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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Uma grávida e um crocodilo

Eu bem que vos prometi que iria contar uma das peripécias mais engraçadas que me aconteceu e aqui está ela, acabou por ser também dolorosa.. mas.. vamos ao relato!

 

Chegados ao apartamento das férias, a primeira coisa que eu descobri foi um crocodilo em formato boia, e eu, como eterna criança que se recusa a crescer, não descansei enquanto não levei a mesma para o mar!

Todos me disseram para ter cuidado, mas qual quê, afinal a barriga dentro de água pesa muito pouco e havia momentos em que me esquecia completamente que estava grávida.

 

Apesar de eu me esquecer da barriga, ela existia, e portanto, toda a minha zona de equilíbrio estava comprometida. Não me conseguia colocar em cima do crocodilo por nada, cambalhota para aqui, para ali, cai aqui, cai ali.. uma desgraça!

 

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Com tantas cambalhotas que dei, a pequenita deve ter colocado o pé num local proibido, que é como quem diz, deve ter colocado qualquer coisa a fazer pressão nos meus tendões ou em qualquer outro local, que quando saí de dentro de água, comecei com dores tão fortes que mal conseguia andar... Conclusão: Noite passada nas urgências, uma bela injeção no rabiosque para aprender a estar quieta, com um relaxante muscular, muito descanso, e felizmente no dia seguinte estava pronta para outra!

 

Escusado será dizer que o crocodilo nunca mais saiu do sítio original. Grávidas, não se esqueçam que apesar de dentro de água a barriga não pesar, ela continua a existir!

 

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O regresso..

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... E sem mais demoras, aqui estou novamente!

Confesso que foi um período excelente para recarregar baterias, para descansar, para recuperar, estava mesmo a precisar de uma pausa, mas também confesso que é muito bom estar de volta, já tinha saudades. Está tudo a correr muito bem com a bebé e espero que assim continue, num piscar de olhos já estou na recta final... faltam menos de 6 semanas!

 

Vou organizar as coisas, saber como estão, dos vossos espacinhos e sortear finalmente o grande vencedor do passatempo, sim, porque as férias foram um desligar da tecnologia a 100%. Peripécias?! Imensas!! 

A mais engraçada? Uma que envolve um crocodilo, uma grávida com uma barriga enorme e uma vontade ainda maior de continuar a ser uma eterna criança. Amanhã já vos conto tudinho!!

Férias

E as tão desejadas férias chegaram...

 

Confesso que estava mesmo a precisar de umas semaninhas de descanso e longe de tecnologias! O blog também vai de férias, pois claro, afinal também merece bronzear-se pelas belas praias de Portugal.

 

Para todos os que visitam este espaço, seja por engano ou não, para todos aqueles que comentam, que deixam sempre um pedacinho de si neste local, desejo sinceramente umas ótimas férias, que sejam um recarregar de baterias para enfrentar uma nova temporada de muito trabalho! Divirtam-se acima de tudo e sorriam, sorriam muito.

 

Da minha parte, segue um abraço muito, muito apertadinho e um beijinho bem repenicado.

 

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Esta semana ainda volto para anunciar o vencedor do passatempo que se encontra a decorrer aqui. Aproveitem os últimos cartuchos para participar.. Senão, a meio de Agosto voltarei com muitas mais surpresas! Até lá!!

 

Não deixem que as vossas férias sejam "beliscadas" por pequenas chatices, tudo se supera, é só preciso persistência e imaginação!

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Beijinhos grandes 

 

 

A saga da escolha do filme

Eu e o M temos gostos muito diferentes no que toca a filmes: eu adoro um bom filme de terror (que ele me proibiu de ver na gravidez por causa das emoções fortes), uma boa comédia ou um filme de ficção científica. 

Já ele prefere um bom filme de ação ou policial. No que toca a escolha de filmes demoramos sempre horas e horas a decidir o que ver. Demoramos tanto tempo a ver traillers que a maior parte das vezes não escolhemos nenhum filme..

