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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

O mistério dos peixinhos de prata

Sabem o que são os peixinhos de prata? Aqueles bichinhos pequeninos e rastejantes que têm uma tendência quase natural para aparecerem nas casas de banho? (Zonas mais húmidas). Depois  das obras em casa e por causa do cheiro do verniz, silicones, etc. eles desapareceram de um momento para o outro.

 

Estiveram meses sem se verem, até que voltaram a aparecer. São como uma praga, parece que se reproduzem imenso e não é fácil acabar com a sua espécie. Contudo, de há umas semanas para cá, desapareceram! Assim, de um momento para o outro e aparentemente sem qualquer mudança. Para além deles, também não vi qualquer tipo de insectos, mesmo os mais comuns. Pensei que estivéssemos a sofrer um qualquer extermínio e que os humanos fossem os próximos.

 

E se calhar era o que estava nos planos de uma determinada criatura que nos invadiu a despensa! Num belo dia em que estava a arrumar as compras, olho para o chão, e ali à minha frente estava nada mais nada menos que uma osga! IMG_20161021_201354.jpgUma osga, gordinha e no sítio mais quentinho da casa! O mistério do desaparecimento estava explicado.. Mas agora permanece outro: afinal há quanto tempo tenho uma osga em casa? Como é que ela lá foi parar?! Ainda moro num andar alto.. e por baixo da porta não me parece.

 

Depois de muita deliberação, lá convidámos a mesma a sair de nossa casa. Eu por mim tinha adoptado a osga, afinal acabou com todos os outros bichinhos.. Era somente uma questão de lhe fazermos um lar adequado num ambiente controlado. 

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Aspiradores e homens!

Ontem já vos tinha dito que este fim de semana tinha sido rico em peripécias. Portanto, vamos lá..

 

Sexta-feira à noite telefonei à minha mãe para lhe perguntar se ia fazer alguma máquina de roupa branca. Ela disse que sim, e lá fui eu toda contente com duas camisas para aproveitar a lavagem.

 

Domingo, fui lá buscar as camisas já lavadinhas, branquinhas, branquinhas e aproveitei a tarde de engomar para as passar a ferro.

 

Coloquei o meu estaminé em ordem e mãos à obra.. Era uma pilha de roupa que me ia durar para a tarde toda. Para dividir esforços, o M ficou encarregue de aspirar o chão.

 

Já estava quase a terminar, com a roupa toda dobradinha na mesa da cozinha, camisas penduradas nas costas das cadeiras, quando chega o M de aspirador em riste. Aspira, aspira, até que vê uma migalha em cima da mesa da cozinha. O que é que ele decide fazer? Aspirar a migalha…

 

Entusiasma-se com o restante espaço e dá largas ao aspirador (já sem o acessório do chão, somente o tubo) que acaba por aspirar a minha camisa branquinha, branquinha. Ora, a manga da camisa entrou a direito para dentro do tubo do aspirador. Quando a conseguimos salvar do bicho devorador, a manga não estava branquinha, branquinha. A manga estava cinzenta escura…

 

2 horas de molho em Neoblanc gentil atenuou um pouco a sujidade, mas não a removeu. Coloquei-a em lixívia pura e não funcionou. Sugestões? Ideias? Alguém que salve a minha camisa branquinha, branquinha que agora está mais sujinha que na sexta-feira?

 

Como vêm não somos um casal com muita queda para os aspiradores! Ver aqui a história anterior.

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O meu Diablo

Este fim de semana estive a jogar Diablo, desengane-se quem pensa que estou a falar da febre do jogo de computador ou consolas que para aí anda, estive mesmo a jogar com aquele objeto em forma de ampulheta, que tinha dois pauzinhos com uma corda para equilibrar o objeto, atirar ao ar e voltar a apanhar.. Sabem do que estou a falar, certo? Ou estou a desenterrar um típico tesourinho deprimente?

