Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One Smile a Day com... a Carolina

E a minha convidada desta semana é a Carolina, autora do blog Gesto, Olhar e Sorriso. Penso que dispensa qualquer tipo de apresentação, mas, resumindo tudo numa única palavra, escolheria: sonho!

Sempre ornamentando por doces palavras e sentimentos, não conseguimos sair de lá sem que fiquemos arrepiados com o tema. Consegue tocar no mais íntimo de cada um e isto é simplesmente um dom! Visitem porque não se vão arrepender, para além de que a Carolina é uma simpatia, sempre com um sorriso acolhedor e contagiante.

 

Pensei muito sobre o que havia de escrever, estava difícil escolher uma situação das minhas peripécias extraordinárias… Por isso vou contar uma série de acontecimentos que têm que ver com o facto de a minha pessoa ser um desastre, não a conduzir mas a andar de transportes públicos.

Na altura da faculdade não vos aconselhava a andar comigo de autocarro, porque eu parecia atrair estranhos acontecimentos. Vamos começar?

 

  1. Mão entalada

Sim leram bem. Aqui a Carolina ia muito divertida com as suas colegas na gargalhada, apoiada na coluna da porta do autocarro, porque não havia nem lugares sentados e a malta que estava em pé ocupava todas as colunas do meio e eu lá pensei que estava segura… Mas, eis que uma colega minha ao desequilibrar-se toca no “STOP” e na paragem de seguinte a porta abre para ninguém sair, porque foi toque de engano. No entanto, serviu para entalar a minha mão, porque a porta desse autocarro que, ao contrário da maioria, abria para dentro.

Começo a entrar em stress, pois aquilo nunca mais fechava e a minha mão estava a ficar inchada, até que não aguentei mais e gritei ao condutor: “senhor por favor feche a porta, tenho a mão entalada” o problema começou realmente aí, é que a porta não fechava por causa da minha mão lá estar, já pensava o pior, até que consegui com algum esforço tirar a mão de lá, mão essa que me doeu e inchou durante o resto do dia.

Eu sei, é mau de mais!

 

  1. Ameaça de tiroteio

Ahahah. Assustador, na altura, uma gargalhada agora!

Vocês sabem o que acontece quando senhoras idosas se juntam todas à converseta num autocarro não é? Pois é, falam da vida dos outros, do tio Manel, da senhora Maria do Anacleto, mas ali falavam de um pobre homem que ia a dormir ao lado delas. O homem roncava para todos os lados, parecia inofensivo, até que alguém começa a cochichar (alto de mais!) que ele dormia de dia, porque à noite andava na vadiagem, que praticava crimes e que era um homem maldoso. E o homem continuava a dormir, até que começa quase a cair do banco e as senhoras cada vez mais se riam e cochichavam e riam-se demasiado alto, até que alguém o acorda e que mau acordar, porque alguém continua a cochichar sobre a sua vida “seu gatuno durma de noite” e eis que ele se enerva e ameaçava que está armado, que nos põe todos de baixo dos bancos com medo, que o condutor o conhece e que sabe que ele é bem capaz disso, o caos instalou-se, ao ponto de um rapaz sair e entrar na mesma paragem para apanhar ar e eu só rezava para que o senhor saísse na primeira paragem, o que acabou por acontecer!

Embora hoje me ria, foi um momento assustador assim como o seguinte… mas o último não me envolvia a não ser como testemunha!

 

  1. Porrada forte e feia

Isto é inédito, nunca antes visto. É certo que nos autocarros normais não há espaço para toda a gente, e que ninguém pode ir em pé, porque o condutor sujeita-se a uma multa pesada, mas há quem não perceba e quem se faça entender pela violência.

