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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Ídolos do antigamente

Todos nós temos os nossos ídolos da Infância / adolescência. No meu tempo eram os Backstreet Boys, todas as raparigas suspiravam por um dos cinco elementos da banda. Contudo, o que eu mais gostava era de cantar e de dançar, e como não conseguia fazer muito bem o papel de rapaz, a minha preferência recaía nas Spice Girls.

 

Era chegar a casa todos os dias, colocar a música a tocar, e lá ia eu descomprimir um pouco da escola.

 

Até que no 5º ou no 6º ano, numa festa da escola, surgiu a oportunidade de fazermos um concurso de imitações. Reunimos as raparigas da turma e toca de atribuir papeis a cada uma. A loira, a ruiva e a negrinha, foram fáceis de atribuir pelas semelhanças existentes. Sobrava portanto a Vitoria B, a posh spice, e a Melanie C, a sporty spice.

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Eu não queria ficar a fazer poses, portanto calhou-me a que dava pontapés e piruetas no ar. Nunca durante aquele tempo tive tão pouco os pés no chão, eu treinava a todas as horas: era chegar a casa e dar pontapés no ar, era na escola a fazer piruetas, era ao fim de semana, atirar-me de lances de escadas com o pé em riste...

 

Este sábado calhou ouvir uma música delas, e qual foi a minha reação imediata? Dar o tal pontapé, só que esqueci-me de uma coisa fundamental: já não tenho 11 anos e o meu pé conforme subiu, mais depressa desceu, com uma dorzinha aguda.... 

 

Ainda sou a única a fazer destas aventuras? Confesso que dançar sempre foi, e ainda é, uma das minhas grandes paixões!

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Último dia do passatempo! Já todos concorreram?

Um namoro original

Continuando a saga do amor, hoje tenho um pedido de namoro para vos contar muito original.

 

Enquadramento: 8º ano, em que os pedidos eram feitos por papelinhos, através de um beijinho repenicado ou por “amigos correio”.  

 

A minha melhor amiga estava apaixonada pelo Manuel, queria declarar-se, mas faltava-lhe a coragem necessária. Recorreu então aos serviços do “amigo correio”, eu. O meu papel era muito fácil, tinha de chegar perto do Manuel, dizer-lhe que a Sara gostava muito dele e que queria namorar com ele. Só que, havia um pequeno grande senão. O Manuel tinha um gémeo idêntico, o Martim. Eu não os conhecia  o suficiente e, como tal, não os conseguia distinguir.

 

Sara: Chegas ao pé do Manuel e verificas se ele tem um sinal pequenino junto ao queixo.

Chic’ Ana: Considera-o feito!

 

No intervalo seguinte, lá vai a Ana toda contente á procura do Manuel. Encontro a dupla juntinha e após passar para a frente e para trás no corredor (diversas vezes) a tentar avistar o dito sinal, desisto. Neste momento já estavam todos a olhar para mim. Aproximo-me do grupo..

 

Chic’ Ana: Desculpem, posso incomodar um pouco?

(silêncio)

Chic’ Ana: Qual dos dois quer namorar com a Sara?

(Olham um para o outro, conversam através de sinais e olhares)

 

Gémeo: Eu, posso ser eu.

Chic’ Ana: Boa! Vou já contar-lhe e fica já o encontro marcado para daqui a 3min no pavilhão.

 

Lá vou eu toda contente dar a novidade á Sara que ficou radiante. Foi encontrar-se com o Gémeo em questão e só nos voltámos a cruzar na sala de aula.

 

Sara: Bolas, Ana, erraste o gémeo…

Chic’ Ana: Então não era o Manuel?

Sara: Não, era o Martim!

Chic’ Ana: E não é a mesma coisa? Eles são iguais… Da próxima vez resolves tu o problema!

Sara: Podes então acabar com ele no próximo intervalo?

Chic’ Ana: E digo o quê?

Sara: Que não era o certo!

 

(O namoro durou 45 minutos, o tempo da aula)

 

Tirando este pequeno engano, ainda hoje continuamos as melhores amigas, apesar da distância. Fui madrinha de casamento dela e não confundi o noivo com qualquer outra pessoa, felizmente que este não tem nenhum gémeo.

 

Têm algum episódio caricato semelhante?

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 Não se esqueçam do passatempo!