 

Eu era mesmo boa com aquilo: fazia uma série de truques e normalmente atirava o Diablo a uma grande altura e conseguia apanhar sem qualquer problema.

 

Ontem foi o dia, o dia em que percebi que tenho de praticar mais se quero regressar à infância.

 

Estava eu muito bem ao lado da casa a atirar o Diablo ao ar, ele subia cada vez mais, cada vez mais alto, e eu com cada vez mais confiança. Sempre me disseram que quanto mais se sobe, maior é a queda, pois assim foi. A minha confiança está neste momento em cima do telhado, juntamente com o Diablo. 

Podia alegar que esteve um vento demoníaco, mas não corria uma aragem. Podia dizer que foi uma gaivota que colidiu com ele e que o empurrou para cima do telhado, mas por aqui só há mesmo aves de rapina e não se via nenhuma nas redondezas...

 

Dream on, dream on!

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Eu voltarei para te buscar, quando ninguém estiver a ver... Espera por mim!

 

Já participaram no passatempo? Restam 2 dias!

Os segredos do Campo

Eu sou uma menina da cidade, sempre vivi em grandes cidades e a primeira noite fora de apartamentos e no meio rural foi há precisamente 6 anos.

 

O dia decorreu às mil maravilhas: tudo era novidade. O campo com as suas cores, com os seus cheiros, a natureza em estado puro, os diversos animais que só tinha visto no jardim zoológico, em revistas, na televisão e outros, que ainda hoje estou para saber que espécie são. O entusiasmo era vibrante, mas nada me tinha preparado para a primeira noite no campo.

 

Quem tem casas de campo, mais antigas, sem grandes isolamentos vai ler o resto do texto e identificar-se de imediato.  Quem nunca esteve numa casa assim, mas um dia vai estar, fica o alerta.

 

Com o cair da noite, em Dezembro, chegaram os ventos frios das serras. A chuva fazia-se sentir e sabia bem o conforto de estar no interior da habitação.

Por volta das 23h, deitei-me (quando a instabilidade meteorológica é grande, a eletricidade falha quase sempre), e o silêncio conhecido era sepulcral: não havia carros, aviões, comboios, pessoas a gritar na rua, nenhum movimento.

O som do vento era amplificado de tal forma que só me apetecia agarrar a cama com medo que esta voasse. O som da chuva a bater na janela do sótão era tão audível que parecia que estavam a atirar pedras à mesma. Os ramos batiam no telhado e parecia que estava alguém à porta a forçar a fechadura. Com os sentidos em alerta máximo, comecei a ouvir passos cada vez mais próximos. Sentei-me na cama e apurei a audição, o som chegava do telhado, eram os passarinhos que por entre telhas se tentavam abrigar. De seguida outro som, um raf-raf constante, dos bichinhos da madeira que insistiam em banquetear-se, os cães ladravam e ouviam-se outros animais. Todos os sons somados faziam uma orquestra tal, que fizeram com que eu começasse a dormir com o raiar do sol.

O meu comportamento nessa noite, foi igual à imagem que se encontra abaixo.

 

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Sim, a primeira noite foi assustadora, mas é um som ao qual nos habituamos num ápice, e nos dias de hoje, é uma sinfonia que eu anseio ouvir cada vez, que me embala e me faz dormir muito melhor. Trocava todos os sons da cidade por estes sons da natureza.

 

Quem é que já passou por uma experiência semelhante?

 

 

O meu Natal

A minha casa está oficialmente vestida de verde e vermelho, as cores de excelência desta época. Não podia estar mais contente com esta transformação! Respira-se Natal um pouquinho por todo o lado e o sorriso tende a ser maior de dia para dia. O senhor das barbas brancas está quase, quase a chegar e eu já tenho a lareira pronta para o apanhar, aliás, receber, eu queria dizer receber, com um pratinho de bolachas e docinhos (Sim, que uma barriguinha daquelas não se cria de um dia para o outro).

