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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a Day.. com o Sr. Solitário

E para terminar esta semana numa ótima companhia e negando o seu pseudónimo, temos o Senhor Solitário, autor do blog com o mesmo nome, Sr. Solitário

Já o conheço há uns meses, e, a cada dia que passa sinto que há uma amizade que vai crescendo e se vai desenvolvendo naturalmente. O blog conta-nos o dia-a-dia de alguém com uma enorme força interior. Há histórias que nos deixam com uma lágrima no canto do olho e outras que nos fazem sorrir, outras que nos fazem refletir e outras que são uma autêntica lição de vida. Espreitem este blog, um blog nada solitário e cada vez com mais amizades!

 

Era uma sexta à noite. Ia com a minha irmã na rua a caminho do ensaio de um grupo juvenil do qual fazíamos parte quando, de repente, um carro parou na berma da estrada, onde um casal nos olhou (talvez porque eu também estava a olhar) e abriu o vidro.

Nós continuamos a caminhar, a minha irmã completamente absorta nos seus pensamentos, eu estava com a atenção no carro.

Chamei a atenção da minha irmã e disse: "aquele casal que parou ali devem querer alguma informação e nós ignoramo-los... vou lá saber se precisam de alguma coisa".

Cheguei junto do carro, baixei-me ao nível da janela e disse: "Sim?"

Os casal ficou embasbacado a olhar para mim com caras sépticas. Fez-se um silêncio ali... A miúda disse: "ah?!"

Naquela hora vi que tinha cometido um grade erro. Para me redimir disse simplesmente: "não precisam de nenhuma informação?!" 

A miúda respondeu: "Não!!"

"Ah então peço desculpa..." - disse eu já vermelho como um tomate, com cara de parvo!

Acelerei o meu passo mas ainda ouvi as gargalhas estridentes que o casal deu às minhas custas.

Até a minha irmã se riu da minha figura e, ainda hoje, se lembra disso e diz que nunca se riu tanto em toda a sua vida.

 

Bom, já não se pode parar o carro descansadamente e abrir uma janela que temos logo alguém a perguntar o que pretendemos. Já sabem, se alguém vos abordar, cumprimentem-no e sejam simpáticos. Só não perguntem logo: "É o Sr.. Solitário?" pois o senhor pode pensar que são traficantes e estão a falar em código.
 
Fizeste-me lembrar da história do escuteiro que tem de cumprir um x de boas ações por dia, obrigando as velhinhas a atravessar a estrada, para as ajudar, mesmo quando não querem!
 

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 Muito bom! Obrigada por esta partilha!

Chicana Política

Está uma pessoa a jantar calmamente e a ver o noticiário quando o Jerónimo de Sousa se prepara para discursar. Ok, este assunto é para escutar, portanto, posso comer mais uma colherada de sopa. Até que oiço:

 

PCP diz que não dá para "peditório" da "chicana política"

 

Engasguei-me, e pensei que não poderia ter ouvido bem.. Mas não! Lá estava em letras garrafais! Chicana Política?

 

Analisando esta noticia ao pormenor só me salta uma interpretação à mente: Jerónimo de Sousa consulta a Chic' Ana com frequência, tanta, que até usa o meu nome misturado com os temas políticos. 

Será que pensou que eu estava a efetuar um peditório para ter o Mercedes e decidiu insurgir-se contra mim? Assim em direto para todo o país??

 

Será que vou ter visibilidade internacional e a Mercedes me vai conceder um modelito para experimentar e ser a sua cara em Portugal? Uma coisa vos garanto, se o Mercedes sobreviver a mim, sobrevive a qualquer coisa!

 

Bom, sonhos à parte, eis que surge o M que vai investigar o que significa chicana.

 

M: Tu já sabias o que significava chicana?

Chic' Ana: Não faço a mínima ideia, nem sabia que existia tal palavra!

 

Chicana: Dificuldade criada pela apresentação de um argumento com base em um detalhe ou ponto irrelevante; 

 

M: Escolheste na perfeição. Tu realmente só crias dificuldades tendo por base algo irrelevante, um pequeno detalhe que aos outros passa despercebido. Queres um exemplo? Ias avariando o aspirador porque avistaste um simples cabelo inofensivo na banheira.

 

E pronto, toma lá que ele ainda não se esqueceu de tal coisa!

  

Vocês já sabiam disto e ninguém me disse nada?! A humanidade está perdida.. Deixam-me andar por aí com um nome destes! Auto intitulei-me de dificuldade!!