Eram sete da manhã se não me engano, as pessoas apressadas para ir para o trabalho empurravam-se umas às outras para entrar naquele autocarro, mas não dava para todos, é claro. Um senhor que ficou retido na fila, sem lugar para se sentar, começou a dizer que era uma vergonha que queria entrar, que não ia ficar em terra, nem chegar atrasado ao trabalho (tanto stress quando o próximo chegava dali a 20minutos). “Eu vou entrar” insistia o senhor, irritado com o sistema (e tinha razão), “oh meu amigo eu já disse que não pode”, “mas eu vou entrar”, “está a demorar as pessoas” dizia o condutor já levantando a voz. Não sei, sinceramente, o que disse o raio do “não passageiro” que só ouço o condutor a dizer-lhe “vamos resolver isto lá fora” empurra-o do autocarro e só vejo os homens à pancada, velhas a alcovitar e o homem a gritar “nem vou mesmo para o trabalho, vou à polícia” e eu em stress dizia para um amigo meu que só se ria “vamos mudar já de autocarro” e ele “não, isto é inédito!”

Amigos, não sei como é que acabou, mas o senhor condutor tinha ali muitas testemunhas, suas defensoras!

 

Isto são apenas três histórias, de muitas outras como o meu telemóvel cair para trás do banco daqueles corridos atrás no autocarro, de me assustar com uma senhora de voz muito fininha, a gritar e a mandar o autocarro porque se esqueceu do xaile na paragem e que à noitinha lhe ia fazer falta, de senhores que guardam o lugar na fila com uma mochila e depois afirmam que estavam ali e empurram as pessoas…

Conclusão, andar comigo em viagem era sempre uma adrenalina!

 

O que me fartei de rir ao ler os teus episódios, muito, muito obrigada por esta bela partilha, ainda por cima a triplicar!

mentirinhas_61-copy.jpg

 

Supermercado - Todo o cuidado é pouco!

Cenário: Supermercado cheio de gente e eu com a minha irmã na secção da fruta.

 

Após escolhermos algumas peças, a minha irmã queria levar um melão. Nesta altura sabe sempre bem: é leve e fresco. Só havia um pequeno grande problema, nenhuma das duas sabia escolher como deve ser e depois do jogo do empurra “Escolhe antes tu”, “Não, escolhe tu”, decidimos dirigir-nos a uma senhora da secção e pedir ajuda.

 

Chic’ Ana: Olhe, nós gostávamos imenso de levar um melão, mas infelizmente não sabemos escolher. Pode ajudar-nos?

Senhora: Querem um melão inteiro ou chega meio?

Ora, se fosse metade, víamos logo o aspecto e era mais que suficiente.

Chic’ Ana: Pode ser apenas metade sff.

Senhora: Ah, então levem este! (e pegou num melão que lá estava).

Chic’ Ana: Sim, este parece docinho, parece ser mesmo bom.

Senhora: Bom, não sei, mas o cliente anterior provou e disse que estava impecável!

Chic’ Ana:

 

Esclareçam-me uma pequena questão: Como é que um cliente consegue provar um melão? Anda com uma faca no bolso e corta-o? Não é propriamente como provar uma uva ou uma maçã... Ou será que tem uma seringa, espeta-a no melão e prova o suco?

 

De uma coisa tenho a certeza: o melão que eu trouxe não estava dentado, mas já olhei várias vezes para ele antes de o comer!

 

comer-melão.jpg

 

Por falar em Melão, não podia ter melhor post para hoje, dado que estou com um enorme... Pensei que o Sporting já tinha o jogo ganho e depois veio um balde de água fria!Um excelente jogo ainda assim, gostei de ver!

Recensão Literária e Passatempo "Hotel das Recordações " - Nora Roberts

Tenho o prazer de vos informar de uma nova parceria do blog, desta vez com a editora Saída de Emergência. E quem fica a ganhar? Vocês: conhecem mais algumas obras, e têm sempre a possibilidade de ganhar um exemplar. 