O tapete irresistível

Quando comprámos casa, queríamos ter uma sala que fosse confortável para receber os amigos e a família. Neste contexto havia duas peças fundamentais: uma mesa grande e um sofá que fosse espaçoso e confortável. 

 

Adquiridos estes dois itens, estava aberta a época de convívio. O tempo foi passando e tudo corria como o pretendido, até que entrou outro elemento na sala: o tapete, que foi estrategicamente colocado em frente ao sofá. O tapete faz as minhas delicias, adoro estar sentada no chão a ver televisão, adoro chegar a casa, fazer o lanche e comer no tapete da sala.

Chego ao ridículo do M estar sentado no sofá, aconchegado, e de eu estar esparramada no tapete, seja de verão ou de inverno.

 

Num dia belo dia…

 

M: Não sei para que temos um sofá se estás sempre pelo chão. Comprámos um sofá grande, que nem era o meu favorito e agora não lhe dás uso.

Chic’ Ana: Então não dou? Onde é que eu me encostava se não existisse o sofá? Ainda manchava a parede e ficava com uma dor de costas tremenda.

 

Acham que contribuí para a diminuição da irritação dele? Há mais alguém que prefira o tapete ao sofá? Devo ter sido um rastejante noutra vida…

 

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Lembram-se do passatempo da semana passada? Ainda se encontra ativo, portanto de que estão á espera para concorrer?

 

Sexta-feira cheguei a casa e tinha um miminho espetacular das Deemak Twins. Elas conseguiram reproduzir-me numa bonequinha fantástica, que serve para marcar as páginas dos livros! Para além deste marcador, enviaram ainda um colar muito guloso e que vou usar e abusar, principalmente na primavera e no verão. Reparem em todo o carinho e cuidado com que enviam as peças:

 

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Eu fiquei completamente apaixonada e já ando aqui a magicar uma encomenda para oferecer a uma pessoa muito especial! Muito obrigada por esta surpresa!

Um padre velocista

O episódio que tenho para contar hoje é algo que acontece com alguma frequência na Igreja que frequento. Tanta, que algumas crianças e até mesmo adultos, a encaram com diversão e outras com muito receio / aversão.

 

Durante a missa, a parte mais importante da mesma ocorre até à Comunhão, instante em que as hóstias se transformam em Corpo de Cristo. Quem tenha celebrado a primeira comunhão e faça confissões com alguma assiduidade pode comungar.

As regras que me ensinaram são bastante simples: O Padre ou o Diácono têm as hóstias, nós aproximamos-nos, eles dizem “O Corpo de Cristo” e respondemos  “Amém”, aceitamos a hóstia diretamente na boca ou através das mãos, sendo que a esquerda tem de estar por cima da direita.

 

Ora, é um processo que decorre em silêncio e calmamente sempre com respeito, só que de vez em quando ouve-se um grito…

 

Padre (a gritar para o microfone): Espere!!

Criança ou adulto (Ainda com a hóstia na mão): Sim?

Padre: Não se esqueceu de nada?!

(E fixa o olhar assustador, não importa se tenha uma fila enorme, ele espera até que a criança / adulto diga Amém e coloque a hóstia na boca, muitas vezes alguém tem de ir dizer ao ouvido o que falta fazer, porque é um grito e um olhar reprovador de tal forma que qualquer um fica sem reação).

 

Quando um de nós coloca logo a hóstia na boca, segue caminho e se esquece de dizer Amém, parecem os Jogos sem Fronteiras! Acham que espera tranquilamente até ao final da missa para chamar a atenção? Não! Corre atrás das pessoas, persegue-as até ao lugar se for preciso e não sai de lá enquanto não levar um raspanete. As outras pessoas que estão na fila? Que esperem!

 

Portanto, tantas vezes é o receio de falhar que ainda ele não disse “Corpo de Cristo” e eu já estou “Amém, Amém”.

 

Depois há outras pessoas como a T, que recebem a hóstia, dizem Obrigada e apenas levam com um estranho olhar!

 

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 Não se esqueçam do passatempo que está a decorrer aqui! Boa sorte!

 

A cratera

Sabem aquela sensação de ter uma borbulha num sítio incómodo?! Pois bem, ontem tinha uma borbulha mesmo no meio da cara…

 

Cada vez que passava em frente ao espelho tentava ignorar a mesma, mas só lhe faltava saltar e acenar para eu lhe dar atenção, até que ao fim de umas horas fui vencida pela mesma! Vou buscar o álcool, desinfeto bem um algodão e toca de tentar retirar a cabecinha amarela.

