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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One Smile a Day com.. a Ana

A minha convidada desta semana é a Ana, autora do blog Receitas fáceis, rápidas e saborosas!. A Ana tem um dos blogs de culinária mais visitados atualmente, apostando em receitas muito acessíveis e sempre com uma imagem capaz de nos deixar de água na boca. Já encontrei por lá muitas iguarias e sempre deliciosas. A Ana é mãe, esposa e adora cozinhar. Tem uma personalidade que cativa, sempre com um sorriso fácil e disposta a ajudar. Querem sugestões de refeições? Doces ou salgados? Pois têm aqui o lugar certo. E como a Ana é muito mais do que a culinária, convido-vos a conhecerem-na um pouquinho melhor.
Um dia a minha mãe foi para o hospital para fazer uma operação de alto risco e uns dias antes desabafou comigo que gostava muito de ter uma Santa Rita com ela, para a proteger e eu pensei em oferecer-lhe um daqueles cartõezinhos que tem o santo e a oração pertencente. Corri tudo mas nada de encontrar o que procurava e já andava desanimada quando no café me disseram "olha isso que tu procuras, só encontras na funerária... " What? Será que ouvi bem?
"Não aí é que eu não entro.." Mas a vontade de fazer a vontade à mãe foi maior e lá fui num sábado perto da uma hora da tarde à funerária...
 
Quando lá cheguei estava fechada... Já estava para me vir embora quando vejo um senhor todo vestido de negro e presumindo que não era do MIB (man in black, o filme) pensei, se calhar é da funerária.
 
- Boa tarde, desculpe o senhor é da funerária?
- Sim porque?
- Sabe é que eu queria... e expliquei o que queria.
O Sr. num passo pesado e vagaroso la abriu a funerária pousou as coisas dele no balcão e foi procurar o que eu lhe tinha pedido.
 
Minutos depois da compra feita despeço-me e agradeço e rumo a casa (a pé... deu -me para ali nesse dia).
 
Quando chego a casa meto a chave à porta e a chave não roda na fechadura. Tento mais uma vez e outra até que olho para a chave e nesse momento senti um raio a subir por mim acima! Aquelas não eram as minhas chaves! Eu tinha trazido as chaves da funerária!!
 
Nervosa e ansiosa e a passo de corrida voo em direcção a funerária, e, quando lá chego, vejo a funerária revirada ao contrário com um homem vestido de preto e chateado a revirar tudo a procura das chaves para fechar a loja.
 
Desculpo-me ao homem, dou-lhe as chaves, as minhas estavam em cima do balcão onde as tinha deixado, saio a pedir desculpa novamente perante o ar de chateado do homem e juro nunca mais voltar a não ser que seja obrigada, não sei se me entendem.
 
O que eu me fartei de rir Ana, foi sem dúvida por uma boa ação que foste à funerária.. Mas ficar com as chaves da mesma é realmente assustador.
 
Muito obrigada por esta história tão divertida e muitos parabéns por todo o teu percurso! Que continues assim, com sucesso por muitos e muitos anos!
 

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O mistério dos peixinhos de prata

Sabem o que são os peixinhos de prata? Aqueles bichinhos pequeninos e rastejantes que têm uma tendência quase natural para aparecerem nas casas de banho? (Zonas mais húmidas). Depois  das obras em casa e por causa do cheiro do verniz, silicones, etc. eles desapareceram de um momento para o outro.

 

Estiveram meses sem se verem, até que voltaram a aparecer. São como uma praga, parece que se reproduzem imenso e não é fácil acabar com a sua espécie. Contudo, de há umas semanas para cá, desapareceram! Assim, de um momento para o outro e aparentemente sem qualquer mudança. Para além deles, também não vi qualquer tipo de insectos, mesmo os mais comuns. Pensei que estivéssemos a sofrer um qualquer extermínio e que os humanos fossem os próximos.

 

E se calhar era o que estava nos planos de uma determinada criatura que nos invadiu a despensa! Num belo dia em que estava a arrumar as compras, olho para o chão, e ali à minha frente estava nada mais nada menos que uma osga! IMG_20161021_201354.jpgUma osga, gordinha e no sítio mais quentinho da casa! O mistério do desaparecimento estava explicado.. Mas agora permanece outro: afinal há quanto tempo tenho uma osga em casa? Como é que ela lá foi parar?! Ainda moro num andar alto.. e por baixo da porta não me parece.

