por vezes costumo fazer um pouco de exercício, temos um grupinho simpático e de vez em quando vamos correr. No horário em que o fazemos há sempre um salsicha a passear no jardim, muito dócil e social: fica sempre parado a ver-nos passar e nos últimos dias, após passarmos, já vem a correr um pouquinho atrás de nós, porque o seu corpo não permite muito mais!

De dia para dia está a ganhar bastante confiança, tanta, que ontem decidiu juntar-se ao pelotão de corrida, mas juntou-se de uma forma não muito convencional, queria colar-se aos nossos pés e saltitar à nossa frente.

Nós, que íamos em passo de corrida, não esperávamos que o salsicha quisesse participar e toca de começarmos a tropeçar todos uns nos outros para não magoarmos o animal. Às tantas, o salsicha deve ter sentido medo e ao invés de sair daquela confusão, deita-se no chão, fecha os olhos e esconde a cabeça entre as patas! Se fosse uma avestruz, com certeza que a tinha enterrado!

 

Foi um momento profundamente hilariante, porque o cão ficou sem se mexer imenso tempo, até que o dono lá foi abaná-lo um bocadinho, olhou de um lado para o outro, viu que já não se encontrava em perigo e lá começou novamente a querer acompanhar o grupo. Cheira-me que vamos ter de enquadrar outro elemento na nossa corrida!

 

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Cães com dupla personalidade?

Aqui há uns tempos mudou-se um casal para o bairro com dois cães pequenos.

Eles têm um amor sem igual pelos animais que eu admiro: estão sempre impecáveis, lustrosos e bem cheirosos, adoram conversar sobre eles… Eu sempre que os vejo na rua delicio-me a fazer umas festinhas e são sempre muito simpáticos, nunca ladram, exceto quando querem mais festas, enrolam-se nas minhas pernas, eu adoro aquela dupla maravilha..

 

Maravilha que pelos vistos é um pesadelo para alguns. Eu nem queria acreditar no que me contaram ontem:

  • Eles agem em dupla: atacam todos os cães que apanham – não sei como é que isto é possível, eles são uns minorcas;
  • Incomodam os vizinhos intrometendo-se em todas as casas que encontram de porta aberta;
  • Em casa ladram o tempo T-O-D-O! Com um latir estridente que penetra nos ouvidos fazendo com que todos sintam necessidade de fugir..

 

Ao que parece já confrontaram a senhora e segundo ela, já recorreu a um terapeuta de cães que lhe disse que o problema da Gigi e do Lulu (atenção que eu moro num bairro chic’ daí os nomes serem normais) era o elevador. Pois, os cães desenvolveram um complexo com este bem tão essencial para quem habita as frações mais elevadas, e, segundo o especialista, sempre que o elevador emite um barulho eles largam numa chinfrineira que ninguém aguenta.

 

Ora, já que os elevadores não estão constantemente em movimento e os cães estão sempre a ladrar (exceto quando me vêem – situação que eu tenho de tentar esclarecer – será que por parecer um caniche quando tenho o cabelo molhado pensam que sou um deles?), há aqui um problema mais grave que os elevadores. A senhora não pode estar na casa de banho, que a Gigi fica a ladrar do lado de fora, o dono não pode ouvir jogos de futebol que o Lulu fica possuído, não podem cozinhar porque os cães não gostam da cozinha…

 

Meus amigos, os cães não têm mais que 40cm….

 

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