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Qual a pior?

Se achavam que eu estava entre as mais perigosas, eis que encontrei uma adversária à altura!

De um lado do ringue temos a Chic' Ana, do outro, e como sua adversária, temos uma candidata que assume a sua paixão por felinos, uma candidata alegre e distraída, uma candidatada marcada pela alegria.. de seu nome... Sofia!

 

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Seguidamente vou listar-vos as 10 peripécias da Sofia e vou listar 10 das minhas que possam concorrer de alguma forma com as dela. No final, a decisão será vossa.. Quem vencerá? O meu voto já foi dado...

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"Oh Lord, won't you buy me a ...?"

Vamos lá a remexer na nossas recordações.

Eu sempre tive o sonho de que quando acabasse a faculdade os meus pais me ofereceriam um carro. E, por instinto, andava sempre a cantarolar a tão conhecida música da Janis Joplin, "Oh Lord, won't you buy me a Mercedes Benz?"

 

O tão esperado dia tinha finalmente chegado e o meu sonho estava cada vez mais perto.

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Tive um almoço de comemoração e a meio do mesmo, tiram uma caixinha que continha isto!

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Nesta altura já os meus olhos reluziam de expectativa.

Chic' Ana: Vá, podia ser um carro pequenino, mais baratinho, não precisava de ser um Mercedes novinho e brilhante, fantástico e maravilhoso...

Pais: Já estávamos fartos da música, decidimos cortar o mal pela raiz, e verdade seja dita, também merecias!

Chic' Ana: Yey!! Onde está, onde está??

Pais: Em casa, não o íamos trazer para aqui!

 

Nunca aquele simples caminho de 10 minutos me pareceu tão longo. Estava quase, quase, quase a ver o meu novo Mercedes.

 

E eis que o momento tão aguardado tinha chegado e não me desiludiram - para além de novinho, brilhante, ainda era cheiroso e jeitosinho!

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Depois não digam que não me sabem pregar umas boas partidas... É, fiquei satisfeita, mas se tivesse 4 rodas, ficava mais ainda!

 

Pergunta: Alguém me sabe indicar qual é o sentido do novo anúncio da Mercedes? Dão os parabéns à BMW pelos 100 anos porque nos primeiros 30 não tinham concorrência, será isso?

One smile a Day.. com o Andy

O convidado desta semana é o Andy Bloig, autor do blog Sometimes you win. Sometimes you lose. O Andy aceitou prontamente o desafio, tal como a maioria dos desafios que lhe são propostos, demonstrando o seu espírito de abertura e camaradagem. Descreve-se a si próprio como "um cromo qualquer", não podia estar mais longe da verdade, pois é um "cromo" que merece ser recordado.

Convido-vos a descobrirem o blog, onde descobrem a sua paixão pela música (Richard Marxs como favorito), pela literatura (não consegue entrar numa loja de livros sem sair com os braços cheios) e questões do dia a dia, bem como dicas sobre computadores bastante úteis.

 

E sem mais demoras...

 

Esta situação aconteceu há muito tempo atrás... ainda no século passado. Aqui o espécimen e duas colegas foram passear pela baixa de Lisboa. Tínhamos passado por uma livraria, estávamos a caminho da Praça da Figueira, quando uma das colegas achou por bem ir-mos dar uma vista de olhos numa grande loja de roupa. A outra também quis e fui por arrasto. Para além das meninas não pararem de pedir opiniões sobre roupas que eu não devia opinar, a minha querida colega gostou de um vestido e quis ir experimentá-lo. Foi para os vestiários e fiquei com a outra naquela parte das lojas de roupas, onde os homens costumam evitar passar para evitar mal-entendidos. Sabem qual é certo? Olho para a entrada dos vestiários e a minha colega está lá a acenar. Percebi que era para mandar a outra ir lá. Afastei-me daquela divisão e fui até ao andar de cima, ver roupas mais masculinas. 