 

Depois de muita deliberação, lá convidámos a mesma a sair de nossa casa. Eu por mim tinha adoptado a osga, afinal acabou com todos os outros bichinhos.. Era somente uma questão de lhe fazermos um lar adequado num ambiente controlado. 

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Aos criadores de vestuário

Pois muito bem, como a minha camisa branca decidiu ficar cinzenta (de livre e espontânea vontade, ou não) lembrei-me de ir aos saldos ver se encontrava alguma baratinha.

 

Peguei em alguns modelos e fui rumo ao provador: 

   - A primeira, tinha um decote muito grande;

   - A segunda não tinha ombros;

   - A terceira tinha aberturas nas mangas de cima abaixo;

   - A quarta não me ficava bem por nada;

  - A quinta estava perfeita á frente, mas tinha um decote tão grande atrás que se via o soutien todo.

 

Finalmente encontrei uma branquinha muito gira, na nova coleção, só que o preço era absurdo.

 

Contudo, fica aqui uma questão: Os criadores de moda não sabem que precisamos de camisas compostas? Ou são demasiado transparentes, ou com tecido a menos, ou são justas demais, ou são largas demais. Já sei, já sei, até posso estar a ser muito esquisita, mas não consegui encontrar uma camisa branca de que gostasse verdadeiramente, e não me parece que seja assim uma tarefa muito complicada.

 

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Aspiradores e homens!

Ontem já vos tinha dito que este fim de semana tinha sido rico em peripécias. Portanto, vamos lá..

 

Sexta-feira à noite telefonei à minha mãe para lhe perguntar se ia fazer alguma máquina de roupa branca. Ela disse que sim, e lá fui eu toda contente com duas camisas para aproveitar a lavagem.

 

Domingo, fui lá buscar as camisas já lavadinhas, branquinhas, branquinhas e aproveitei a tarde de engomar para as passar a ferro.

 

Coloquei o meu estaminé em ordem e mãos à obra.. Era uma pilha de roupa que me ia durar para a tarde toda. Para dividir esforços, o M ficou encarregue de aspirar o chão.

 

Já estava quase a terminar, com a roupa toda dobradinha na mesa da cozinha, camisas penduradas nas costas das cadeiras, quando chega o M de aspirador em riste. Aspira, aspira, até que vê uma migalha em cima da mesa da cozinha. O que é que ele decide fazer? Aspirar a migalha…

 

Entusiasma-se com o restante espaço e dá largas ao aspirador (já sem o acessório do chão, somente o tubo) que acaba por aspirar a minha camisa branquinha, branquinha. Ora, a manga da camisa entrou a direito para dentro do tubo do aspirador. Quando a conseguimos salvar do bicho devorador, a manga não estava branquinha, branquinha. A manga estava cinzenta escura…

 

2 horas de molho em Neoblanc gentil atenuou um pouco a sujidade, mas não a removeu. Coloquei-a em lixívia pura e não funcionou. Sugestões? Ideias? Alguém que salve a minha camisa branquinha, branquinha que agora está mais sujinha que na sexta-feira?

 

Como vêm não somos um casal com muita queda para os aspiradores! Ver aqui a história anterior.

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Tempo extra

Este fim de semana pareceu-me mais comprido: para além de passear e descontrair, consegui fazer muitas coisas que tinha pendentes em casa. Com uma série de peripécias, mas amanhã contarei com mais detalhe!

 

Ora, descansada e descontraída, hoje não me custou nada saltar da cama com energia. Despachei-me rapidamente, olhei para o relógio e reparei que estava 10 minutos adiantada. Ok, decidi experimentar um novo lápis preto que tinha para os olhos.

 

Não contente com o cenário com que estava a ficar, decidi que o melhor era mesmo remover a linha e ir ao natural. 

Problema: o lápis é à prova de água e o removedor para este tipo de maquilhagem acabou. Esfrega daqui, esfrega dali, já estava atrasada. Disfarcei o melhor que pude, e quando cheguei ao trabalho, direitinha para a casa de banho para continuar a remover o lápis.

Satisfeita com o resultado final, sento-me finalmente na cadeira e começam a chegar alguns colegas.

