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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One smile a day... com a Sofia

A minha convidada de hoje é a Sofia, autora do blog Sweet Haven By Me. Tive o prazer de a conhecer ainda noutra plataforma, mas desde Julho que a sua casa é o Sapo Blogs. No seu blog somos constantemente brindados com frases e mesmo músicas inspiradoras, mas também com pequenos detalhes da sua vida pessoal: sabemos que se encontra separada e que é uma super mãe do Baby G com dois aninhos.

Criou o blog também como escape, para falar e desabafar sobre a sua recente separação, mas por vezes as palavras são difíceis.. É uma pessoa super simpática e sempre com um sorriso pronto, com um ombro amigo, muitos comentários trocámos e que belos sorrisos partilhámos.. "A vida tal como ela é, um livro com tantas páginas escritas mas com tantas ainda em branco. Todos os dias escrevemos um parágrafo e apartir de agora os meus vão ser escritos aqui :-)" Convido-vos a conhecerem o seu blog!

 

OMG!!! :-D Nem queria acreditar quando vi o email para participar no One Smile a Day :-) E pior, naquele momento não me lembrei de nada engraçado para contar mas caramba, tenho 32 anos tinha de haver alguma coisa e há, claro que há.

Vou voltar atrás no tempo até à Viagem de Finalista do 12º ano, tinha já 18 anos e devia ter juízo mas não...

Uma bela tarde, a A. teve a brilhante ideia de querer jogar ao Jogo do Copo. Nunca tinha jogado tal coisa, não queria jogar mas elas diziam que só dava se fossemos 4 e lá está, não tinha juízo e fui na onda.

Pegamos em pedacinhos de papel para as letras e num copo da cozinha, era pequeno mas daqueles de vidro grosso, super pesado. A R. começa a dizer não sei o quê e era suposto o copo mexer-se e aquilo nada, quieto. Eu céptica como sou começo a rir e a dizer "isso não vai funcionar!". Tentam outra vez e nada. Elas as 3 super chateadas e eu a rir...


Às tantas a R. passa-se e diz "Espírito se estás aqui dá-me um sinal?" Assim que ela diz "...nal?" A campainha da porta toca e não pára porque fica presa.

Eu parto-me a rir como se não houvesse amanhã, elas as 3 começam aos gritos completamente histéricas e eu ainda me ria mais. A R. fica petrificada, a A. vai até à porta e a N. tenta partir o copo na varanda, sem sucesso pois é mesmo daquele vidro grosso.
Nisto a A. abre a porta e o nosso colega estava a tentar que o botão da campainha volta-se ao sitio para parar de tocar, diz com um sorriso de orelha a orelha "Nunca ninguém ficou tão histérico com a minha chegada!" Depois olha para mim, que estava de costas para ele e diz em alto e bom som ainda no corredor do prédio: "Tens o cú à mostra!!" 

De tanto rir ao baixar-me as minhas calças rasgaram e eu nem dei conta ahahah!

Com isto posso dizer que se houve algum espírito que tenha aparecido naquela sala, tinha muito sentido de humor Lol.

Espero que tenham gostado e bem não joguem a estas coisas!

 

Que bela viagem que eu fiz à juventude! Também eu joguei a esse jogo, mas admito, com um receio enorme e nem me lembro do resultado final, eu só queria pisgar-me a 7 pés daquele episódio onde eu não queria estar inserida...

 

Muito obrigada por esta bela partilha, é tão engraçado verificar como cada um tem histórias sempre tão diferentes para contar!

 

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A memória de grávida

Andava eu feliz e contente da vida que, distraída como sou, ainda não tinha tido nenhum episódio digno de registo quanto a esquecimentos e falhas de memória típicos da gravidez... Até ontem!

 

A pequenita anda ansiosa para conhecer o mundo, mexe e remexe, 24h/dia, é impressionante, e sim, estive a noite TODA acordada e ela não parou um segundo! Consequência deste mau dormir, andei feita zombie o dia inteiro.

 

  • Arrumei o abacaxi no caixote do lixo;
  • Arrumei roupa no frigorífico;
  • Arrumei produtos de higiene no balde da despensa;

Bom, pelo menos a veia de arrumar coisas continua activa...

  • E finalmente quando ia a passar a sopa, fiquei a 1 milímetro de estragar a varinha mágica, porquê? Porque me esqueci da parte mais importante.. Felizmente que esta não estava tão pesada como o habitual e houve algo que fez o clique!