 

Contudo, ficamos sempre com o apontamento dos traillers que gostamos mais.. na memória! Na semana seguinte já não nos lembramos e o processo recomeça.

 

São mais ou menos 2h perdidas a escolher um filme que nunca chegamos a ver. Já tínhamos idade para ter juízo, não já?!

 

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One smile a day... com a Andreia

A minha convidada de hoje é a Andreia, autora do blog As gavetas da minha casa encantada. Só o nome do blog já me faz gostar dele, transporta-me para um mundo que idealizava em pequena: em que tudo era encantado e mágico. Todos os dias, antes de abrir o blog, penso para mim: O que será que vou encontrar hoje ao abrir esta gaveta? Sentimentos, emoções? Objetos que nos fazem sonhar, histórias cativantes? E é um pouquinho de tudo isto que podemos encontrar no blog, temas do dia a dia, sim, mas temas que nos levam a refletir, a pensar. Tem uma forma de escrita envolvente que penso que será do agrado de todos. Sempre simpática e disponível, tal como podem constatar pela peripécia abaixo...

 

Olá a todos 

 

O bloqueio de escolher uma história hilariante calhou-me, desta vez, a mim. Não vou mentir, fiquei extremamente contente quando li o e-mail da Chic’ Ana. Mas isto é realmente difícil! E, já agora, aproveito para afirmar que não fujo à regra das pessoas que leem esta rúbrica e dão por si a pensar «E se fosse eu, que momento escolheria?». Obrigada pela oportunidade.

Sendo assim, abro a gaveta da minha vida encantada (vamos acreditar que sim) para vos descrever uma situação ridícula, que ainda hoje vale umas boas gargalhadas. Só vos digo que envolve tinta azul.

 

Na minha faculdade, quem faz parte da praxe junta-se sempre na segunda-feira antes do cortejo para preparar o carro (tanto caloiros, como académicos). E isto é tarefa para começar de manhã e prolongar-se noite dentro (sem esquecer, claro, todos os outros dias a fazer flores). Ora bem, o espírito é incrível, mas uma pessoa tem que fazer uma pausa para jantar. Como eu e o meu grupo de amigos estivemos a pintar umas faixas, os baldes de tinta azul e rosa andavam connosco para todo o lado. Até aqui, nada de extraordinário, o pior veio depois. O pior para mim, entenda-se, porque para os meus amigos foi a cereja no topo do bolo da risota.

Só para contextualizar, a minha faculdade tem dois edifícios: o principal e o de música. Nós decidimos ir jantar sossegados no piso de baixo do pavilhão de música. Na hora de voltar ao trabalho, há um ser crente nas nossas qualidades de ninja que não fecha um dos baldes de tinta. Quem é que o leva? Eu, pois claro. O que vem depois é previsível, não é? Pois bem, na altura de subir as escadas, não sei se foi um guaxinim, uma toupeira, ou uma vontade louca (e inconsciente) de testar as minhas capacidades que decidiu aparecer. Só sei que pus um pé no primeiro degrau, o meu joelho direito teve os seus cinco minutos e toda eu comecei a ver o meu corpo a inclinar-se em direção ao chão. A queda podia ter sido evitada? Podia, perfeitamente. Isto se não tivesse um balde de tinta azul aberto na minha mão. Porque na tentativa de o salvar caí. E por cima de mim caiu toda a tinta do seu interior. «E os teus amigos?», perguntam vocês. Os meus amigos vieram logo em meu auxílio, para ver se eu estava bem… Claro que não! Desataram-se a rir e a tirar fotografias (sim, há registo vergonhoso desse momento). Fiquei um autêntico smurf, ao ponto de ter que lavar o cabelo na casa de banho e de terem que ligar aos meus pais a pedirem para eles me irem levar roupa. Escusado será dizer que só saí daquele edifício quando já estava minimamente apresentável, ou seja, quando já não existiam muitos vestígios azuis em mim.