Nada, sendo gentil não resultou. Tive de recorrer aos dedos, espreme daqui, espreme dali, até que finalmente fiquei satisfeita…

A borbulha desapareceu completamente, deu lugar a uma cratera!

 

Isto é o que se chama remover o mal pela raiz certo? Não importa o que fica no lugar da raiz, nem que o mal dê origem a um mal maior ainda…

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Como retirar a pele ao tomate

Confesso que adoro blogs de culinária. Aprendo imensa coisa e já serviram de fonte de inspiração para muitas refeições. Para além disso, há sempre imensos truques, coisas tão simples que facilitam, e muito, todo o processo.

 

Modéstia á parte, adoro fazer sopas e sobremesas, acho que ficam sempre bem. Agora quanto ao resto, é sempre complicado decidir o que vou fazer, especialmente quando envolve tomate maduro. Digam-me, sou só eu que tenho uma dificuldade enorme em retirar a pele ao mesmo?

Começo a retirar a pele, ele começa a escorregar para todo o lado. Agarro-o melhor, de tal forma, que faço dois buraquinhos e ele continua a querer fugir para todo o lado. Tenho de lhe tirar a pele logo sobre a panela que vou utilizar, pois a quantidade de molho que escorre é de tal forma que geralmente chego ao fim sem nada na mão.

 

Meninas e meninos que estão habituados a lidar com tomate, como é que lhe tiram a pele de uma forma célere e sem sujar tudo em redor? Digam-me que não sou a única com esta dificuldade…

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Correr nos dias de hoje..

Continuando na senda do desporto, vamos alterar para algo muito mais amplo, como a corrida, em que se pode ser estiloso nos ténis, nas meias, na roupa, no penteado... Até nos acessórios!

 

Antigamente corríamos com uns calções velhos, com as t-shirts que eram oferecidas por uma qualquer marca (eu tenho umas das construções na areia, da Luta contra o cancro da Mama, etc.), com uns ténis já com alguns buraquinhos a espreitar, geralmente enlameados e todo o terreno. Agora? Agora nem pensar, porque se não tivermos uma t-shirt de material técnico não conseguimos correr tão bem..Precisamos de umas meias de corrida, de ténis xpto e de roupa completamente impermeável e transpirável!

 

O cabelo?! Sim, o cabelo tem de ter aquelas fitas próprias, um simples elástico está fora de moda. E, como eu sou uma pessoa de modas, não quis deixar que o meu cabelo se sentisse excluído. Avaliei muito bem todos os penteados disponíveis no mercado e qual é que eu escolhi? Um coque! (quem não sabe o que é, encontra-se na banda desenhada abaixo)… Pois foi, eu e a minha farta cabeleira rendemo-nos ao coque.

 

Belo dia, já equipada para correr, coloco mãos ao cabelo e satisfeita com o resultado final, desfilo qual passerelle em frente ao M…

Ele sorri e eu sorrio, ele continua a sorrir e eu cada vez mais satisfeita com a minha ousadia com o cabelo.

 

M: Pareces mesmo um cogumelo! Para além de teres a cara redonda, tens também uma bola no topo da cabeça!

Chic’ Ana:  

 

Estão a ver porque é que eu não estou na moda?! Sempre que tento dá nisto!

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Nota: Também eu gosto de correr com roupa confortável e estilosa, mas recuso-me a pagar mais por vestuário para corrida do que por peças para utilizar no dia a dia. Os ténis sim, convém fazer um bom investimento para evitar lesões e apostar sempre num bom aquecimento. No caso das mulheres, também convém não descurar um bom soutien por causa do impacto. De resto, o mais importante é mesmo fazer exercício pela saúde.

O dentista

Quando era criança adorava ir ao dentista. Geralmente cada vez que lá ia, vinha sem um dente de leite. E qual é a componente positiva? Os gelados! Para estancar a pequena hemorragia, os médicos aconselhavam a comer um gelado mal saísse do consultório. Conclusão: se existem crianças que choram para ir ao dentista, já eu, perguntava constantemente se não havia mais dentes para arrancar.

 

Bom, chegada a uma determinada altura, efetivamente os dentes de leite terminam e a parte positiva do dentista, termina também. A partir dali foi o aparelho, que doía sempre que tinha de ser apertado, as horas e horas sem poder comer depois de colocar alguma massa.. Acabaram-se os gelados, acabou a alegria! Até há bem pouco tempo, quando me disseram que tinha de arrancar os dentes do siso. Oh maravilha, todo um desfile de gelados na minha mente!