 

Ainda me faltam comprar os chocolates para colocar na árvore e espero não ter ladrões como os do ano passado, pelo menos eu aprendi a lição.

 

 

Que me dizem da decoração? Quase tudo feito à mão! O anjo em serapilheira foi a minha mãe que o fez, demorou horas, mas ficou lindo! A maior parte das coisas aproveitei do ano anterior.

 

Para finalizar o meu dia de ontem, recebi o miminho do Pai Natal Secreto IV, organizado pelo blog Life Inc. Confesso que fiquei emocionada, muito mesmo, primeiro com a pessoa que me calhou, com quem eu tenho uma empatia enorme e depois com todo o cuidado com a prendinha. Vinha num embrulho todo catita, com um postal maravilhoso e a prenda em si é linda, aliás, já a tenho pendurada em casa. Os bombons, esses também já estão pendurados na árvore. Será que resistem até dia 25?

 

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Cristina, muito obrigada por esta surpresa fantástica! Eu adorei! 

Rentabilizar o tempo

Domingo à noite precisei de um produto que estava no móvel da casa banho. Para não perder mais tempo, lembrei-me que o M estava na sala e toca de o chamar!

 

Chic’ Ana: Podes ir ao móvel da casa de banho, porta esquerda, buscar um produto azul?

M: Está bem..

 

M: É isto? (Um desmaquilhador bifásico cor-de-rosa)

Chic’ Ana: Não, é azul, e é para lavar a cara. É todo azul.

M: É isto? (Uma embalagem de verniz)

Chic’ Ana: Não, é azul, todo azul!

M: É isto? (discos desmaquilhantes)

Chic’ Ana: Não…

 

Após mais umas tentativas, finalmente acerta no tão desejado produto. Utilizo-o e quando vou à casa de banho para o arrumar, está o conteúdo do armário quase todo espalhado no chão! Isto é o que eu chamo de rentabilizar o tempo!

Bem sei que os homens detestam mexer em coisas do universo feminino, mas a cor até era azul e as instruções bastante simples, e sim, era a única coisa azul que estava dentro do armário.

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Limpeza ou festa da espuma?

Domingo à tarde, ao invés de passar o mesmo a ver um filme, a recuperar energia para mais uma semana de trabalho, decidi que era o ideal para fazer umas limpezas. Como estava de chuva, aproveitei a mesma para me ajudar a limpar os estores. 

 

Preparo um recipiente com água morna e junto um pouco de detergente. Corro os estores para baixo até ficarem todos com as gretinhas abertas e começa a minha limpeza, que consiste em "regar" os estores. A água ao passar pelas gretinhas, vai limpando o pó e mesmo alguma sujidade que esteja mais impregnada. Ficam mesmo branquinhos, repetindo esta limpeza 2 a 3 vezes por ano, e sempre com chuva, senão corremos o risco de regar alguém que vá a passar. 

 

Ora, estava tudo a correr lindamente, até que mudo para a parte da frente da casa. Começo a despejar o recipiente, verifico que está mais vento, mas sem grandes pingas para o interior, portanto continuo. De repente faz-se um vendaval de tal forma, que o detergente nas gretas começa a formar bolhas de sabão, com tal intensidade que estas começam a cair para o chão em catadupa. Tinha ambas as mãos ocupadas, não conseguia fechar a janela e as bolhas já iam a meio da divisão. Era espuma por todo o lado. espuma na parede, no chão, que estava cada vez mais escorregadio..

Só me restava uma alternativa: gritar por ajuda!

 

Chic' Ana: Ahhh, M, vem depressa. Há bolhas por todo o lado.

 

Lá vem ele, espreita, arregala os olhos perante a imagem de me ver no meio da espuma e vai a correr buscar umas quantas t-shirts. Fecha a janela, conseguimos cobrir o chão com as t-shirts e finalmente a espuma tem um fim.

