Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

No tempo em que eu era... homem?

Hoje em dia refilamos que os homens nunca sabem onde colocam as coisas. Por vezes parece mesmo que não vivem na mesma casa que nós. Mas será que sempre foi assim?

 

No meu caso não, lembro-me perfeitamente da altura em que também eu fui “homem”. Por mais que procurasse as coisas, nunca as encontrava.

 

Mãe: Ana, vais-me buscar uma linha de cor azul à caixa de costura?

Chic’ Ana: Onde está a caixa?

Mãe: Onde sempre esteve, na cozinha.

Chic’ Ana: Mas onde, em que armário?

Mãe: No segundo armário, em baixo.

Chic’ Ana: Não vejo nada… (passados 10min a procurar uma caixa de 40 cm que devia estar mesmo à minha frente) Já encontrei!! Queres o quê mesmo?

Mãe: Linha azul.

Chic’ Ana: Não há!

Mãe: Tem de haver… ainda ontem comprei.

(reviro, reviro)

Chic’ Ana: Não encontro nada…

Passados 15min, lá vem a minha mãe, retira-me a caixa da mão, abre e voilá a linha azul.. Mas ela não estava lá, era capaz de jurar!

 

Chic’ Ana: Mãeeeeeee, onde estão as minhas calças de ganga?

Mãe: Devem estar no teu roupeiro. Já viste?

Chic’ Ana: Claro, mas não as encontro.

Mãe: Será que estão para passar?

Chic’ Ana: Também não as encontro no cesto!

Mãe: Não me digas que fugiram? 

(Passados 30segundos, aparece a mãe com as calças na mão! - com as minhas calças, atenção!)

 

E por incrível que pareça e me custe a admitir, as coisas ainda são assim em casa dos meus pais. Nunca encontra nada.. Há mais alguém a quem isto aconteça?

 

gaveta_magica1 (1).jpg

 

E só agora me dei conta, que neste dia internacional da mulher, faço um post sobre homens.. Realmente, homens, estão em todo o lado! Um feliz dia para todas as mulheres, com um sol radiante e quentinho! 

É segunda-feira!

Aquele dia da semana em que acordas, desligas o despertador, pensas que ainda estás a sonhar que é domingo, a cama está a saber-te tão bem, parece que os lençóis estão mais suaves que nunca..

 

Apercebes-te que afinal tudo não passa de um sonho, corres para a casa de banho, tentas despachar-te ao máximo, tropeças nas calças do pijama e só não dás um trambolhão porque te enfias completamente dentro do lavatório. Felizmente a torneira continuou fechada..

 

Sim.. podia ter sido bem pior! Boa segunda.feira para todos.

garfield2 (1).gif

Um porquinho de trela?

Eu tenho imensas alergias, mas adoro animais. Na impossibilidade de ter um animal maior, a minha irmã convenceu os meus pais a comprarem um porquinho da índia.

 

Aquele animal fazia as delicias aqui em casa. Adorava passear pela cozinha, mas assim que detetava outra superfície, toca a voltar para trás. Podíamos ter sempre a porta aberta pois já sabíamos que da cozinha (azulejo), para o hall (mármore) ele não passava.

 

Mas nós com pena do bichinho estar sempre fechado em casa, decidimos que o haveríamos de levar à rua, mas como?! Tínhamos de arranjar uma trela confortável para ele andar à vontade. Assim foi, era uma trela que não prendia somente no pescoço, tinha espaço para as patinhas e para não o magoar. Toda a gente aprovou a compra, toda a gente menos ele.

Assim que via a trela, começava a guinchar e a saltar tipo touro mecânico. Conseguiu usar a mesma durante uns segundos, após esse tempo, era com cada salto que acabava por a retirar.

 

Ficava mesmo nervoso, e portanto, a trela nunca cumpriu o seu objetivo. Não sei que associação é que ele fazia à trela, mas era impossível, nunca vi um porquinho saltar tanto e ficar tão zangado..

