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Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

Chic'Ana

“Não posso mudar a direção do vento, mas posso ajustar as minhas velas para chegar sempre ao meu destino” by Jimmy Dean

One Smile a Day com.. a Cláudia

Espero que o feriado tenha corrido pelo melhor, o meu foi ótimo. Para terminar a semana em beleza, nada melhor que convidar a Cláudia, autora do blog "Eu também tenho um blog..." A Cláudia tem o blog desde 2011, mas só há relativamente pouco tempo o descobri. Eu encaro este blog quase como um diário. A autora vai registando os principais acontecimentos pelos quais tem passado: conquistas e alegrias, mas também tristezas e dificuldades. No fundo, temos a vida tal como ela é! 

Quanto à Cláudia, é uma simpatia, é uma relação que tem crescido com o tempo e admito que já não passo sem a visitar. Está sempre disponível para um conselho, para um sorriso e também para um ralhete quando necessário. Visitem que vão gostar.

 

Nunca pensei que fosse escolhida para escrever aqui no blog da Ana.

Mesmo assim, não fosse o diabo tecê-las, desde que vi estas histórias todas as Sextas perguntei a mim mesma: "Se eu fosse escolhida, que história contaria? Nenhuma pois. Não tenho nada para contar"

A verdade é que nunca tinha chegado a conclusão nenhuma. Mas assim que vi um comentário da Ana a dizer "tens um email" pensei logo "Ai Jesus, já foste". 

Mas com calma e mais que naturalmente as coisas foram saindo... =)

Para fazer sentido, tenho que começar por dizer que tenho uma hamster. 

Hamster essa denominada por mim como Rata.

Ela tem nome, é verdade, mas morro de vergonha dele. É que a dita chama-se Cláudinha e para os mais distraídos, o meu nome é...... Cláudia =P

O nome dela foi dado pelo meu namorado que, engraçadinho, pouco tempo depois de a termos, disse que ela passava a vida a comer e a arrumar a casa. Tinha mesmo que se chamar Cláudinha =P

Ora voltando ao que interessa, ela neste momento encontra-se aqui comigo na casa dos meus pais.

Estava eu, a minha mãe e o meu pai em casa e nos entre tantos chega a madrinha de baptismo da minha irmã que tem assim um medo normal de ratinhos.

Mas mesmo assim, sempre que chega cá a casa ou me apanha na rua pergunta pela minha menina =)

Estou muito bem no meu quarto e visto que a madrinha tinha acabado de entrar cá em casa, decidi pegar na Rata e ir até ao pé dela para ela a ver.

Do nada, entre os medos todos pergunta-me:

Madrinha: O que ela tem na patinha?

Eu: Oi? Qual patinha? E meia abananada começo a ver as patas da bicha.

Madrinha: Ali! Olha! Coitadinha. Está aleijada?

Eu: Oh Deus, mas é o quê o pelo? Está normal, acho eu! Mas que raio está a ver de diferente?

Madrinha: Ai Cláudia, mas não vês que tem uma pata mais curta?

Eu já às cambalhotas com a Rata: Ai mas qual pata? Ai a sério, está-me a dar baile??

Madrinha: Ah esquece filha. É só o rabinho dela =P

Ora eu parto-me a rir, a madrinha parte-se a rir, a minha mãe que assistiu a tudo está quase no chão a rir e é isto que tenho que aturar =P

Agradeço mais uma vez à Ana pela oportunidade =)

Fico-te eternamente agradecida =) 

E continua com o excelente blog que tens e com as tuas artimanhas que tanto me animam =)"

Em primeiro lugar, não há nada para agradecer, afinal são as vossas histórias que dão outro colorido ao meu blog, e esta história, está demais. O que eu me fartei de rir ao imaginar a peripécia, a hamster ás voltas e voltas nas tuas mãos, acho que a banda desenhada se enquadra na perfeição!

Muito obrigada!

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Daltonismo

A propósito do texto de ontem, sobre o M não encontrar o frasco azul, houve muitas questões sobre o daltonismo. Ele não é daltónico, contudo, tenho dois grandes amigos que o são, e nunca me tinha apercebido da situação até um determinado momento.

 

Um dia no regresso da faculdade a altas horas, dá-se o seguinte diálogo no carro:

MT: Podes dizer-me rapidamente a cor do sinal?

Chic’ Ana: Está amarelo.