 

 

Bom, tendo em conta que só queria limpar o estore, tive de limpar também as paredes e o chão. O vento é realmente muito eficiente quando queremos espalhar detergente por todo o lado. 

E já sei como formar a espuma se algum dia quiser dar uma festa com essa temática!

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 Pois é, e hoje é o último dia do passatempo! Já todos concorreram? Boa sorte!

 

 

Uma história assustadora - A banheira

Na noite seguinte ao mistério do gatinho, os nossos pais mostraram-se reticentes em nos deixar na vivenda (mais que compreensível), portanto, ficámos no nosso apartamento de férias alugado, no 3º andar, onde os gatos não chegavam. Desta vez ficámos as 3.

Como eu não tinha muitos jogos, ligámos a televisão e estava a dar uma série do género dos “Arrepios”. Estávamos as 3 aconchegadas no sofá, nenhuma quis dar parte de fraca e continuámos a assistir, embora o medo fosse crescendo..

 

Às tantas começaram a vir uns barulhos estranhos da casa de banho, uma espécie de assobio. Nós encolhemo-nos e apelámos ao nosso lado racional. Ficámos em silêncio mais uns tempos, até que há uma embalagem que cai na banheira e faz um estrondo enorme.

Ok, já não era imaginação nenhuma, levantámos-nos, fomos espreitar para dentro da casa de banho e a cortina da banheira encontrava-se a abanar, suavemente, tal e qual uma respiração. Corremos para a cozinha, começámos a pensar que estávamos tramadas, que desta vez é que era, e pegámos em armas de defesa. Havia um rolo da massa, várias facas e, armadas como podíamos, voltámos à casa de banho.

 

A cortina continuava a abanar e uma delas não foi de meias medidas, toca de esquartejar a cortina. Não acertou em nada! Começámos a atacar a cortina desenfreadamente, até que esta ficou em farripas. Desistimos desta tarefa e pensámos que se lá estivesse alguém, devia estar encolhido no fundo da banheira, ou que já estava morto. Já estávamos a ver a vida a preto e branco, por detrás de umas grades, portanto o medo de sermos assaltadas, passou a medo de ter magoado alguém.

 

Abrimos a cortina a tremelicar, e a banheira estava vazia.. completamente vazia. Mas como é que a cortina abanava? Simples, estava uma janelinha aberta a fazer corrente de ar.. Como nenhuma de nós tinha janelas na casa de banho, nem nos passou pela cabeça tal cenário.

 

Rapidamente o medo do assalto, o medo de ter magoado alguém, foi substituído pelo medo de ver os nossos pais e de lhes explicarmos como é que tínhamos deixado a cortina da casa de banho em farripas. Ainda por cima de um apartamento alugado (Este último medo ainda foi mais agressivo que os outros).

 

Escusado será dizer que não ficámos mais sozinhas em casa o resto das férias, que tivemos de ir comprar uma nova cortina, e só não ficámos de castigo, porque depois da nossa explicação e da incredulidade, se desmancharam a rir…

 

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Uma história assustadora - Um vulto no escuro

Ontem, feriado, foi dia também de recordar algumas histórias, e, como estávamos numa de conversar sobre fantasmas e coisas horripilantes, veio à baila um dos episódios mais divertidos e assustador de que tenho memória. Sendo assim, hoje e amanhã poderão contar com dois textos recheados de mistério.

 

Ora, o título deste post também poderia ser - "Porque não deve deixar as crianças sozinhas" - Já não éramos bem crianças, mas isso agora não interessa nada!

 

Quando tinha cerca de 11 anos, passávamos férias em Vilamoura, e nesse ano tive a companhia de 2 amigas: uma um ano mais nova, com 10 anos e a outra com 13 anos. Numa bela noite, os nossos pais foram beber café e dar um passeio, como não nos apetecia ir, fiquei na vivenda deles com a mais velha.

