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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a day... com a Gorduchita

E para terminar esta semana de feriados em beleza, trago-vos a Gorduchita, autora do blog A Vida da Gorduchita. O blog já conta com 10 anos, teve o seu início em 2007, e começou como um espaço dedicado a quem queria perder uns quilitos. O blog foi evoluindo com o tempo e acompanhando a vida da autora. Hoje em dia podem encontrar de tudo um pouco: desde alimentação, a peripécias da sua filhota, simples desabafos e partilhas, exercício, enfim! Aqui podem encontrar de tudo um pouco, com a certeza que serão sempre bem recebidos, com um amplo sorriso. Têm dúvidas quanto à personalidade da autora? Então leiam a peripécia abaixo e deixem-se encantar!  

Não vou mentir: sonhava há muito ser convidada pela Chic'Ana para esta sua rubrica. E quando vi o seu comentário no meu blog pedindo o meu e-mail, o meu coração bateu forte e pensei: "Será?" E foi! Obrigada! :)

A história que vou contar talvez não seja exatamente hilariante de ler (nem a mais hilariante que me aconteceu), mas foi um acontecimento marcante (a ponto de uns anos depois, uma pessoa numa formação ter vindo ter comigo e dito"tu és aquela que...").
Passo a contar.

Quando andava na faculdade, andava com um carro já usado, que tinha uns 8 anos na altura que os meus pais mo compraram (estávamos em 1996). Era um carro com algumas particularidades.

Um dia, às tantas da noite (seriam 1h ou 2h da manhã), seguia eu a caminho da casa, por uma das tortuosas e ondulantes ruas do Porto, quando a chave do carro salta da ignição. Salta, simplesmente e carro continua a funcionar.
Breve ataque de pânico, e agora o que é que eu faço, como é que desligo o carro. Rápido ataque de lucidez, não é grave, quando estacionar ponho em ponto morto e tento apanhar a chave e desligo. Ok, assunto resolvido.

Uns dias depois, dia de aniversário de uma amiga, vamos a caminho de um restaurante para jantar. Comigo no carro, uma amiga minha, ao meu lado, e atrás dois amigos da aniversariante (que conhecia apenas de 2 ou 3 contactos anteriores). 
Mais uma rua sinuosa e às ondas, e a chave salta novamente. 
Eu, continuando a conduzir e com o ar mais calmo do mundo (afinal aquilo já me tinha acontecido uma vez): "Rita, chegas-me pf a chave do carro, que saltou?"

Se vissem as caras de pânico dos meus 3 tripulantes! A chave quê? Saltou? Como saltou? Tudo a abanar braços e histérico!
De rir! Ficou-lhes marcado!
E eu fiquei a ser a rapariga com o carro com chaves que saltam em andamento! :)

 

Obrigada, eu é que tenho de agradecer por esta história tão caricata que me fez sorrir e imaginar o pânico dos ocupantes do carro. Digamos que ver uma chave a saltar em pleno movimento é motivo para uns quantos ataques cardíacos! Ahahaha, assim que li esta história, lembrei-me de uma BD e de uma viagem de carro emocionante, acho que a tua peripécia está à altura da seguinte:

mentirinhas_1133.jpg

 Com emoções fortes, sem dúvida! Ahahah

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