MT: Mas é daqueles que muda de cor?

Chic’ Ana: Não, acho que tem apenas uma cor intermitente. Podes passar, com cuidado.

 

MT: As cores daquele sinal mais à frente estão pela ordem correta?

Chic’ Ana: Sim, mas o que é que se passa? Não estás a ver bem?

MT: Estou cansado, mas essencialmente não distingo o verde do vermelho, oriento-me sempre pela ordem das luzes, sei que a primeira é sempre para parar, e a última para avançar.

Chic’ Ana: O quê? Já nos conhecemos há 4 anos e nunca me disseste nada?!

MT: E não tinha dito, mas estou realmente cansado e hoje a condução não está a ser automática…

Escusado será dizer que passei o resto da viagem a gritar verde ou vermelho!

 

 

Quando acabei a faculdade, juntei alguns amigos para me assinarem as fitas. A dada altura, dois deles trocam as fitas para lerem as dedicatórias e um deles sai-se com a seguinte questão:

Z: Olha, enganaste-te, colocaste aqui que a Ana tem os olhos azuis.

Chic’ Ana: Então, está certo.. eu tenho os olhos azuis.

Z: Hummm, então não são verdes claros?

Chic’ Ana: Não…. Mas….

Z: Pois, eu confundo um pouco as cores e como eu tinha a percepção que os teus são mais claros, sempre os atribuí a verde.

 

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E o que é isto do daltonismo? O daltonismo pode assumir também o nome de discromatopsia ou discromopsia. Consiste numa perturbação da percepção visual caracterizada pela incapacidade de diferenciar todas ou algumas cores, sendo que as mais frequentes de se baralhar são mesmo o verde e o vermelho. Esta perturbação tem normalmente origem genética, mas pode também resultar de lesão nos órgãos responsáveis pela visão, ou de lesão de origem neurológica.

Esta perturbação é mais comum de ser encontrada no sexo masculino, uma vez que o problema está geneticamente ligado ao cromossoma X. Como as mulheres têm dois cromossomas X, existe semrpe a possibilidade de um compensar o outro, o que explica a baixa incidência desse distúrbio entre as mulheres, contudo, também pode acontecer.

 

Querem saber se são daltónicos? Se conseguirem identificar todos os números na imagem abaixo, não são, se tiverem dificuldade em identificar todos ou algums, podem ter uma espécie de daltonismo.

 

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Bem sei que o post é grandinho, mas têm o feriado também para o ler! Divirtam-se e até sexta =)

Rentabilizar o tempo

Domingo à noite precisei de um produto que estava no móvel da casa banho. Para não perder mais tempo, lembrei-me que o M estava na sala e toca de o chamar!

 

Chic’ Ana: Podes ir ao móvel da casa de banho, porta esquerda, buscar um produto azul?

M: Está bem..

 

M: É isto? (Um desmaquilhador bifásico cor-de-rosa)

Chic’ Ana: Não, é azul, e é para lavar a cara. É todo azul.

M: É isto? (Uma embalagem de verniz)

Chic’ Ana: Não, é azul, todo azul!

M: É isto? (discos desmaquilhantes)

Chic’ Ana: Não…

 

Após mais umas tentativas, finalmente acerta no tão desejado produto. Utilizo-o e quando vou à casa de banho para o arrumar, está o conteúdo do armário quase todo espalhado no chão! Isto é o que eu chamo de rentabilizar o tempo!

Bem sei que os homens detestam mexer em coisas do universo feminino, mas a cor até era azul e as instruções bastante simples, e sim, era a única coisa azul que estava dentro do armário.

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Quando o inimigo és tu..

Ter o cabelo encaracolado é ótimo para certas coisas, por exemplo, quando lavamos as mãos e não existem toalhas ou papel para as secarmos, podemos aproveitar para dar um jeito nos caracóis com os dedos. É o 2 em 1 perfeito: para além de compormos o cabelo que teima em sair do sítio, ficamos com as mãos secas!

 

São tantas as vezes que o faço, que este gesto já se tornou automático..

 

.. Até quando tenho o cabelo liso!

 

Adoro entrar na casa de banho com o cabelo esticado, perfeitinho e sair de lá com o cabelo todo espetado. A cereja no topo do bolo acontece quando não temos qualquer elástico com que o prender e temos uma reunião importante logo a seguir.