 

Colega: Ena, o fim de semana foi bom! Vê-se mesmo na tua cara!

Chic' Ana: Então?

Colega: Estás com umas olheiras, pareces quase um panda.

 

Pronto, é isto.. tempo extra = asneira. 

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Relativamente ao sorteio, a grande vencedora foi a Vera Pacheco. Muitos parabéns, o próximo passatempo vem já a caminho. Boa sorte!

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One Smile a Day com.. a Filipa

A minha convidada de hoje, sexta-feira 13 é a Filipa, autora do blog A girls life. A Filipa tem 24 anos e vive em terras bem quentinhas: No Algarve. Formada em Turismo, adora tudo o que seja livros, filmes, séries e queijos. Não consegue manter os pés quietos um segundo que seja e gosta imenso de fotografia. O blog surgiu do gosto pela escrita e é essencialmente um diário, onde regista os momentos mais marcantes pelos quais passou. Conheçam um pouquinho mais da Filipa, façam-lhe uma visita, serão muito bem recebidos com um amplo sorriso.

 

Antes de mais, muito obrigada por este convite chic! É uma honra estar a participar nesta rubrica no teu cantinho que acompanho com muito carinho!

 

Em relação à minha história.. Eu sei que a época natalícia já passou, mas o episódio que eu vou contar passou-se no Natal, há muitos anos atrás!

Rondava o ano de 2000 e poucos, devia ter os meus oito anos. Desde pequenina que no dia 25 de manhã é tradição visitar-mos os meus tios para fazer troca de presentes. Como habitualmente, a minha tia entregou-me o meu presente e eu sentei-me e comecei a desembrulhá-lo.

 

Passado um pouco a minha tia vê-me a cochichar com a minha mãe e pergunta-me "precisas de ajuda a abrir?" ao que eu respondo muito rapidamente "Não. É que eu não gosto.."

 

Escusado será dizer que a minha tia ficou um pouco triste, mas mais fiquei eu..que recebi um nécessaire axadrezado com 8 anos..

 

Não podia ter escolhido melhor convidada. Já que a sexta-feira 13 está associada ao azar, nada melhor que uma prenda azarada! Com 8 anos as crianças querem brinquedos e não um necessáire xadrez..

 

Mas.. vamos acreditar que a prenda veio trocada, com consequências menos nefastas que na imagem!

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 Bom, e o resultado do passatempo sai em breve!

Ser fit até nos maxilares!

Ora bem, nos últimos tempos resolvi que deveria ser mais fit.. Isto dos 30 anos já começa a pesar e, portanto, achei que nada melhor que manter o corpo em forma para lhes conseguir sobreviver.

Mantive a natação duas vezes por semana, um desporto que pratico desde sempre, e introduzi também duas vezes por semana  a corrida.

 

Resolvi analisar o que eu comia e quantas refeições fazia.

 

Ora vejamos:

Pequeno-almoço - Torradas e Leite;

Almoço – Peixe ou carne, salada, acompanhamento, sopa e fruta;

Lanche – Cereais;

Jantar – Peixe, carne ou nenhum dos dois, salada, sopa e fruta.

 

A meu ver, uma alimentação equilibrada. Depois comecei a somar todas as “coisinhas extra” – a meio da manhã umas bolachinhas, gomas ou chocolate. A meio da tarde tenho também de comer um docinho, qualquer coisa serve! Chego a casa e não consigo estar sem dar ao dente: queijo, presunto, iogurte, cereais, doces, frutos secos, por onde passar lá vem algo agarrado à minha mão.

 

Conclusão: Desde que introduzi a corrida, que os meus maxilares teimam em acompanhar a velocidade das minhas pernas. Eu compreendo, afinal também têm de ser exercitados, certo? Não quero que partes do meu corpo se sintam colocadas de lado!

Mas, vá lá, pelo menos podem deixar-me dormir descansada.. É que até a dormir começo a mastigar no vazio!

 

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Ouvir música no trabalho

Eu adoro ouvir música, e, num ambiente de trabalho amplo, quando uma tarefa exige concentração máxima, pode ser um bom escape e funcionar como isolador de todo o burburinho que existe em redor.