O tempo passava e nós muito entretidas com um jogo, quando de repente avistámos um vulto que se deslocava calmamente pelo terraço da vivenda. Ficámos logo em estado de alerta e vimos que as grades, tanto da varanda como da janela, se encontravam abertas.

Duas miúdas em casa, sozinhas, sem telemóveis, nem telefone fixo - era casa de férias portanto, não tínhamos como chamar ajuda. Estávamos cada vez mais assustadas e o vulto cada vez se aproximava mais das janelas, até que se sentou, de costas, e ali ficou durante instantes que nos pareceram uma eternidade.

Nós, já em pânico, decidimos que a melhor opção era mesmo sair de casa, a porta ficava no extremo oposto ao vulto, ele nem se apercebia do movimento. Fechámos tudo a 7 chaves (onde conseguíamos, e não tocando nas luzes), e fugimos rapidamente para o bar da piscina. Ok, havia imenso movimento, só tínhamos de esperar que os pais chegassem.

 

Sentámos-nos calmamente numa das mesas, até que a minha amiga se lembra que tínhamos deixado o cágado para trás. Ela adorava o animal e estava em tal estado de preocupação que decidimos regressar a casa para ir buscar o cágado, não fosse o ladrão levá-lo.

Regressámos, meias a tremelicar, abrimos a porta devagar, espreitámos pelas janelas e lá continuava o vulto sentado. Rastejámos pelo chão à procura do cágado, encontrámo-lo e toca de fugir novamente.

No instante em que colocámos os pés fora de casa, estavam os nossos pais a chegar. Corremos para eles, explicámos a situação e dirigimos-nos em passo acelerado de volta à casa.

Chegados lá, fizemos imenso barulho, eles verificaram o vulto, confirmaram que se encontrava ali alguém sentado e combinaram dar a volta à casa para o surpreenderem. As mulheres ficaram todas de plantão à janela a observar o que ia suceder e prontas a intervir se fosse caso disso.

Assim que ele se apercebeu que vinha alguém, levantou-se num ápice, e foi nesse instante que ficámos incrédulos a olhar para o suposto ladrão. É que este ladrão não tinha duas pernas, mas sim 4 patas.

Tratava-se de um gato que encontrou ali o sítio perfeito para descansar. O candeeiro da rua, projetava a sombra de tal forma, que de costas, parecia claramente uma pessoa!

 

Este episódio ficou para a memória, mas o de amanhã ainda consegue ser pior, ou melhor, e reunir umas quantas facadas!

  

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Quanto aos vencedores do passatempo, foram escolhidos através de Random, e aqui estão eles:

1 - Caixa de Verniz: Moralez;

2 - Caixa de Chá: José Augusto;

3 - Capa para livros: Ana Afonso.

Muito obrigada a todos pela vossa participação, espero que gostem dos artigos. Eu já os vi presencialmente e estão um mimo!

Quando a mãe arruma o quarto..

Ontem ao final da tarde, cheguei a casa dos meus pais e a minha mãe disse-me logo que andava a fazer umas remodelações e arrumações no meu quarto.

 

Fiquei radiante, afinal mãe + arrumações = quarto de sonho! O meu pensamento rapidamente voou para a imagem abaixo (não interessa nada que já não more lá, o quarto continua a ser meu):

 

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Corri para o meu antigo quarto, ansiosa para ver as modificações, quando me deparo com este cenário:

 

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Nem no meu pior pesadelo eu pensei em tal coisa.

Mais alguém tem uma mãe furacão?! Aparentemente isto irá tudo ao sítio, vai ficar bonitinho e direitinho, mas enquanto não fica, ia tendo um ataque cardíaco!

 

Nunca tive o quarto nestas condições, nem nas crises de adolescência. Se ela não me tivesse dito que andava em arrumações e eu não soubesse que ela estava em casa, diria que tinha sido vítima de assalto.

 

Entretanto, e para me ajudarem a recuperar do choque, participem no passatempo de artesanato! Obrigada.