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De seguida, sentei-me no sofá de pés e mãos atadas para não provocar qualquer caos no apartamento, e assim fiquei, feita estátua o resto do dia, imóvel, só com a barriga a bambolear de um lado para o outro...

Os funcionários da minha junta - "O cortador de Relva!"

Há pouco tempo escrevi o primeiro episódio dos "Funcionários da minha junta", pois bem, eu sabia que aquele pedacinho matinal à janela me iria fazer voltar com novas curiosidades sobre esta espécie, só não imaginava que fosse tão rapidamente.

 

Aqui há uns dias recebemos o boletim informativo da junta em que reunia os principais objetivos alcançados pela presidência atual, as obras feitas, bem como o material adquirido ao longo do ano. Neste constavam 7 cortadores de relva. 

Nunca tinha visto este equipamento, até sexta-feira passada! Sexta-feira lá vinham os senhores bem fardados e com uma grande dinâmica, cada um empurrando o seu carrinho rua acima, em direção aos mini-jardins que existem nos passeios.

 

 "Ena, estes jardins vão ser cortados num ápice!"

 

Fechei os estores, pois o sol começava a incidir nos mesmos e passados 10min começa o típico barulho dos carrinhos a trabalhar e uma grande algazarra.

 

"Mas será que eles estão assim tão entusiasmados a cortar a relva? Estranho!"

 

Pois bem, eu acho que estava preparada para qualquer cenário, menos para aquele com que me deparei. Pensei em apostas, sobre quem acabava o seu jardim primeiro, pensei em críticas sobre alguém que não tinha o mínimo jeito para o corte e costura, pensei em muitos cenários, excepto... o real.

 

Dirigi-me à janela, subi o estore e vi cada um com o seu carrinho, sentado no mesmo, a descer a rua a alta velocidade. Sim, uma rua onde passam carros, está bem que não é nenhuma artéria principal, mas mesmo assim tem movimento.

 

Uma corrida de cortadores de relva  Será que existe algum campeonato nacional desta modalidade e eu nunca me apercebi?!

 

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One smile a day... com o Triptofano

O meu convidado desta semana é o Triptofano, que nos apresenta o blog com o mesmo nome Triptofano. É um blog relativamente recente mas que me conquistou muito rapidamente. Lança-se a si próprio um desafio "Como ser 20% mais feliz?", e não é que me colocou a pensar na mesma questão e a agir em concordância?

Já teve um blog quando era mais novo e foi precisamente o feedback que obteve com esse blog que o fez regressar: "havia muita camaradagem entre os colegas blogueiros. Pessoas que nunca tínhamos visto mas que estavam lá para nos apoiar ou para nos contrariar ou simplesmente para marcar presença. E foi por causa dessa rede de apoio que tantos anos depois decidi voltar a esta espécie de diário virtual.

E é mesmo isso que nos apresenta: um diário virtual, carregado com muito humor, muitas peripécias que regra geral me despertam sempre um sorriso, mas também textos que nos fazem refletir. Espero que sintas esse acolhimento, essa presença ainda que virtual, do meu lado, estarei por aqui sempre que necessitares!

 

Antes de mais tenho que agradecer à Chic’Ana por me convidar a participar numa rubrica que sigo fielmente e tantos sorrisos me provoca. Quando recebi o convite fiquei extremamente feliz porque nunca pensei que os poucos meses da minha existência na blogosfera fossem suficientes para aparecer num blog de tamanha qualidade como é o da Chic’Ana! Como me foi pedida uma das minhas histórias mais hilariantes aqui vai disto.

 

Há alguns anos atrás tive a oportunidade de fazer voluntariado no Uganda. Uma das coisas que mais me fez confusão no início foi ter de usar uma latrina para fazer as minhas necessidades. Apesar de estar dentro dum edifício de cimento a latrina era simplesmente um buraco no chão onde tínhamos de nos colocar de cócoras e fazer pontaria para basicamente não sujar o pavimento, algo que não iria de todo agradar à pessoa que fosse a seguir usá-la. Como qualquer boa latrina que se preze ela era apenas limpa assim de dois em dois meses, ou seja, quando cheguei conseguia visualizar um buraco enorme e ao longo do tempo fui vendo ele ir-se enchendo daquilo que vocês estão a pensar. Porque raio eu olhava para lá? Acho que era uma espécie de medo mórbido em deixar cair um chinelo no buraco e ter de o ir lá buscar no meio daqueles dejectos todos. Na realidade o chinelo ainda seria o menos, agora imaginem que deixava cair lá o passaporte, é que não havia forma de o poder deixar lá, tinha mesmo de o ir buscar. Felizmente nunca fui destrambelhado o suficiente para o levar perto sequer da latrina.