A outra vem ter comigo e diz-me para ir lá que ela precisava da opinião de um rapaz. Chego lá, não sabia em que vestiário ela estava. Chamo pelo nome dela e a cortina ao lado de onde estava mexeu-se. Esperei e aparece a cabeça de uma rapariga loura "Olha, ajudas aqui?" Estava com um "problema técnico" de uma camisola ter ficado com malhas presas nos colchetes do soutien. Como bom rapaz, ajudei a rapariga, sendo necessário desapertar aquilo para poder tirar a maldita malha que ficou presa. A rapariga esqueceu-se que o soutien estava desabotoado. Virou-se para me agradecer e a peça descaiu sem ela notar. Agradece e diz "Não precisas de estar envergonhado. Safaste-me de ter de ouvir as opiniões das chatas das empregadas." Dei uns passos atrás, entrando na cortina do outro lado do corredor, sem dar por isso. Felizmente quem lá estava era a minha colega. Assustei-me quando ela me agarra, em reflexo, agarrei-a e fomos parar ao chão. Desatámos a rir. Ela levou o vestido e fomos para a caixa pagar. A outra colega estava a ver uma coisa qualquer e a rapariga da caixa vira-se para nós em voz baixa: "Quando se quiserem divertir, usem os do fundo que tem porta de madeira e dá para trancar." Não bastando já estar corado que nem tomate maduro, a rapariga, a quem ajudei, chega à caixa, dá-me um beijinho e agradece por tê-la ajudado com o soutien. A rapariga da caixa ficou de boca aberta, literalmente. E a minha colega passou da equipa "tomates maduros" para rir que nem louca... 

No barco para este lado o ribeiro, contei-lhes o que se tinha passado. 

Resultado: fiquei proibido de as acompanhar a lojas de roupa, devido ao perigo de entrar em vestiários não autorizados ou por, suposta, "diversão" com colegas onde não se deve.

 

Podem rir-se... nunca estão a salvo de um incidente numa loja de roupas. :D 

 

É verdade que as lojas de roupa têm estado em destaque nos últimos dias, mas foste o primeiro a ir ao chão e a receber um beijinho de agradecimento por algo..

 

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Muito obrigada por esta bela partilha!

 

E vocês já participaram no passatempo? Vamos lá!

Recensão Literária "Histórias do (A)Mar" Passatempo

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        Autor: Ana Amorim Dias

        Título: Histórias do (A)Mar

 

         Editora: Chiado Editora

         Data de Publicação: Dezembro de 2010

         Páginas: 452

 

         ISBN: 978-989-6970-50-5

 

 

         Idioma: Português

         Colecção: Viagens na Ficção

 

         PVP: 17€

 

Sinopse

«Em "Histórias do (A)Mar", descobrimos três brilhantes romances, contados sob o signo do amor e tendo como elo comum o mar.


O "Galeão" inicia-se há alguns séculos, com o naufrágio de um velho navio pirata e a história de vida dos seus ocupantes. Muitos anos depois, junto à costa, novas personagens dão vida aos destroços da embarcação, nos quais um bar de praia se torna o centro da acção. Tanto os personagens como a magia do próprio local se vêem interligados com os acontecimentos de há séculos atrás, numa mística apaixonante e surpreendente.


O "Sol da Vida" é a história de um famoso actor de Hollywood que, pouco antes de celebrar o seu quadragésimo aniversário, é surpreendido por uma carta da avó, já falecida, que o leva a um regresso à sua Itália natal. Na herdade da sua infância descobre a insuspeita história de amor daquela fantástica avó, numa viagem ao passado que lhe vai transformar o futuro.


Em "O Velho Farol", Duarte, um convicto solteirão lisboeta, jornalista de profissão, vê todo o seu mundo ser abalado ao conhecer a poderosa Isabel. No centro da trama encontra-se também António, um velho pescador cuja vida foi passada a amar uma sereia...
»

 

 

Crítica / Recensão Literária

 

Foi o primeiro trabalho que li da autora, Ana Amorim Dias, e devo dizer que me surpreendeu pela positiva.

Começando pela capa do livro, quem adora o mar, vê aqui espelhada uma grande paixão. É de uma beleza enorme, de uma simplicidade e envolvência sem igual.

O título entrelaça-se com o conteúdo adivinhando as linhas que constituem a sinopse e os dois elementos comuns em cada página: o Mar e o Amor.

 

Um romance, ou uma coleção de romances - uma vez que são 3 - leves, fluidos, de uma leitura marcante mas descontraída, em que os sentimentos e as emoções têm um papel essencial. As personagens são marcantes, mas tão atuais e reais que se podem facilmente confundir com qualquer pessoa que cruze o nosso caminho.

A escrita é descritiva, mas na medida certa, nota-se que é um livro cuidado, com bastantes revisões e de uma qualidade acima da média. Graficamente é um livro apelativo e muito bem estruturado.