  

13528836_518384455021897_6201912589392846030_n.jpg

 

Autor: Nora Roberts

 

Título: O Hotel das Recordações

Editora: Chá das Cinco

Data de Publicação: Agosto de 2016

Páginas: 320

 

ISBN: 9789897102622

 

Idioma: Português

PVP: 14,20€

 

 

Sinopse

O histórico hotel de Boonsboro já viveu tempos de guerra e paz e teve inúmeros donos ao longo do tempo. Agora prepara-se para ser reinaugurado pelos irmãos Montgomery. Beckett, o arquiteto da família, está determinado a finalizar as grandes obras, mas a sua vida atarefada não o desvia de um outro grande objetivo: atrair a atenção da mulher por quem está apaixonado desde a adolescência.
Depois de perder o marido e regressar à sua terra natal, Clare Brewster cedo se adapta à sua nova vida como mãe de três filhos e gerente da livraria da cidade. Com pouco tempo para uma vida romântica, Clare acaba por ser envolvida nos preparativos do novo hotel e deseja conhecer melhor o homem por trás dele.
Enquanto não chega o dia da inauguração, Beckett e Clare conhecem-se melhor e sentem a crescer entre eles o início de algo novo… Irá abrir-se nas suas vidas a janela para um futuro juntos?

 

Crítica / Recensão Literária

 

Nora Roberts é uma autora que dispensa qualquer tipo de apresentação: tem mais de 500 milhões de cópias vendidas em todo o mundo e eu arriscaria dizer que cada livro da autora se transforma num enorme sucesso de vendas.

Não me parece que este título fuja ao que é expectável.

 

É um livro que nos cativa logo desde a primeira página. Os sentimentos e as emoções têm um papel essencial que seduzem o leitor. As personagens podiam muito bem ser os nossos vizinhos do lado, os nossos amigos ou familiares: são pessoas reais, com problemas tão comuns do dia a dia, com empregos pelos quais têm de lutar diariamente.

 

Um romance exímio com que Nora nos brinda e nos deixa com as emoções à flor da pele, numa leitura ávida em que apenas terminamos quando viramos a última página. Mas será que esta página é mesmo a última? Adivinha-se uma trilogia de êxito, mas que poderia terminar também neste volume, uma vez que é um final muito agradável e sem grandes mistérios no ar.

Uma escrita simples, de fácil interpretação, calma, mas frenética sempre que necessário.

A capa é fabulosa, pois faz-nos pensar que poderíamos perfeitamente ser a rapariga da imagem.

 

Aconselho a leitura desta obra a quem gosta de fantasia, romance e a todos que gostam da autora, sem dúvida uma excelente aposta!

 

19904091_KycdO.jpeg

  

Acede aqui ao formulário!

 

Quanto ao sorteio, só existem dois campos obrigatórios: o nome e o e-mail, para vos poder contactar caso sejam os grandes vencedores, portanto, qualquer um pode participar. Quanto aos restantes campos: Se forem subscritores do blog no sapo, ou por e-mail, ganham mais uma entrada na tabela, se forem seguidores no facebook da Chic' Ana, ganham outra entrada, o que aumenta a probabilidade de ganharem!

 

Passatempo ativo até dia 22 de Setembro, os resultados sairão dia 23 de Setembro.

 

Boa sorte a todos!

Uma peripécia com o Passarinho!

Sábado ao final da tarde, decidimos dar por terminada a obra que estávamos a fazer, e, enquanto os homens acabavam de arrumar os andaimes, eu ia tomar banho e a minha mãe ia amassar o pão num anexo adjacente à casa.

A minha mãe começa a amassar o pão e passados uns 10minutos começa a chamar, a gritar por mim muito aflita.

A aflição era tanta que pensei que ela se estivesse a magoar ou tivesse acontecido alguma coisa bastante perigosa. Não vou de modas e saio de casa disparada, como estava, de cuecas e soutien.

 

Entro no anexo, vejo a minha mãe enterrada com os braços cheios de massa até aos cotovelos, e empoleirado na cabeça dela, estava o passarinho. Ora, ela só o conseguia ir sacudindo de vez em quando e ele não lhe largava a cabeça, passando para os braços e posteriormente para a borda do alguidar..

 

Mãe: Ana, leva já o passarinho daqui e fecha a porta, senão ele cai dentro da massa e não o conseguimos limpar!