Na altura ri-me, mas na verdade não achei assim tanta piada, porque não é, de todo, confortável levar com tanta tinta em cima. Hoje sou a primeira a gozar com a situação. E claro que sempre que chega uma nova geração ao grupo esta história tem que ser relembrada, quase como que se fosse uma mensagem de boas-vindas.

Este momento já deve ter uns 3/4 anos, não sei precisar. E longe de mim querer ser má-língua, mas como castigo de se terem rido de mim, há amigos meus que ficaram com tinta nas mochilas. Poucos tiveram conhecimento deste episódio. Ai se aquelas paredes brancas (que ainda hoje preservam restos de tinta azul) falassem…   

 

Em homenagem a esta bela história, estava a pensar colocar o texto em azul forte, numa onda de solidariedade Smurf, mas depois de procurar e escolher bem, acho que a tirinha abaixo se adapta na perfeição!

Obrigada por esta bela partilha! O que eu me ri a imaginar a situação.

 

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Nota: neste caso, o carro ficou maioritariamente rosa, pois o azul, bom, o azul acabou! Mas tinham sempre a hipótese de colocar a Andreia a dar um colorido especial à situação.

Aviso!

Hoje estarei ausente, tentarei desesperadamente procurar o meu novo tutu para a praia!

 

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... Enquanto tento convencer a minha irmã que qualquer coisa parecida com a imagem abaixo é muito má ideia!

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Para além disso ainda tenho uma lista de coisas a tratar:

a) Ultimar preparativos para o BabyShower;

b) Comprar o que necessito para a mala da maternidade para mim e para a pequenita;

c) Fazer uma lista com tudo o que necessito de tratar antes e depois do nascimento...

 

De forma a que amanhã estarei de volta e com uma história, bem... aguardem para ler! 

 

Por falar em praia, verão e viagens, hoje sou a convidada da nossa querida C.S, na sua rubrica "Às quintas viajamos", querem saber o destino da minha lua de mel? Passem por lá!

 

Já participaram no passatempo delicioso?

 

A procura do biquíni perfeito

Dia 16 de Junho de 2016, escrevia este post:

 

"Ontem comecei a minha procura pelo biquíni ideal. Digo-vos que foi uma procura um pouco estranha e voltei de mãos a abanar.

(....)

 

Começo por experimentar um deles, ficava muito bem na parte de baixo, a parte de cima era um descalabro, ora ficava curta demais, ora ficava grande demais. Desisti rapidamente deste formato e passei para o seguinte.

Comecei desta vez pela parte de cima e acertei em cheio, conseguia mexer-me muito bem, sem ficar largo nem apertado. Conseguia fazer acrobacias sem ficar com nada de fora. Perfeito! Biquíni encontrado… até experimentar a parte de baixo, que era mini, mini, mini… Não me sentia nada bem com aquilo. Desisti..

 

Experimentei mais uns quantos modelos e todos eles com algum defeito… O que fazer? Vou com um biquíni com desenhos em amarelo e preto na parte de cima e vermelho às cerejas na parte de baixo? É que estes dois sem dúvida que eram os que assentavam mesmo bem!

 

Tenho um corpo mesmo desproporcional, bem que desconfiava de quando me chamavam de sereia, afinal está explicado: metade mulher, metade baleia! Sendo que as metades vão rodando entre si…"

 

Vi-me grega para encontrar um biquíni que me ficasse minimamente bem... Agora estou com uma barriga de 7 meses, mais 12Kg que o ano passado!!! Estou a pensar seriamente em colocar uns dias de férias só para procurar o traje que irei desfilar por esses areais fora...

 

Agora sem brincadeiras... Conhecem alguma loja que venda fatos de banho ou biquínis para grávida que sejam bonitos, sem que me façam parecer um saco de batatas?!

 

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A rambóia!

Chego ao trabalho, descansadinha, com tempo, radiante por finalmente estar a ver algumas tarefas complexas, que exigiram o ano inteiro, a serem finalizadas.

 

Quando...