 

Analisando agora o conteúdo de cada história, a primeira foi a que menos me encantou. Terminou de uma forma que me fez querer saber mais, mais detalhes e pormenores. Fiquei com uma sensação de um certo vazio, uma sensação agri-doce. Vazio esse completamente colmatado pela segunda história. Esta foi de longe a minha favorita, muito completa, surpreendente e muito real. E a terceira, e última do livro, com um carácter mais reflexivo que nos faz meditar sobre muitas questões com que já nos podemos ter deparado neste caminho que é a vida.

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Um livro para ser lido à beira mar, no verão, para permitir uma maior ligação com as 3 histórias presentes no mesmo. Umas horas com uma excelente companhia. Uma autora a acompanhar!

 

«O mar olha para mim ameaçador, como o futuro. Está cinzento e zangado, num tempestuoso prenúncio.

Está um frio cortante, mas não tão intenso como o que sinto dentro de mim com a tua ausência.»

 

E como eu sei que ficaram bastante curiosos, em parceria com a Chiado Editora, tenho um exemplar para oferecer.

Acede ao Formulário Aqui!

 

Quanto ao sorteio, só existem dois campos obrigatórios: o nome e o e-mail, para vos poder contactar caso sejam os grandes vencedores, portanto, qualquer um pode participar. Quanto aos restantes campos: Se forem subscritores do blog no sapo, ou por e-mail, ganham mais um ponto, se forem seguidores no facebook da Chic' Ana, ganham outro ponto extra, o que aumenta a probabilidade de ganharem!

 

Passatempo ativo até dia 1 de Maio, os resultados sairão dia 2 de Maio.

 

Boa sorte a todos!

Desafio Animal: A solução

Tive imensas respostas e na sua maioria muito diferentes. Vê-se claramente que ratos, aranhas, lagartos, cobras e cães têm um lugar de destaque e são o pesadelo de muitos, contudo, nenhuma destas opções é o animal que me tira completamente do sério.. que me faz mudar de passeio para não me cruzar com o mesmo!

 
Animal Palpite Contagem
Aranhas SofiaCristinaPaula 3
Ratos SofiaGolimixIsyNayPingo de Mel 5
Lagartos GolimixAndyCatarina 3
Peixes CristinaVida&Estilo 2
Coelhos Cristina 1
Caracol Débora 1
Barata Paula 1
Centopeia CátiaCaracol 2
Abelhas Maria 1
Cobras MiúdaSofia A.Melhor Amiga 3
Gato Fatia 1
Gafanhoto Green Eyes 1
Cão FénixSaraJuliana 3
Pássaro Filipa 1
Bois Vitória 1
Homem Psicogata 1

 

 

Tenho o enorme (des)prazer de anunciar que o único animal que me tira completamente do sério é o caracol

Eu bem sei que o animal é um paz de alma, que não faz mal a ninguém, nem consegue, que faz maravilhas ao nosso rosto e rugas... mas... eu detesto o caracol e a caracoleta, aqui não há descriminação de género.

 

Para que não fiquem a pensar ainda mais que sou mesmo pateta, para tudo há uma justificação e esta situação também a tem:

 

Aqui há uns anos, quando entrei para os escuteiros, devia ter uns 10 anos, uma das praxes que me fizeram foi esmagar caracóis na minha linda cabeleira… O que me fez impressão? Nem foi aquela viscosidade que o deixou tão lustroso, foi mesmo o barulho da casca a partir-se, o saber que tinham morto estes pequenos seres por algo completamente parvo.

 

Agora, cada vez que vejo um caracol lembro-me do som da casca a estalar e a partir-se, andando sempre com imensa atenção para ver onde ponho os pés. Sou capaz de dar uma volta enorme só para não correr o risco de pisar o caracol. E quando vejo alguém a pegar num caracol fico mesmo transtornada a pensar que a qualquer momento o animal pode morrer com aquele estalar tão característico!

 

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 Parabéns Débora!! Acertaste em cheio!

A Psicogata também acertou ao nomear o homem, penso que todas as mulheres partilham desta opinião, por vezes tiram-nos mesmo do sério!!

Desafio Animal

Pois bem, hoje vou apelar à vossa imaginação e abrir mais uma portinha para a minha personalidade.

 

Quem me conhece pessoalmente, sabe que há apenas um animal capaz de me tirar completamente do sério e de me comportar como uma autêntica tolinha!

Quem adivinha qual é?

 

A resposta será revelada daqui a pouco.. Até lá, aceitam-se apostas!