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Sim, o meu cabelo é de tal forma rebelde, que estando liso, uma gota é suficiente para que encaracole de forma descontrolada!

One Smile a Day com.. a Vanessa

O próximo One Smile a Day, por sugestão do Lápis, seria da pessoa que apresentasse a melhor oferta. Carros de luxo e habitações com vista para o mar tinham obviamente prioridade. A Vanessa chegou-se à frente e ofereceu-me várias coisas, mas, quando falou em presunto.. Conquistou-me!

Sendo assim, a convidada de hoje é a Vanessa, autora do blog Fifty Shades of Vanessa Paquete. A Vanessa é uma pessoa que vive a vida intensamente. Adora fotografia e no seu blog poderemos encontrar alguns trabalhos que ajudou a construir. Teimosa e determinada, simpática e acima de tudo, amiga. Troquei muitos sorrisos e histórias com ela, e apesar de dizer que é difícil de aturar, para mim é um doce. Passem pelo espaço dela para a ficarem a conhecer.

 

Já estava a Ana a pensar que aquela " gajita do norte " se havia esquecido do seu convite, mas não!

Ora, ora para começar é uma honra estar nesta rubrica... também já vi que a Anocas é como os políticos pois subornei-a com um "presunto", portanto, se quiserem participar no One Smile A Day vão já pensando na lei do feudalismo...

Bom, vamos lá! Muito obrigado Ana por me deixares participar no teu Blog que tanta adesão possui e que tantas pessoas faz feliz no seu dia-a-dia...eh pá, esqueci-me que a Ana avisou-me para eu ser sucinta e não fazer tipo " elogio fúnebre, salvo seja, ou brinde de casamento " he he he he ...

 

Ora sendo eu uma "mulher do Norte", embora a viver em Lisboa vou falar do quê? Comida, claro está ! A estória tinha de englobar comida!

Tinha eu uns 8 anos de idade, e, à boa maneira nortenha, passávamos nós todos os nossos fins de semana de Verão com a família toda - que continha para aí uns vinte elementos - na praia ou à beira rio etcetera...

Levava-se o garrafão, as garrafas de vinho, o whisky, tachos fogareiro, fogão (que isto de se ir para a praia no norte, vai-se, mas com todos os confortos de casa) e uma série de comida já preparada para ser cozinhada desde manhãzinha. Quem disse que lá por se estar na praia não se pode comer feijoada, rojões à Minhota, arroz de cabidela e afins? Ora nós éramos esse género de família com uma série de gaiatos...

Um belo Domingo fomos para Esposende (local conhecido pelas suas enchentes repentinas), depois de duas horas a montar a casa toda e já com as mulheres da família preparadas para começar a fazer a "feijoada", nós fomos a banhos, de manhã que a feijoada ao almoço só nos permitia ir a banhos ás 17 horas da tarde.

Comida a feijoada, bebido o vinho e o whisky e já com todos a roncar e a fazer a "siesta" não é que naquele belo Domingo a maré começa a subir em Esposende? Ora acordamos todos já meio atolados em lama e  com a típica algazarra da malta do Norte.

Eu - que até sou meia desenrascada e aos 8 anos de idade já o era - peguei nos meus meios primos e meios irmãos, livrei-os dos carros que os atufalhavam e subimos para o tejadilho (note-se que calculei que aguentava bem connosco)!

De repente grita-me a minha tia " Saiam daí seus fedelhos que o primeiro a salvar-se é a feijoada e o vinho "... Ora lá fomos nós para a lama, já a afundarmo-nos até aos joelhos, com a enchente cada vez mais a subir e a olhar para a comidinha sã e salva...

Chamados os bombeiros lá nos tiraram eles daquela confusão e no final parece que  minha tia talvez tivesse razão: é que a paga aos bombeiros foi o dito resto da "feijoada, o vinho e o whisky" ! Esta é daquelas estórias que dá jeito perguntar : " o que salvariam vocês primeiro ? "

 

Eu, sinceramente, estou aqui farta de me rir com a situação, a imaginar a tua tia, completamente indignada, a gritar para salvarem a feijoada! A água ou a lama podiam levar tudo, tudo menos a comida!

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Muito obrigada por esta bela partilha!

Mulheres vs Homens: o Frio!

Há algo que eu não consigo compreender por mais que me esforce. Senhoras e senhores, meninos e meninas, cheguem-se aqui e digam-me de vossa justiça..