Mas a dor, a dor não compensa o gelado…

 

Unido a todo este processo, existe ainda o mistério das longas conversas na cadeira do dentista. Portanto, temos uma série de objetos na boca: é o tubinho de aspiração, o outro aspirador que o auxiliar coloca, são as mãos do dentista e todos os apetrechos com que ele está a trabalhar… (por vezes a nossa boca parece um poço sem fundo)

 

Mas mesmo assim insiste:

Dentista: Então como vai o trabalho?

Chic’ Ana: Mfmmmmm;

Dentista: Pois isto não está fácil. E a família tudo bem?

Chic’ Ana: Mfmmmmm;

Dentista: Ah, que interessante. Veja lá como as coisas são!

Chic’ Ana: Mfmmmmm;

Dentista: Ora então, está despachada. Gostei muito de falar consigo. Já sabe, daqui a 6 meses cá nos encontramos…

 

Isto foi um monólogo certo?! Ou por eu ter emitido uns ruídos estranhos já é considerado diálogo?

 

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Aspiradores e homens!

Ontem já vos tinha dito que este fim de semana tinha sido rico em peripécias. Portanto, vamos lá..

 

Sexta-feira à noite telefonei à minha mãe para lhe perguntar se ia fazer alguma máquina de roupa branca. Ela disse que sim, e lá fui eu toda contente com duas camisas para aproveitar a lavagem.

 

Domingo, fui lá buscar as camisas já lavadinhas, branquinhas, branquinhas e aproveitei a tarde de engomar para as passar a ferro.

 

Coloquei o meu estaminé em ordem e mãos à obra.. Era uma pilha de roupa que me ia durar para a tarde toda. Para dividir esforços, o M ficou encarregue de aspirar o chão.

 

Já estava quase a terminar, com a roupa toda dobradinha na mesa da cozinha, camisas penduradas nas costas das cadeiras, quando chega o M de aspirador em riste. Aspira, aspira, até que vê uma migalha em cima da mesa da cozinha. O que é que ele decide fazer? Aspirar a migalha…

 

Entusiasma-se com o restante espaço e dá largas ao aspirador (já sem o acessório do chão, somente o tubo) que acaba por aspirar a minha camisa branquinha, branquinha. Ora, a manga da camisa entrou a direito para dentro do tubo do aspirador. Quando a conseguimos salvar do bicho devorador, a manga não estava branquinha, branquinha. A manga estava cinzenta escura…

 

2 horas de molho em Neoblanc gentil atenuou um pouco a sujidade, mas não a removeu. Coloquei-a em lixívia pura e não funcionou. Sugestões? Ideias? Alguém que salve a minha camisa branquinha, branquinha que agora está mais sujinha que na sexta-feira?

 

Como vêm não somos um casal com muita queda para os aspiradores! Ver aqui a história anterior.

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Tempo extra

Este fim de semana pareceu-me mais comprido: para além de passear e descontrair, consegui fazer muitas coisas que tinha pendentes em casa. Com uma série de peripécias, mas amanhã contarei com mais detalhe!

 

Ora, descansada e descontraída, hoje não me custou nada saltar da cama com energia. Despachei-me rapidamente, olhei para o relógio e reparei que estava 10 minutos adiantada. Ok, decidi experimentar um novo lápis preto que tinha para os olhos.

 

Não contente com o cenário com que estava a ficar, decidi que o melhor era mesmo remover a linha e ir ao natural. 

Problema: o lápis é à prova de água e o removedor para este tipo de maquilhagem acabou. Esfrega daqui, esfrega dali, já estava atrasada. Disfarcei o melhor que pude, e quando cheguei ao trabalho, direitinha para a casa de banho para continuar a remover o lápis.

Satisfeita com o resultado final, sento-me finalmente na cadeira e começam a chegar alguns colegas.

 

Colega: Ena, o fim de semana foi bom! Vê-se mesmo na tua cara!

Chic' Ana: Então?

Colega: Estás com umas olheiras, pareces quase um panda.

 

Pronto, é isto.. tempo extra = asneira. 

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Relativamente ao sorteio, a grande vencedora foi a Vera Pacheco. Muitos parabéns, o próximo passatempo vem já a caminho. Boa sorte!

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