 

O edifício estava virado directamente para uma zona do povoamento repleta de pequenas cabanas, o que fazia com que qualquer pessoa pudesse ver quem entrava e saía da casa-de-banho. A meu ver um grande erro de planeamento urbanístico! Também interessante era a sofisticação do sistema de fecho da porta da latrina – um prego atado a um cordel que encaixava num pequeno buraco na parede.

 

Ora numa fatídica manhã dirigi-me à latrina acompanhado pela minha fiel lanterna visto o sol ainda não ter nascido. A razão para tão matutina incursão devia-se ao facto de quando começava a haver luminosidade era impossível usar os lavabos devido à quantidade industrial de moscas que eram atraídas pelo inconfundível cheiro a cocó.

Entro, fecho a porta com o sistema do cordel e do prego, baixo as calças e agacho-me entregando-me à tarefa de reflexão sobre o que teria de enfrentar naquele dia de trabalho. Foi então que do buraco surgiu tresmalhada uma mosca solitária que, sem pedir licença, fez um voo directo ao buraco do meu rabiosque.

Ao sentir tão inesperada presença num local tão sensível dei um grito, levantei-me num rompante, desequilibrei-me nas calças que me estavam pelos tornozelos, caí, bati contra a porta da latrina que para meu desespero tinha ficado mal fechada e se abriu de rompante, e ali fiquei eu estatelado no chão, de porta aberta, calças em baixo e à vista de todas as cabanas do povoado.

Felizmente todos ainda dormiam, senão a minha vergonha teria sido bastante maior. Levantei-me, voltei a entrar na latrina e fechei a porta convenientemente. Da mosca nem sinal. Nem uma bebida sequer me pagou!

 

Em primeiro lugar, muito obrigada pelo carinho, pelas tuas palavras, acredita que tens aqui uma amiga e todos os comentários trocados e o apoio que me transmitiste, nunca serão esquecidos.

 

Agora.. e passando à tua peripécia... O que eu me ri!! Não acredito que alguém fique indiferente à imagem que nos proporcionas bem no final.. Felizmente que todos se encontravam ainda em descanso, senão, tinha sido algo que ficaria na memória de muita gente..

 

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Admitam lá, receios com sanitas, quem não os tem?! (Embora não tenhamos tanta razão para tal como o Triptofano)

 

Ida ao supermercado

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Já não ia com a minha mãe ao supermercado há uns bons tempos.

 

Quando somos "adultos" e fazemos as nossas compras, temos algum cuidado com a despesa, com a própria alimentação em si... Mas quando vamos com os nossos pais, é o descalabro completo, sim, consegui verificar que ainda sou uma autêntica criança quando se trata de comprar coisas para a casa deles (que depois vão parar à minha como por artes mágicas, mas isso agora são coisas que não interessam nada), senão vejamos, comprei:

 

  • 2 gelados;
  • cereais com chocolate;
  • bolachas;
  • gomas;
  • queijinhos de todas as formas e feitios;
  • petit nesquik;
  • iogurte com smarties...

 

Sempre devidamente escondidos por baixo dos saquinhos de legumes! Estou a aproveitar os últimos momentos antes da bebé nascer para poder comer aquilo que quiser.

(Foi recomendação médica, comer açúcares e chocolate, por causa dos níveis de açúcar baixos e tensão baixinha, baixinha!)

 

Portanto, toca a aproveitar os últimos cartuchos porque depois deve regressar tudo ao normal e à alimentação cuidada.

 

 

E vocês, como é que escondem as guloseimas no carrinho de supermercado?

 

 

Os funcionários da minha junta

Uma das minhas atividades favoritas, agora que estou em casa, é apanhar o ar fresco da manhã à janela.. Finalmente compreendi toda a magia que as pessoas sentem ao contemplar a rua, ou pelo menos, eu sinto a magia de sentir fresquinho em alguma altura do dia.. (e a verdade é que ao observar o movimento, me sinto mais acompanhada, compreendo agora porque as pessoas de idade passam tanto tempo em frente à mesma).