Eletricidade: um bem essencial

Este fim de semana reparei que o router deixou de piscar. O que antigamente parecia uma árvore de Natal no seu auge, deixou de ter as luzes verdes a tremeluzir como se não houvesse amanhã.

Mas, eu continuava calmamente sentada, a ver televisão, a utilizar a internet no computador… Até que percebi que algo estava errado! “Espera lá, se isto não tem qualquer luz, como é que está tudo a funcionar?”

 

Consulto a lista de redes disponíveis e nada de existir a minha, estava ligada a uma que desconhecia, por isso é que funcionava. Pego no telefone e ligo ao meu pai.

 

Chic’ Ana: Olha, o meu router não está a funcionar!

Pai: Isso pode ser uma configuração ou qualquer coisa que falhou, desliga e liga.

Chic’ Ana: Já fiz isso e continua na mesma.

Pai: Então desliga o quadro elétrico e volta a ligar que ele configura novamente.

 

Deixei passar uns momentos pois a box estava a gravar um programa. Terminou e lá vou eu ao quadro. “Sou capaz de fazer isto, são apenas uns botões o que pode correr mal?” Coloco os botões no OFF e quando vou para os colocar no ON, houve um botão chato que se recusou a subir…

 

Chic’ Ana: Paaiiiiii, disseste para desligar o quadro e agora os botões não sobem!

Pai: Ana, só tinhas de colocar um para baixo, o geral, e depois para cima, que fizeste tu?

Chic’ Ana: Coloquei todos para baixo e quando os coloquei para cima, um deles recusou-se a subir e agora não tenho luz… Vem cá se faz favor emendar a confusão que arranjaste.

 

Chega o meu pai, e passadas 1h30 de insistentes tentativas de reanimação, declarámos oficialmente o óbito do botão do quadro.

Ana, de seu nome, conseguiu avariar um simples botão do quadro elétrico mandando a eletricidade abaixo, exceto na cozinha, felizmente é independente!

 

Conseguem imaginar toda a emoção de tomar banho à luz das velas, com o perigo iminente de incendiar a casa de banho? Ou tomar banho no lava-loiça? Pois, poderão ser emoções que irei conhecer brevemente! 

 

E fiquei sem saber o que se passava com o router...

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Do Virtual para o Real

Sexta-feira de manhã tive um misto de sensações muito engraçadas. Vim de boleia para o trabalho e vínhamos em amena cavaqueira, a falar de atividades desportivas e de algumas limitações, quando chegámos a este diálogo:
 
I: Tenho uma amiga que tem dois gémeos muito engraçados, que parece que adivinham que eu tenho problemas nas costas e dão um jeito enorme a mudar as fraldas.
Chic’ Ana: A sério? Realmente as crianças são excecionais.
I: A Catarina tem 4 filhotes, todos eles com uma personalidade muito própria.


(Nesta altura já as minhas antenas estavam no ar, realmente eu tenho uma Catarina na blogoesfera que corresponde a esta descrição)


I: O Santiago e o Salvador foram batizados o ano passado. E este ano foram com os mais velhos à Disney..


(Bling, bling, bling, campainhas a tocar por todo o lado…. Isto já são coincidências a mais)
 
Chego ao local de trabalho, salto rapidamente do carro, corro para o pc e vou ao blog da Catarina. Abro a página e fico pateticamente a pensar: mas estou à espera de encontrar aqui escarrapachada a informação pretendida?
Concentra-te Ana, eu sei que ela publica imensas fotos. Portanto, qual detetive, lá fui eu à data provável do Batizado dos gémeos e voilá, lá estava a minha amiga numa foto. Fiquei com um sorriso de orelha a orelha e mandei logo um e-mail à Catarina. O meu problema era mesmo como abordar a questão sem parecer que a estava a perseguir, afinal podia pensar que eu era louca!
 
Contudo, a conversa correu de uma forma maravilhosa, ficámos a saber que tínhamos muito mais em comum do que inicialmente pensaríamos.. e agora só nos falta mesmo marcar um café..
 
Realmente há coincidências muito engraçadas. Mais uma das enormes vantagens da blogoesfera: o aproximar das pessoas, o alargamento do núcleo de amigos, e de amizades que podem mesmo saltar do virtual para o real. Alguém tem episódios semelhantes?

 

Este episódio vai ser relatado a duas vozes: a minha perspetiva e a da Catarina! Ora espreitam lá o que ela achou da minha abordagem! =)

 

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