 

Outro dia estava a procurar bandas desenhadas e deparei-me com esta que me fez sorrir. Eu estava à espera que ele se comportasse como um cãozinho?! Não me parece, acho que ia ser mais como o coelho da imagem, coitadinho!

 

20.png

 

Já conhecem a Blogadinha? Lançou-me um desafio muito engraçado: escolher um livro, um disco e um filme, mas tendo em conta a importância que tinham para mim, sem recurso ao google e sem resumos. Alguém adivinha qual o filme escolhido? Posso já adiantar que chorava imenso sempre que o via.... E faz sentido neste post a falar de animais!

A arte de dormir

Felizmente tenho a capacidade de adormecer facilmente e ter noites tranquilas. Ontem não foi exceção. Adormeci ainda mal o M se tinha deitado, dormi profundamente até de manhã.

Sou sempre a primeira a levantar-me e passado 30 minutos levanta-se ele. Para não o acordar, não acendo nenhuma luz, saio lentamente do quarto, sem barulho e fecho a porta para a claridade não incomodar.

 

Ontem, passo várias vezes pela porta do quarto e ela continua bem fechada. Dou ali umas quantas voltas, mas preciso mesmo de ir buscar os acessórios que me faltam.

 

Abro a porta lentamente , olho para a cama e estava vazia! Vazia! Começo a resmungar para mim própria que ele saiu do quarto e deixou a porta fechada, estando já a atrasar-me.

 

Passado uns minutos aparece ao pé de mim:

 

Chic’ Ana: Então, mas tu fechaste a porta novamente? Pensava que estavas a dormir, estou farta de dar aqui voltinhas!

M: Mas.. tu não reparaste que eu não dormi aí?

Chic’ Ana: Não dormiste aqui? Então dormiste onde?

M: No escritório.

Chic’ Ana: Porquê?

M: Os vizinhos do prédio do lado estavam com mais uma festa de arromba. Música aos altos berros até às 2h30 da manhã.

Chic’ Ana: Não ouvi nada!

M: Pois, eu reparei. Não conseguia dormir e estava a ficar mal disposto, levantei-me e adormeci no sofá. A sério que não viste que eu não estava na cama? Nem quanto te levantaste?

 

Pois, não vi mesmo. Acordei, vesti-me, ajeitei a roupa da cama, pensando que o estava a tapar, não acendi qualquer luz, saí em pezinhos de lã e não ouvi nem vi qualquer barullho no escritório. Conclusão: Eu estou a dormir até colocar um pé na rua.

 

mentirinhas_627.jpg

 

O perigo de acenar

Eu sou uma pessoa que anda sempre de braços no ar. Se isto é alguma doença?! Talvez… Não sei bem como hei-de classificar este meu comportamento.

 

Estamos no carro, o M vai a conduzir e eu vou sempre de braço no ar: ou é para agradecer por nos terem deixado passar, ou é para indicar o que quer que seja, mesmo que ele não esteja a ver, eu insisto em colocar o braço no ar para ele ver melhor.

Se for eu a conduzir, os braços então raramente param no volante: ou tenho de agradecer imensas vezes a cedência de passagem, ou tenho de dançar o que está a dar no rádio, ou tenho de apontar, ou tenho de segurar a cabeça, há sempre qualquer coisa para fazer que me deixa de braço esticado.

 

Como utilizadora de transportes públicos e sendo baixinha, tenho de andar sempre de braços no ar para me conseguir segurar devidamente.

 

Como trabalhadora num open space, volta e meia lá tenho o braço esticado para chamar a atenção de alguém (antes assim do que gritar e fazer barulho).

 

Como simples peão, e vivendo na mesma zona há imenso tempo, lá ando eu sempre a acenar a toda a gente.