 

O teclado não parece colaborar comigo, não está na mesma posição. Viro e reviro, e encontro a "patinha" do teclado partida! Tenho a certeza que ontem quando saí das instalações estava tudo a 100%.

Se termina por aqui? Nada disso! O passo seguinte é aceder à Internet e a pastas partilhadas onde temos o nosso trabalho. A Internet não queria funcionar por nada. 

Ponho o cabo, tiro o cabo (qualquer alusão à música do Quim Barreiros é pura coincidência) e encontro a patilha do mesmo partida.

 

Não sei o que aconteceu após a minha ausência, mas que houve uma agitação frenética na minha mesa, lá isso ninguém pode negar!

 

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 Nota: A animação foi tanta que fiquei sem internet! Se demorar a responder, não estranhem!

Teste da Glicemia

Este sábado fui fazer o teste da glicose ou teste da glicemia, este teste é importante para o despiste por exemplo dos diabates gestacionais, que "incomodam" mais grávidas do que eu imaginava.

 

O teste consiste então numa recolha de sangue para se avaliar a grau de glicemia em três momentos:

 

  • Primeira recolha de sangue em jejum - Após esta recolha, somos convidadas a beber uma espécie de sumo, de laranja ou limão, sinceramente nem percebi bem de que sabor era (eu que sou gulosa, achei que aquilo era uma "bomba" de açúcar), contendo 75 gramas de glicose. No fundo, o equivalente a uma garrafinha de um qualquer refrigerante, mas super, super doce. Tive de beber até à última gota supervisionada pelo enfermeiro;
  • Segunda recolha de sangue passada 1hora - Digo-vos que esta hora é a pior: a tensão desce ainda mais, porque não podem ingerir qualquer alimento, a ansiedade começa a trabalhar por se ouvirem tantas histórias em que o teste corre mal, e claro, a bebé começa aos pontapés porque quer comidinha e nada de lha podermos dar. Quase que ouvimos o movimento dos ponteiros do relógio;
  • Terceira recolha de sangue após 2 horas da ingestão do xarope- Quando chega a este ponto só apetece fazer uma festa, pois conseguimos superar o tão temido teste. (Nesta altura, eu disse ao enfermeiro "olhe, mesmo que eu caia neste instante para o lado, por favor, tire-me o sangue para não ter de voltar a repetir tudo!")

 

Se foi difícil? Sem qualquer dúvida, ficamos mal dispostas, sentimos que podemos desmaiar a qualquer momento e que a tensão deve estar baixinha, baixinha.. O truque? Ficar o mais sossegada possível, se houver local  para se deitarem, ótimo, aproveitem. Eu levei um livro para estar entretida e após 5 páginas as letras fugiam por todo o lado, a solução foi mesmo encostar-me na cadeira, fechar os olhos e esperar que o tempo, que parece eterno, não demore a passar.

 

Teste superado! Agora é esperar os resultados..

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One smile a day... com o Robinson Kanes

O meu convidado de hoje é o Robinson Kanes, autor do blog Não é que não houvesse... Este é um blog que desperta logo no meu pensamento a palavra aprendizagem, mas uma aprendizagem de forma divertida. O autor expõe os seus pensamentos, o seu dia-a-dia, histórias e pontos de vista, mas sempre com uma perspetiva de abrir horizontes, de fomentar o debate, a quem os lê. Fundamenta tudo em que opina, o que lhe confere uma riqueza invejável.

É um blog que se tem construído pouquinho a pouquinho, um blog sem destino ou alinhamento, todos os dias é uma constante surpresa, mas uma boa surpresa. Uma lufada de ar fresco que tenho a certeza que será apreciada por todos. Informação e diversão juntos é possível? Sim, é.. e aqui está um belo exemplar disso mesmo!

 

Quando recebi o email da Chic’Ana pensei por momentos que poderia ser do New York Times, no entanto, ainda foi melhor que isso, até porque o New York Times às vezes consegue ser bastante aborrecido.  E é assim que aqui vim parar, pelo que, preparem-se para mais um momento de absoluta estupidez da minha parte.
Recordo-me de Istambul, uma cidade onde tive oportunidade de viver cerca de um mês, se é que se pode chamar “viver” a estar um mês num país ou cidade.
 