 

Nós, mulheres, variamos sempre a forma como dormimos: quando está frio colocamos mais cobertores na cama, trocamos os tecidos mais finos por tecidos mais aconchegantes e fofinhos, ditos polares. Mas os homens, esses podem dormir somente com um lençol e sempre com roupa fresca, quer seja verão ou inverno. Como é que tal é possível? Têm um metabolismo diferente?

 

A noite passada ia congelando. Toca de colecionar toda a roupa da cama e nem assim aqueci. O M dormia um sono profundo enquanto eu tremelicava e me enrolava tipo bicho de conta para tentar aquecer. Neste momento ainda estou enregelada porque me estou sempre a lembrar do frio que tive durante a noite. Acho que isto só me passa quando dormir quentinha novamente. 

 

O frio psicológico existe?

 

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Gostam de livros? O que dizem os meus livros? Uma entrevista a não perder! Obrigada Edite.

Como quebrar um recorde..

Ontem à tarde fui correr. Fui bastante elogiada pois consegui quebrar o meu recorde pessoal de velocidade. Consegui fazer todos os exercícios propostos num tempo espetacular.

Querem saber qual o truque?

 

  • Stressada por causa do trabalho? Sim, é verdade, e ajuda sempre a descontrair, mas não foi esse o truque;
  • Comer uma barrinhas energéticas antes?! Hum, por vezes resulta;
  • Beber redbull?! Teria sido um problema para me apanharem por esse céu fora...

Não, experimentem ter o cabelo mais ou menos apresentável e a chuva aparecer. É tiro e pés para que te quero!

 

(Qualquer semelhança com a imagem é pura realidade!)

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Quanto ao passatempo, a lotaria clássica tinha como primeiro prémio o número: 67328

Como tivémos sensivelmente 160 inscrições, o prémio foi atribuído ao número 28:

 

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Muitos Parabéns!

 

Aiii... o Natal!

Eu não conheço ninguém que goste tanto da altura do Natal como eu. Passo os dias a cantarolar música de Natal, gosto de observar o que me rodeia, as pessoas muito mais solidárias e compreensivas (deveria ser assim todo o ano), a alegria no rosto de cada um. Junta-se o frio e o aconchego de ficar em casa à lareira, em longas conversas com a família e amigos, com chávenas de chá ou cacau quente a fumegar. Gosto, gosto desta altura.

 

Mas este ano acho que estou bem pior que nos outros. Em pleno passeio pelo Strada:

Chic’ Ana: Olha, olha a árvore de Natal tão gira! 

M:  Ao menos conseguiste ver que ela ainda não está decorada, certo?!

 (Não, só depois é que percebi que era um pinheiro verde gigante)

 

Em compras no Lidl…

Chic’ Ana: Tantos papeis de embrulho e fitinhas, e acessórios bonitos para decorar a casa! (nisto já estava com os braços cheios de coisas)

M: Vá, larga isso, podes levar no máximo um rolo de papel de embrulho e umas fitinhas.

Chic’ Ana: A sério? Mas os presentes não podem estar embrulhados todos da mesma forma. Eu gosto de ver cor debaixo da árvore de Natal, diferença, gosto de personalizar.

M: Um rolo!

 

Nisto a Ana agarra em dois rolos de papel, 3 rolos de fitas e começa a correr para a caixa estilo jogos sem fronteiras. Se me lembrei de metade das coisas que ia comprar? Não! Posso muito bem comer algum acessório de Natal!

 

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Limpeza ou festa da espuma?

Domingo à tarde, ao invés de passar o mesmo a ver um filme, a recuperar energia para mais uma semana de trabalho, decidi que era o ideal para fazer umas limpezas. Como estava de chuva, aproveitei a mesma para me ajudar a limpar os estores. 

 

Preparo um recipiente com água morna e junto um pouco de detergente. Corro os estores para baixo até ficarem todos com as gretinhas abertas e começa a minha limpeza, que consiste em "regar" os estores. A água ao passar pelas gretinhas, vai limpando o pó e mesmo alguma sujidade que esteja mais impregnada. Ficam mesmo branquinhos, repetindo esta limpeza 2 a 3 vezes por ano, e sempre com chuva, senão corremos o risco de regar alguém que vá a passar. 