 

Pego nele, mas mal ele vê que está a ser levado para longe do pão, toca de voar e de voltar ao poiso inicial. Lá vou eu novamente, consigo fechar a porta e fico com o passarinho a olhar para mim. Já irritada com ele, pego nele, para o ir colocar na parte da frente da casa, ao pé de pessoas, porque eu queria ir mesmo tomar banho, quando ele foge para o meio de roseiras cheias de espinhos.

Fiquei cheia de medo que ele se picasse e lá vou eu, consigo alcançar o bichinho depois de me ter picado e arranhado, e já ia a meio caminho quando decide novamente voar para longe.

 

Foi na altura em que me passei e gritei com ele:

Chic’ Ana: Ou tu vens já atrás de mim, a saltitar ou a voar, como quiseres ou eu deixo-te para aí no meio dos arbustos!

 

E foi assim que apareci na parte da frente da casa: com pouca indumentária, com um passarinho a saltitar atrás de mim, sob as expressões estupefatas do meu pai e do M que não queriam acreditar naquilo que estavam a ver!

 

Decididamente que não sei o que é mais insólito nesta história: se os meus trajes menores, se o passarinho que ouviu o raspanete e obedeceu, ficando quietinho num raminho de árvore ao pé deles até escurecer.

 

Santinho dos murinhos, faz com que estes sejam altos o suficiente para ninguém ter visto a minha triste figura!!

 

mulher pássaro.bmp

O que um passarinho nos pode ensinar?

Admito que quando recolhemos o passarinho no chão, e o alimentámos nunca esperámos receber tanto, mas tanto em troca!

Mal chegámos a casa no sábado, apareceu logo o nosso amigo para nos receber. Parecia que estava com saudades, carente, nós queríamos fazer as nossas coisas e ele não saía de ao pé de nós. Queríamos acabar as obras, pintar o que estava em falta e ele sempre de volta dos apetrechos. Incrível... Isto é normal num passarinho?!

 

O seu lugar favorito continua a ser sem dúvida as cabeças, quer estejam cobertas por chapéus ou não, adora...

 

Assim que fomos buscar a caixa da comida, ficou maluquinho, reconheceu-a de imediato e queria entrar para dentro dela. Chegou mesmo a cair de cabeça dentro da caixa, ficando todo amarelo. 

IMG_20160910_112244.jpgSó descansou quando comeu da nossa mão.

IMG_20160910_112305.jpgPodíamos ter qualquer outro animal de estimação, mas este é definitivamente especial pois nunca esperámos tal demonstração de carinho, de amizade, de um passarinho, que é livre e que escolhe ficar por perto!

Amanhã tenho uma história hilariante para contar que o envolve.

 

One Smile a Day com... o Paciente

E o meu convidado desta semana é o Paciente, autor do blog Paciente Impaciente. O seu blog já tem algum tempo, mas apenas há cerca de 2 meses nos cruzámos. É uma pessoa que gosta de conversar, sempre simpático e sempre pronto a dar-nos um sorriso. Presenteia-nos com um blog de temas variados, mas muito virado para a componente pessoal. Convido-vos a passar por lá!

 

Lembro-me de uma história quando tinha alguns 8 ou 9 anos ter ido com o meu pai a um café e ele se ter sentado ao balcão. Naquela altura existiam uns ferros para apoiar os pés, como o banco era muito alto não me conseguia sentar, decidi ficar em pé, apoiei um dos meus pés aos ferros e comecei a mexê-lo de um lado para o outro, conclusão, acabei por ficar com o pé preso e desatei a chorar, rapidamente veio um monte de gente ajudar-me a tirar o pé e ao fim de algum tempo lá conseguiram.

 

Sim, sou capaz de visualizar nitidamente o que te aconteceu. Eu também gostava imenso de me empoleirar nesses bancos e nem sempre a aventura corria pelo melhor!