 

Na semana passada, aconteceu-me uma situação muito caricata. O meu pai tinha rumado ao Norte para uma série de reuniões e tinha ido com um colega. Desse colega eu conhecia o modelo do carro, a cor e as letras da matrícula. Há hora de almoço vejo o carro, da mesma cor, com as mesmas letras a fazer a curva para entrar na estrada onde resido. Pensando que era o meu pai, e para me assegurar que eles me viam, começo a agitar freneticamente os braços no passeio.

Do interior do carro vejo uma pessoa no lado do pendura a agitar-se também freneticamente. O carro passa lado a lado e eu não conheço o condutor, nem conheço o pendura. Baixei imediatamente o braço e continuei a seguir o meu caminho, de cabeça sempre baixa e olhos nos pés…

mhdm_141b.jpg

 

Por vezes também acontece tal e qual na imagem... Fico de todas as cores possíveis e imaginárias! 

 

E já temos vencedora, parabéns Sofia Marques, vou enviar-te um e-mail!

vencedor (1).bmp

 

Ídolos do antigamente

Todos nós temos os nossos ídolos da Infância / adolescência. No meu tempo eram os Backstreet Boys, todas as raparigas suspiravam por um dos cinco elementos da banda. Contudo, o que eu mais gostava era de cantar e de dançar, e como não conseguia fazer muito bem o papel de rapaz, a minha preferência recaía nas Spice Girls.

 

Era chegar a casa todos os dias, colocar a música a tocar, e lá ia eu descomprimir um pouco da escola.

 

Até que no 5º ou no 6º ano, numa festa da escola, surgiu a oportunidade de fazermos um concurso de imitações. Reunimos as raparigas da turma e toca de atribuir papeis a cada uma. A loira, a ruiva e a negrinha, foram fáceis de atribuir pelas semelhanças existentes. Sobrava portanto a Vitoria B, a posh spice, e a Melanie C, a sporty spice.

spice-girls-spice-world-1997-album-billboard-650-crop.jpg

Eu não queria ficar a fazer poses, portanto calhou-me a que dava pontapés e piruetas no ar. Nunca durante aquele tempo tive tão pouco os pés no chão, eu treinava a todas as horas: era chegar a casa e dar pontapés no ar, era na escola a fazer piruetas, era ao fim de semana, atirar-me de lances de escadas com o pé em riste...

 

Este sábado calhou ouvir uma música delas, e qual foi a minha reação imediata? Dar o tal pontapé, só que esqueci-me de uma coisa fundamental: já não tenho 11 anos e o meu pé conforme subiu, mais depressa desceu, com uma dorzinha aguda.... 

 

Ainda sou a única a fazer destas aventuras? Confesso que dançar sempre foi, e ainda é, uma das minhas grandes paixões!

coala_segunda_dança.jpg

Último dia do passatempo! Já todos concorreram?

Um namoro original

Continuando a saga do amor, hoje tenho um pedido de namoro para vos contar muito original.

 

Enquadramento: 8º ano, em que os pedidos eram feitos por papelinhos, através de um beijinho repenicado ou por “amigos correio”.  

 

A minha melhor amiga estava apaixonada pelo Manuel, queria declarar-se, mas faltava-lhe a coragem necessária. Recorreu então aos serviços do “amigo correio”, eu. O meu papel era muito fácil, tinha de chegar perto do Manuel, dizer-lhe que a Sara gostava muito dele e que queria namorar com ele. Só que, havia um pequeno grande senão. O Manuel tinha um gémeo idêntico, o Martim. Eu não os conhecia  o suficiente e, como tal, não os conseguia distinguir.

 

Sara: Chegas ao pé do Manuel e verificas se ele tem um sinal pequenino junto ao queixo.

Chic’ Ana: Considera-o feito!

 

No intervalo seguinte, lá vai a Ana toda contente á procura do Manuel. Encontro a dupla juntinha e após passar para a frente e para trás no corredor (diversas vezes) a tentar avistar o dito sinal, desisto. Neste momento já estavam todos a olhar para mim. Aproximo-me do grupo..