 

Ora, estava tudo a correr lindamente, até que mudo para a parte da frente da casa. Começo a despejar o recipiente, verifico que está mais vento, mas sem grandes pingas para o interior, portanto continuo. De repente faz-se um vendaval de tal forma, que o detergente nas gretas começa a formar bolhas de sabão, com tal intensidade que estas começam a cair para o chão em catadupa. Tinha ambas as mãos ocupadas, não conseguia fechar a janela e as bolhas já iam a meio da divisão. Era espuma por todo o lado. espuma na parede, no chão, que estava cada vez mais escorregadio..

Só me restava uma alternativa: gritar por ajuda!

 

Chic' Ana: Ahhh, M, vem depressa. Há bolhas por todo o lado.

 

Lá vem ele, espreita, arregala os olhos perante a imagem de me ver no meio da espuma e vai a correr buscar umas quantas t-shirts. Fecha a janela, conseguimos cobrir o chão com as t-shirts e finalmente a espuma tem um fim.

 

 

Bom, tendo em conta que só queria limpar o estore, tive de limpar também as paredes e o chão. O vento é realmente muito eficiente quando queremos espalhar detergente por todo o lado. 

E já sei como formar a espuma se algum dia quiser dar uma festa com essa temática!

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 Pois é, e hoje é o último dia do passatempo! Já todos concorreram? Boa sorte!

 

 

One Smile a Day com.. a Pink

A minha convidada desta semana é a Pink Poison, autora do blog Mundo Pink Poison . A Pink é uma pessoa com quem é muito fácil conversar, tem uma história de vida marcante, por diversos motivos e alguns bem duros, mas felizmente deu a volta por cima e hoje é uma mulher feliz. Casada, tem por companhia dois gatos e um perdigueiro. Adora carros e analisar tudo em redor. Não tem meias palavras e o blog reflete a sua personalidade na íntegra. Ou se ama, ou se odeia. Adora os amigos e por eles é capaz de qualquer coisa. Contou-me uma das histórias mais engraçadas, e claro, tinha de meter carros! Ora espreitem...

 

Em minha defesa, começo por dizer que a R , a amiga que me acompanhava nestas loucuras, era daquelas amigas que , quando está connosco... Frequentava a noite de Quarteira e estava mesmo muito, como direi "encantada" com um rapaz de lá. E nessa altura, como também poderão constatar, tinha pouco que fazer na vida.

Bem vocês vão perceber ...

 

Era o último Verão antes da universidade e eu estava a viver um amor platónico por um amigo do meu melhor amigo de Quarteira (e não "da" Quarteira), a diversão era vê-lo, apenas isso. A discoteca que estava a dar era o Black Jack do Casino de Vilamoura, eu era quase parte da mobília, nunca pagava e tive um Verão louco.

 

Uma noite, eu e a R não encontrávamos o "fofo" (como todos os meus amigos lhe chamavam na minha presença) e fomos dar por ele a guardar a mota na loja. E eu disse à R: "Estaciona calmamente, estamos de vidros em baixo, tu vê lá..."

Imediatamente, aquela gaja tapa a boca com a não para não se rir. Olhei para o lado e disse: "oh pá ele vai pensar o quê? " e a R diz: "a verdade".

 

Começa-se a rir, "ai que me dói a barriga de rir" e encolhe-se e PIMBA! UMA BELA CABEÇADA NO VOLANTE EM CHEIO NA BUZINA DO CARRO!

A falar baixo e já a tremer disse: "R, encosta-te e baixa-te": PIMBA! O JOELHO BATEU NA MANETE DOS PISCAS E DEU SINAL DE LUZES DUAS VEZES. Entretanto o fofo passou de carro e olhou para nós e acenou.

 

Só tenho uma coisa a dizer perante tal saída: vocês as duas são um autêntico desastre!

Lembrei-me de uma tirinha que mostra claramente o quão você estavam atrapalhadas. Muito, muito obrigada por esta bela partilha..

Configurando-o-GPS.jpg

 Já participaram no passatempo da Bruxinha? O que esperam?

 

Nota: O "fofo" presente aqui nesta história, veio a falecer 3 anos mais tarde. Hoje foi celebrado com alegria e com um amor forte que em tempos alguém sentiu por ele. Que esteja em paz!

Minha querida Pink, aqui tens uma prova de que enquanto as pessoas viverem no nosso coração, vivem entre nós, ainda que de uma forma diferente. Foi muito bom relembrares aqui uma pessoa que foi, e é, tão especial para ti. Um beijinho grande.