Posto isto, uma das imagens de marca de Istambul são os vendedores que não sossegam enquanto não nos impingem qualquer coisa. Eu, ao contrário de muitos estrangeiros que já estiveram no país, adoro aquela negociação e a educação com que encerram a mesma, sobretudo quando a venda nem se concretiza. Finalmente percebi porque é que todos os guias de viagem turcos têm sempre a tradução de "deixe-me em paz".
 
Uma noite, aproveitei para relaxar na companhia da minha miúda, uma celta fascinada por tudo o que é turco, (sobretudo a comida e as pessoas) árabe e muçulmano e demos um passeio por Sultanahmet, a zona histórica da cidade.  Istambul em Dezembro é uma cidade mais tranquila, pelo que apanhei com todos os vendedores de tapetes e carpetes e consegui, só num raio de 200 metros,  guardar quatro contactos de telemóvel para o caso de eventualmente mudar de ideias e optar por adquirir os famosos tapetes otomanos.
 
Quando cruzávamos uma rua lateral à Hagia Sophia (Basílica de Santa Sofia), uma daquelas com vários restaurantes para turistas e por sinal até bastante agradáveis, eis que sou confrontado com um angariador de restaurantes, aqueles que estão à porta do restaurante e convidam os clientes a entrar, ou como neste caso, saem disparados do restaurante acompanhados de duas senhoras.
 
Percebendo o que daí vinha, mesmo antes que o angariador pudesse dizer alguma palavra vociferei algo numa misturada de turco e inglês:
 
- Boa noite, o restaurante é muito agradável, mas nós almoçámos tarde e ainda não temos fome. O peixe por acaso até tem bom aspecto, eu também sou de terra de peixe, do mediterrâneo ocidental, de Portugal, sei apreciar o que é bom, a nossa costa e o mar dos Açores têm um peixe maravilhoso. Adoro comida turca e vou voltar aqui, quase com toda a certeza. Obrigado.
 
O que vou dizer a seguir só sei que aconteceu porque a minha miúda estava atenta e num misto de riso e gozo, apreciou o angariador,  enquanto eu falava, a olhar para mim com ar de espanto e com os olhos esbugalhados que terminaram com um semblante de quem estava a passar por uma tremenda “seca”.
 
Terminadas as minhas palavras, eis que o angariador se vira para mim e num inglês quase perfeito, mas com forte sotaque turco de Anatólia e com uma postura de Danny DeVito, até porque era baixo e forte, me diz:
 
- Hey! Então mas tu chegas aqui, ficas com esse sorriso na cara, escreves a música, tocas e danças (enquanto começa a dançar em estilo grego ou otomano, confesso que não me foquei nesse pormenor), fazes a festa enquanto eu fico a olhar para ti! Então mas afinal quem é que está a vender? Deixas-me fazer o meu trabalho ou não? Até parece que tu é que estás a tentar vender-me alguma coisa!
 
Perante a minha estupefacção, as senhoras que o acompanhavam começam numa gargalhada monumental! A minha miúda, aproveitando a oportunidade para “molhar a sopa”, desata também à gargalhada e claro, aquele turco com um sentido de humor “Devitiano” também.
 
Confesso que fiquei apanhado pelo momento e só o abraço do turco me fez soltar uma gargalhada também! Depois daquele abraço e de um aperto de mão lá combinei que iria voltar no dia seguinte e, como sempre, acabei por fazer mais um amigo naquela cidade que Pamuk tão bem descreve e que é, para mim, uma porta de entrada num mundo que me apaixona!
 
O que eu me fartei de rir ao imaginar esta situação. Não é fácil dar a volta a vendedores, mas mais difícil ainda é "roubar-lhes" o papel!
Muito obrigada por esta bela partilha.
 

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Já concorreram ao passatempo delicioso? Aproveitem o fim de semana para o fazer =)