 

Chic’ Ana: Desculpem, posso incomodar um pouco?

(silêncio)

Chic’ Ana: Qual dos dois quer namorar com a Sara?

(Olham um para o outro, conversam através de sinais e olhares)

 

Gémeo: Eu, posso ser eu.

Chic’ Ana: Boa! Vou já contar-lhe e fica já o encontro marcado para daqui a 3min no pavilhão.

 

Lá vou eu toda contente dar a novidade á Sara que ficou radiante. Foi encontrar-se com o Gémeo em questão e só nos voltámos a cruzar na sala de aula.

 

Sara: Bolas, Ana, erraste o gémeo…

Chic’ Ana: Então não era o Manuel?

Sara: Não, era o Martim!

Chic’ Ana: E não é a mesma coisa? Eles são iguais… Da próxima vez resolves tu o problema!

Sara: Podes então acabar com ele no próximo intervalo?

Chic’ Ana: E digo o quê?

Sara: Que não era o certo!

 

(O namoro durou 45 minutos, o tempo da aula)

 

Tirando este pequeno engano, ainda hoje continuamos as melhores amigas, apesar da distância. Fui madrinha de casamento dela e não confundi o noivo com qualquer outra pessoa, felizmente que este não tem nenhum gémeo.

 

Têm algum episódio caricato semelhante?

mentirinhas_58-copy.jpg

 Não se esqueçam do passatempo!

O pedido

Ontem foi dia dos namorados, o dia de excelência do amor, e nada melhor do que recordar o meu pedido de casamento.

 

Tínhamos comprado casa há relativamente pouco tempo e antes de nos mudarmos, queríamos dar-lhe um novo look, palavra chique para obras.

 

O M numa bela tarde vai ter comigo a casa dos meus pais, e muito apressadamente queria ir espreitar a casa e ver as novidades, etc. Eu estava num daqueles dias em que é necessário uma grua para me tirar do quentinho da casa, depois de muito esforço lá me convenceu a sair.

Chegámos à nossa nova casa e eu dei uma vista de olhos, parecia-me tudo igual ao que estava. A casa nem tinha um único móvel, portanto era fácil encontrar as diferenças. Entrei em todas as divisões menos no quarto. E ele bufava, espreitava e perguntava se eu tinha visto tudo.

 

Já farta daquela situação e sem ver nada de diferente, saio porta fora a resmungar por entre dentes que tinha saído de casa e os senhores das obras nem tinham lá colocado os pés. Nisto, sinto uma mão na minha a puxar-me para dentro de casa, ficámos um pouco no jogo do puxa e empurra, até que ele ganhou e me conseguiu encaminhar para o quarto.

Quando abri a porta, havia um coração de velas acesas, a rodear um ramo de rosas e uma caixinha com um anel.

 

Eu fiquei de todas as cores, só gaguejava... Sinceramente nem me lembro de dizer o Sim, mas este deve ter acontecido, porque o casamento deu-se!

 

Agora expliquem-me, como é que uma pessoa que entrava em casa e via tudo ao milímetro, não acha estranho haver uma porta fechada e uma luz alaranjada a sair por baixo da mesma, não acha estranho ter o M sempre a olhar fixamente para o quarto, não acha estranho toda a insistência dele? Devia estar mesmo distraída naquele dia.

 

Quando saímos de casa, ele suspira profundamente e diz: Se tivéssemos demorado mais uns segundos quando cá chegássemos tinha de te pedir em casamento com espectadores, os bombeiros, porque a casa devia estar a arder!

 

E por aí, como foi o vosso pedido de casamento ou de namoro?

mentirinhas_252.jpg

 

 

Relativamente ao passatempo das Deemak Twins, a grande vencedora foi a Cristiana Teixeira. Parabéns, vou enviar-te um e-mail para me dares os teus dados.