 

Numa destas minhas incursões matinais observei 6 funcionários da junta de freguesia que se encontravam a distribuir os habituais boletins informativos. Pensei cá para comigo: "que boa ideia, escusam de gastar dinheiro no envio via CTT, e como são 6 fazem isto num instante".

 

Ora, só que estes 6 funcionários apenas tinham um envelope com um montinho de boletins, entraram os 6 para o prédio da frente, e eu ainda pensei que estivessem a fazer qualquer espécie de campanha a apelar ao voto na presente direção... Pois bem, enganei-me! Entraram para o hall do prédio, um deles distribuiu os boletins pelas caixas de correio e voltaram a sair..

Fizeram isto em todos os prédios, sendo que pelo caminho ainda pararam para trocar informações aos berros, pois os centímetros que os separavam faziam com que não se conseguissem ouvir uns aos outros, pararam para fumar os seus cigarros e ainda para colocarem música a tocar, que lhes devia conferir o ritmo para as restantes entregas..

 

E ainda dizem que não há bons empregos?! Que os há, há... resta-nos descobrir um para nós!

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One smile a day... com a Catarina

O One Smile a Day de hoje apresenta-nos a Catarina, autora do blog Idem, aspas.

Há cerca de um ano a Catarina foi mordida pelo bichinho da escrita e presenteou-nos com a criação do seu blog, um blog pessoal, em que nos descreve os seus "dramas quotidianos, entre o cómico-sarcástico e o à beira de um ataque de nervos". É no fundo um diário da era moderna em que regista os principais momentos que atravessa. É uma comunicadora nata, sempre com um sorriso para nos receber e com descrições que nos fazem não querer perder o próximo post. Não conhecem? O que esperam para o fazer?

 

Antes de mais quero agradecer à Chicana pela oportunidade de participar nesta rubrica que é das mais divertidas do sapo!
Como abrir o email do blogue não é algo que faça todos os dias, e não é raro ter emails para responder com semanas de atraso, desta vez acabei por ter pontaria e abri-o no dia certo! Quando li o email fiquei na dúvida de que história contar mas acabei por me decidir por este episódio da minha infância que acredito vos arranque umas gargalhadas!
 
Para isto se perceber melhor tenho de vos contextualizar; Cresci desde os seis meses só com a minha mãe, uma vez que os meus pais se divorciaram nessa época, de forma que o dia a dia era vivido entre as duas. A minha mãe é professora e desde sempre que enfrentámos problemas com os horários dela e os da minha escola de forma que tive algumas baby-sitters desde filhas de amigas, antigas alunas e ate a minha avó sempre que era preciso! 
 
Eu devia ter uns quatro anos quando um dia, não me lembro bem da razão, mas tinha que acompanhar a minha mãe à escola dela de manhã; Ela tinha serviço logo cedo, e não tinha com quem me deixar; Connosco ia uma das minhas baby-sitters, provavelmente a minha preferida, que tinha sido aluna da minha mãe e penso eu ia ver algum resultado de exame afixado e depois ficava comigo à espera da minha mãe enquanto ela acabava o que tinha a fazer.
 
Lembro-me que essa manhã foi um pouco atribulada e de repente estávamos tão atrasadas que a minha mãe, sem ter mãos a medir, disse-me para me vestir sozinha.
Durante os dias de escola eu andava de farda, nos restantes normalmente a minha mãe escolhia a minha roupa. Lembro-me de que muito feliz fui buscar um vestido azul escuro, com um folhareco nas mangas e bordados às cores no peitilho e na saia. Calcei-me, penteei-me e vaidosa como era aposto que ainda pus um gancho ou um laço no cabelo!
 
Saímos as três de casa apressadas, a minha mãe ligeiramente impressionada com o meu aspecto, e fomos para a paragem do autocarro. A minha mãe não conduzia e portanto a carris era o nosso principal meio de transporte.
 
Chegamos à paragem e como estava cheia de gente e não havia lugar para sentar eu pus-me de cócoras a fingir que estava sentada confortavelmente, algo que fazia muitas vezes…. Eis quando espreito para debaixo da saia e percebo que me tinha esquecido de uma parte importante da vestimenta….as cuecas!
 