 

Assim foi, ontem à tarde precisava de terminar urgentemente uma tarefa para a reunião que iria ter. Coloco os phones nos ouvidos e trabalho afincadamente.

Chegada a hora da reunião, retiro os mesmos dos ouvidos, um dos phones cai e prende-se nos caracóis. Como é habitual, tudo o que cai no meu cabelo é dele. O phone não foi exceção. Tento retirar e quanto mais o faço, mais ele se embrenha nos caracóis.

 

Olho para a hora e vejo que estou demasiado atrasada. Pensa Ana, pensa….

 

Retiro os phones do computador, passo-os por dentro da roupa, e tento fingir que é algo natural, podem estar associados ao telemóvel.

 

A reunião começa e de vez em quando vejo uns quantos olhares com uma pergunta silenciosa. Pergunta essa que finalmente tomou forma pelo meu colega do lado.

 

Colega: Ana, porque é que tens um fio pendurado no cabelo?

Chic’ Ana: Nota-se muito? Não o consigo tirar, está todo enrolado!

Colega: Acho que toda a gente reparou, mas age como se nada fosse.

 

Assim foi, terminou a reunião e eu estive 20 minutos na casa de banho a socorrer o phone do meu cabelo!

 

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Um porquinho bem limpinho

Eu sempre adorei animais e sou como os espanhóis nesta matéria, eu vejo com as mãos. Desde um bode, a um cavalo, a uma vaca, eu tenho de tocar e de lhes fazer umas festinhas.

 

Em visita à quinta pedagógica, com inúmeros animais, entre todas as possibilidades, eu tinha de me apaixonar por um porquinho. Era um porquinho  pequeno, todo pretinho, com um pelo ralo, limpinho e reluzente. Ele aproximou-se da vedação, e como esta era baixinha, inclinei-me e toca de fazer festas, de abraçar o porquinho, de lhe dar a comida que eles lá tinham.. de facto só me faltou saltar lá para dentro e rebolar com o mesmo na palha.

Às tantas, já toda a gente tinha dado a volta à quinta e era hora de ir embora. Com muita pena lá me afastei do porquinho, e reparei que a minha mãe olhava meio de lado para mim.

 

Chic’ Ana: Vocês viram o porquinho? Era mesmo bonito, não era? Tão fofinho.. e estava tão limpinho… 

Mãe: Ana, tu tens noção que o porquinho era cor de rosa, certo?

Chic’ Ana: Não era nada, era todo pretinho…

 

Nisto, olho para trás e vejo o porquinho, tão limpinho e asseado, a rebolar em cima dos excrementos. Pois, a cor estava explicada!

 

Chic’ Ana: Desinfetar a mão, desinfetar a mão...

 

Escusado será dizer que ainda hoje gozam comigo por causa deste episódio!

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Já viram a minha entrevista no cantinho da Marta? Venham daí

O meu Diablo

Este fim de semana estive a jogar Diablo, desengane-se quem pensa que estou a falar da febre do jogo de computador ou consolas que para aí anda, estive mesmo a jogar com aquele objeto em forma de ampulheta, que tinha dois pauzinhos com uma corda para equilibrar o objeto, atirar ao ar e voltar a apanhar.. Sabem do que estou a falar, certo? Ou estou a desenterrar um típico tesourinho deprimente?

 

Eu era mesmo boa com aquilo: fazia uma série de truques e normalmente atirava o Diablo a uma grande altura e conseguia apanhar sem qualquer problema.

 

Ontem foi o dia, o dia em que percebi que tenho de praticar mais se quero regressar à infância.

 

Estava eu muito bem ao lado da casa a atirar o Diablo ao ar, ele subia cada vez mais, cada vez mais alto, e eu com cada vez mais confiança. Sempre me disseram que quanto mais se sobe, maior é a queda, pois assim foi. A minha confiança está neste momento em cima do telhado, juntamente com o Diablo. 

Podia alegar que esteve um vento demoníaco, mas não corria uma aragem. Podia dizer que foi uma gaivota que colidiu com ele e que o empurrou para cima do telhado, mas por aqui só há mesmo aves de rapina e não se via nenhuma nas redondezas...

 

Dream on, dream on!

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Eu voltarei para te buscar, quando ninguém estiver a ver... Espera por mim!

 

Já participaram no passatempo? Restam 2 dias!