 

vencedor.bmp

 

O tapete irresistível

Quando comprámos casa, queríamos ter uma sala que fosse confortável para receber os amigos e a família. Neste contexto havia duas peças fundamentais: uma mesa grande e um sofá que fosse espaçoso e confortável. 

 

Adquiridos estes dois itens, estava aberta a época de convívio. O tempo foi passando e tudo corria como o pretendido, até que entrou outro elemento na sala: o tapete, que foi estrategicamente colocado em frente ao sofá. O tapete faz as minhas delicias, adoro estar sentada no chão a ver televisão, adoro chegar a casa, fazer o lanche e comer no tapete da sala.

Chego ao ridículo do M estar sentado no sofá, aconchegado, e de eu estar esparramada no tapete, seja de verão ou de inverno.

 

Num dia belo dia…

 

M: Não sei para que temos um sofá se estás sempre pelo chão. Comprámos um sofá grande, que nem era o meu favorito e agora não lhe dás uso.

Chic’ Ana: Então não dou? Onde é que eu me encostava se não existisse o sofá? Ainda manchava a parede e ficava com uma dor de costas tremenda.

 

Acham que contribuí para a diminuição da irritação dele? Há mais alguém que prefira o tapete ao sofá? Devo ter sido um rastejante noutra vida…

 

134 (1).png

 

 -------------------------------------------------------------------------------------------

 

Lembram-se do passatempo da semana passada? Ainda se encontra ativo, portanto de que estão á espera para concorrer?

 

Sexta-feira cheguei a casa e tinha um miminho espetacular das Deemak Twins. Elas conseguiram reproduzir-me numa bonequinha fantástica, que serve para marcar as páginas dos livros! Para além deste marcador, enviaram ainda um colar muito guloso e que vou usar e abusar, principalmente na primavera e no verão. Reparem em todo o carinho e cuidado com que enviam as peças:

 

Deemak Twins.jpg

 

Eu fiquei completamente apaixonada e já ando aqui a magicar uma encomenda para oferecer a uma pessoa muito especial! Muito obrigada por esta surpresa!

O estranho caso do casaco

O M tem um casaco de andar por casa que é super quentinho. Fica-me grande, mas é extremamente confortável, quente e aconchegante. Eu tenho casacos, tenho robes, tenho pijamas fofinhos, mas nenhum desempenha tão bem a função como aquele casaco! Para além de que as mangas fazem também de luva quando quero pegar numa panela quente, portanto, acaba por ser o 2 em 1 perfeito.

 

Só tenho autorização para o utilizar quando o dono tem calor e não o tem vestido, portanto, cada vez que ele tem o casaco no roupeiro ou sobre alguma peça de mobília, lá vou eu toda contente vestir o mesmo. (até porque a divisão atual não me parece justa: então ele fica com o casaco no inverno e eu no verão? No verão preciso é de uma ventoinha).

 

Agora vem então o verdadeiro problema: Cada vez que visto o casaco tenho de desaparecer! Se ele não me vir, nem se lembra do mesmo, portanto não tem frio, pode estar confortavelmente de t-shirt como se estivesse em pleno Verão. Se por acaso entro no campo de visão dele com o casaco vestido, dá-lhe um frio instantâneo que me faz despir o mesmo para o vestir!

 

Acham que se o tingir de cor de rosa, ele me deixa ficar com ele?! E não me apresentem a sugestão de comprar um igual, pois quando vamos ás compras, não conseguimos comprar roupa para nós dois tamanhos acima, nem com mangas daquele comprimento. Só mesmo na secção masculina e tendo a feminina ao nosso dispor, o casaco torna-se secundário.

 

Sou só eu que passo por isto, ou há mais gente com o mesmo dilema?

Vocês, homens, também podem responder: qual a razão para este comportamento?

 

41905-8-650-32e9147584-1484646070.jpg