Levantei-me de um salto puxei o braço da minha mãe e disse-lhe ao ouvido “Mãe…. esqueci-me das cuecas!”
A minha mãe deu uma gargalhada, a minha baby-sitter Paula deu outra e eu fiquei furiosa com a minha falha! 
 
Como estávamos atrasadas apanhámos o autocarro à mesma pois não havia tempo para voltar a casa. Ao chegar à escola na rua de baixo havia aqueles armazéns de roupa que existiam antigamente com jogos de lençóis e camisolas interiores etc.. e a minha mãe foi tratar de arranjar umas cuecas para a criança; Gostava de me lembrar da cara da senhora da loja ao perceber que eu ia vestir as cuecas naquele momento mas não me lembro! Tenho a vaga ideia de andar a ser puxada por um braço de loja em loja à procura da cueca salvadora enquanto a minha mãe se arrependia até à espinha ter-me confiado a tarefa de me vestir sozinha!
 
E pronto, foi isto, da parte de uma criança com uns quatro anos mais ou menos que se esqueceu da primeira camada de roupa mas estava muito bem arranjadinha à superfície!

 

Imagino o quanto ficaste atrapalhada, tanto tu, como a tua mãe, que deve ter ficado super vermelha quando se deparou com este pequeno grande problema para resolver. Mas tudo terminou em bem e com umas belas gargalhadas para a posterioridade...

 

Obrigada por esta partilha tão doce!

 

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Ovos contaminados e Portugal

Ontem ao ver as notícias deparei-me com a seguinte: 

Entretanto, à Lusa, fonte do ministério de Capoulas Santos explicou que o que lançou o alerta às autoridades europeias foi o caso de uma transação na Bélgica com ovos que estavam sinalizados e foram comprados por um cidadão português. Segundo apurou a TVI, trata-se de um construtor civil que, enquanto consumidor final, foi àquele país fazer tal aquisição.

 

M (uma gargalhada enorme)

Chic' Ana: Então, o que se passa?

M: Sinceramente, passam explosivos, passam bombas, passam drogas, traficam tudo e mais alguma coisa, mas um português compra ovos na Bélgica, para consumo próprio, e é ativado logo todo um mecanismo de defesa e segurança?!

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Foi uma questão que ficou no ar. Realmente como é que é possível que detetem meia dúzia de ovos e tantas outras coisas mais importantes são completamente ignoradas?! E já agora porque é que um construtor civil vai à Bélgica comprar ovos? São assim tão mais baratos?! Acho que há qualquer coisa que não bate certo nesta notícia...

Atualização de estado..

O que eu sonho para as minhas noites...

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O que realmente acontece: uma rambóia na barriga! "Party all night long"

 

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Qualquer sítio ao longo do dia serve para isto...

 

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 Oh Não! Adormeci outra vez.. toda torta! E o ciclo recomeça..

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Manter o blog com posts diários tem sido bastante complicado, pelo que vou reduzir para 3 posts por semana ou os que conseguir fazer, sem promessas! Fica a promessa sim, que venho aqui sempre que conseguir e claro que vos acompanharei!

 

As noites mal dormidas

Já tinha ouvido falar que as noites mal dormidas seriam uma realidade, mas ainda não tinha sido atingida pelas mesmas.

 

Este fim de semana foi para esquecer.. Não tinha posição para nada:

- dormir de barriga para baixo está fora de questão, não funciona, desde as primeiras semanas;

- dormir para o lado direito não é aconselhado;

- dormir de barriga para cima a partir das 30 semanas, no meu caso, foi inconcebível, a bebé já estava pesada e eu acordava cheia de falta de ar por causa da pressão nos pulmões.

 

O que resta? Dormir para o lado esquerdo. Experimentei a técnica da almofada, quer entre as pernas (estabiliza a coluna), quer para apoiar a barriga! Descoberta de ambas as noites: Conhecem a história da princesa e da ervilha?! Em que uma princesa é de sangue real se detetar a presença de uma ervilha debaixo de imensos colchões?

 

Pois bem, a minha Little B é uma princesa: detetou que existia ali uma presença estranha e toca de pontapear a almofada TODA a noite! TODA a noite... Mudei a almofada de sítio e ela continuou a perseguir a almofada e a pontapear a mesma, até eu desistir de a utilizar..

Não, não queria acreditar que isto pudesse ser mesmo assim e na segunda noite voltei a insistir.. afinal a mãe é que manda, certo?! ERRADO!

 

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Já participaram no passatempo? É hoje o último dia!