 

ivy_adventures____cement_stuck13__by_luk742003-d65

 

 

Os perigos dos parques infantis

Antigamente os parques para crianças tinham muitos desafios complicados de superar.

Lembro-me de uma pirâmide muito alta de madeira, feita com paus que iam subindo gradualmente e ficando cada vez mais pequenos e estreitos à medida que se aproximavam do topo. Ora, aventureira como era, tinha de ser das primeiras a chegar ao topo, subi, subi, sempre a tremer e com medo e, cheguei finalmente ao cimo da pirâmide. Toda eu rejubilava de alegria, de satisfação, tinha conseguido, tinha chegado e cumprido o objetivo.

Tremia tanto agarrada ao ínfimo pedaço de madeira no topo, que decidi que o melhor era sentar-me. Péssima ideia, sentei-me e depois quem é que dizia que eu descia?! Eu estava era confortável sentada e por mais incentivos para descer, ninguém me tirava dali. Cada vez que olhava para baixo via que os meus amigos estavam a uma distância considerável e a queda iria trazer graves mazelas.

 

Conclusão: foram chamar a minha mãe a correr para ela resolver o problema. Desapareceram todos e deixaram-me completamente abandonada.

O medo de estar sozinha no parque sobrepôs-se ao das alturas. Levantei-me a medo e toca de começar a rodar a pirâmide para descer novamente. Pareceu-me uma eternidade. Mal cheguei a terra firme as minhas pernas pareciam gelatina.

S230.jpg

O que é que me chateou mais? Ninguém viu a proeza, a destreza com que eu desci da pirâmide. Todos os meus amigos pensam que foi uma grua que me retirou do local. A sério? Uma grua? Não acreditam minimamente que eu era capaz de descer sozinha?!

 

Nota: A pirâmide era muito mais alta do que aparece na imagem. Cruzaram-se com algo semelhante?

Alguém sabe que animal é este?

Aqui há uns tempos, o M encontrou uma aranha perto dos tomateiros. Ele sabe que eu não desgosto nada deste animal e até penso que é uma mais valia, pois ajuda a proteger as culturas das picadas das moscas, por exemplo. Até aqui, tudo bem, uma aranha não é um animal estranho de se encontrar no campo.

Mas tal foi a insistência dele para eu não perder a oportunidade de contemplar a aranha que comecei a desconfiar da situação.

 

Cheguei lá, observei a aranha, que afinal não era apenas uma, e aqui instalou-se a dúvida.

Mas que animal era afinal? Nunca tinha visto tal espécie.. Uma aranha que na sua teia apanhou uma abelha e ficou com o aspeto da última? Uma aranha que afinal não é bem aranha, mas um cruzamento de espécies?! Uma aranha com uma crise de identidade que quer ser abelha?

 

Alguém sabe de que animal se trata? E se é prejudicial para as culturas?

 

aranha abelha.bmp

 

De uma coisa temos a certeza: no campo não existe monotonia, há uma surpresa diferente a cada dia! 

Adivinhem quem voltou...

O passarinho voltou! Está vivo, cheio de saúde e continua um pouco mimado...

 

Sexta-feira chegámos a casa já de noite, demos uma volta ao terreno, sempre com o coração nas mãos, à espera de o vermos caído, magoado, ou pior ainda. Não o avistámos e portanto, fomos deitar-nos, mas sempre com uma grande preocupação. No dia seguinte pela manhã, mal saímos à rua, no seu poleiro da comida, estava o nosso amigo. Nem imaginam o quanto ficámos contentes.

Deixou-nos aproximar e ficou radiante quando ouviu as nossas vozes. Está cada vez mais bonito, já tem mais penas, já aperfeiçoou a técnica de voo e estava claramente com saudades da sua papinha amarela.

 

E foi assim o resto do fim de semana, andou a voar sempre perto de nós, mas já não gosta de ser agarrado como antigamente, ele quer é liberdade! Anda de raminho em raminho, já com alguns amiguinhos.

Estamos orgulhosos pela forma como se adaptou!

 

IMG_20160903_114637.jpg